23 de abr de 2009

FIA exclui salários e publicidade de teto orçamentário

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decidiu excluir os salários dos pilotos e os custos com publicidade do teto orçamentário opcional a ser introduzido na equipes na próxima temporada. O presidente da entidade máxima do automobilismo, Max Mosley, enviou às equipes uma carta, solcitando que informem até o fechamento de acordos se o teto de 30 milhões de libras terá de ser revisado. As escuderias que aceitarem o teto terão liberdade técnica muito maior do que as equipes que preferirem continuar com orçamentos ilimitados, teoricamente permitindo que uma escuderia seja competitiva com menos dinheiro. A Lola já mostrou interesse em entrar na categoria com tal teto, entretanto, 'a Mercedes pensa em deixar F1, por causa da baixa remuneração e especialmente pela crise mundial' – foi o que declarou Helmun Lense, presidente da Daimler, empresa que pertence a Mercedes-Benz, ao jornal alemão, Stuttgarter Zeitung. "A Daimler tem o objetivo de se destacar nas chamadas, tecnologias verdes. A F1 é adequada para isso? Seria um bom momento para deixar a F1 e se focar nos motores mais limpos?" - levantou a questão o empresário.

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Redação Sport Marketing