27 de nov de 2009

Volkswagen pensa em F1 e se afirma no futebol

A montadora alemã Volkswagen poderá fornecer motores às equipes de F-1 a partir de 2012. No movimento inverso das três montadoras [Honda, BMW e Toyota] que deixaram a categoria, além da possibilidade da Renault, o Grupo Volkswagen acredita que o esporte se tornará mais atrativo depois da introdução do novo regulamento. A empresa não pretende patrocinar nenhuma equipe, mas sim fornecer propulsores."Se você é a maior montadora do mundo, é natural que pense em entrar na F-1, mas não antes de 2012", disse Stuck ao site da revista inglesa "Autosport". "Estamos procurando coisas inovadoras, e a F-1 é o ponto máximo do esporte a motor. Há dois anos, houve algumas conversas de que a Volkswagen compraria a Red Bull, o que não precisamos fazer. Por que nos dedicaríamos a um se podemos fornecer motores a vários times?" A Volkswagen oficializou o patrocínio da seleção brasileira de futebol até 2014 e a aplicação de R$ 6,2 bilhões nas fábricas e no lançamento de novos produtos e tecnologias entre 2010 e 2014 no Brasil. O montante é o maior de toda a história da fabricante. Com o patrocínio, a montadora vai poder usar a marca da instituição futebolística e desenvolver atividades promocionais. Além disso, o ônibus que transportará a equipe nos jogos e treinos no País será da empresa. O valor que será direcionado ao time não foi declarado. Um fator que influenciou a parceria é o fato de o nome do Gol, o carro mais vendido do Brasil, ter alusão direta ao futebol. De acordo com Flavio Padovan, vice-presidente de Vendas e Marketing da montadora, “existe uma sinergia muito grande entre a Volkswagen e a Seleção, pois ambos expressam valores muito importantes para o brasileiro, como confiabilidade, amizade, paixão e proximidade ao público”. Na Alemanha, a Volkswagen é dona da equipe de sua cidade-sede, o Wolfsburg, atual campeão alemão, onde joga o atacante Grafite, que atuou pelo São Paulo Futebol Clube.

Redação Sport Marketing