2 de dez. de 2008

Embratel fecha com Marília

A Embratel fechou contrato de patrocínio com o MAC na série C de 2009. A marca da empresa, que já esteve presente em sete clubes de futebol de São Paulo (América de Rio Preto, Noroeste de Bauru, Barueri e Guaratinguetá) "vai ocupar a frente da camisa do Marília na parte superior, enquanto a MARILAN continua na parte Central da camisa. LUPO continua na frente e costa do calção, HIDROSSOL continua na lateral do calção, e nas mangas provavelmente continuará a RCG" - confirmou o gerente de marketing do clube, Charles Filgueira. Os valores da negociação não foram revelados.

Redação Sport Marketing

Coca-Cola lança programa para Revezamento da Tocha de 2010

A Coca-Cola anunciou que selecionará 20 adolescentes entre 13 e 19 anos para conduzir a Chama Olímpica do Revezamento dos Jogos de Vancouver 2010. Para poder participar do processo de seleção, os jovens devem se inscrever no site (www.sogoactive.com), um programa canadense voltado para a juventude desenvolvido pela Coca-Cola em colaboração com ParticipACTION. " O Revezamento da Tocha Olímpica de Vancouver 2010 tocará a alma da nação e com Sogo Active, nós esperamos usar o poder sem igual dos Jogos Olímpicos para inspirar a nação a ficar ativa" - disse Nicola Kettlitz Dito, porta-voz da Coca-Cola no Canadá. Além da Coca-Cola, a Samsung também é patrocinadora mundial do Revezamento da Tocha olímpica.

Redação Sport Marketing

Marcus Vinicius e Nuzman apresentam números ao Senado

A média de medalhas olímpicas conquistadas pelo Brasil à partir da aplicação dos recursos da Lei Agnelo/Piva praticamente triplicou nos dois últimos Jogos Olímpicos. A informação foi apresentada pelo Comitê Olímpico Brasileiro, durante audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esportes do Senado, em Brasília. O COB foi representado pelo presidente Carlos Arthur Nuzman e pelo superintendente executivo de esportes Marcus Vinicius Freire. Também participaram da audiência o secretário nacional de alto rendimento Djan Madruga, o técnico da Seleção Masculina de Vôlei Bernardinho e a ex-jogadora de vôlei Ana Moser, entre outros. “O início de tudo está na Educação Física nas escolas, que precisam de instalações esportivas adequadas. Esta é a base de tudo. Sem isso, todo o trabalho posterior de desenvolvimento do esporte fica prejudicado. O COB está à disposição desta Comissão para realizar um trabalho conjunto em prol do esporte” - afirmou Nuzman ao presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). De acordo com o COB, em 15 participações em Jogos Olímpicos (1920 a 2000) o Brasil conquistou um total de 66 medalhas, sendo 12 de ouro, 19 de prata e 35 de bronze, média de 4,40 medalhas em cada edição dos Jogos. Em apenas duas edições (Atenas 2004 e Pequim 2008) com os recursos da Lei Agnelo/Piva, o Brasil conquistou 25 medalhas, sendo 8 de ouro, 6 de prata e 11 de bronze, média de 12,50 em cada edição. Somente nas medalhas de ouro a média quintuplicou, passando de 0,80 em 15 edições para 4 medalhas em duas. “Esses resultados comprovam a evolução do esporte olímpico brasileiro a partir da Lei Agnelo/Piva e a responsabilidade com que o COB e as Confederações Brasileiras Olímpicas vêm aplicando esses recursos”- afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman. Na análise da participação brasileira em Beijing 2008 foi apresentado aos senadores um estudo comparativo entre o orçamento do COB com o de outros países de ponta no esporte. No ciclo olímpico (2005 a 2008) o COB aplicou em atividades e programas das Confederações Brasileiras Olímpicas um total de R$ 288 milhões (cerca de US$ 133 milhões no quadriênio) oriundos dos recursos da Lei Agnelo/Piva e com a devida prestação de contas ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria Geral da União. No mesmo período, a Austrália aplicou US$ 550 milhões no esporte, contra US$ 1 bilhão da Grã-Bretanha, US$ 1,2 bilhão da Alemanha e US$ 2 bilhões da China. “Mesmo com recursos muito inferiores a esses países, que há muito mais tempo investem pesadamente no esporte, o Brasil vem apresentando resultados expressivos nos últimos anos. Mas vale ressaltar que os investimentos em um determinado ciclo não visam apenas a participação nos Jogos Olímpicos. Há todo um trabalho nas categorias de base que é importantíssimo para o longo prazo, mas que não costuma ser contabilizado na análise de resultados nos Jogos Olímpicos. Além disso, nos últimos quatro anos tivemos conquistas de títulos mundiais em diversas modalidades, como judô, taekwondo, ginástica artística, vela e vôlei, entre outros. Portanto, não faz sentido se dividir o valor investido no esporte pela quantidade de medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos. É uma conta que não existe no esporte”- disse Nuzman. Marcus Vinicius Freire, autor do livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros, escrito em parceria com a jornalista Deborah Ribeiro, apontou algumas diferenças de estratégia entre alguns países. “A Grã-Bretanha levou a Beijing apenas o hóquei sobre a grama como esporte coletivo. Já países como Jamaica, Etiópia e Quênia investem os recursos apenas no atletismo. Este é um modelo que não nos interessa. O Brasil tem por tradição investir em todas as modalidades” - explicou. Na audiência no Senado, o COB apresentou o avanço do esporte olímpico brasileiro nos últimos Jogos Olímpicos. A delegação brasileira já chegou a Beijing estabelecendo recordes, com um total de 277 atletas (o recorde anterior havia sido em Atenas 2004, com 245) e a participação em 32 modalidades esportivas (em Atenas foram 28). Das 15 medalhas conquistadas (3 de ouro, 4 de prata e 8 de bronze), seis foram inéditas, o que comprova a qualidade da preparação nos últimos quatro anos com os recursos da Lei Agnelo/Piva. Além disso, o país participou de 41 finais, um aumento de 36% em relação a Atenas 2004 e de 86% em relação a Sydney 2000. Na disputa direta pela medalha de ouro foram 31 contra 17 em Atenas, aumento de 82,35%. Nos esportes coletivos o Brasil ficou na terceira colocação geral, atrás apenas dos EUA e da Holanda. As três medalhas de ouro foram inéditas. O velocista César Cielo obteve a primeira medalha de ouro de um atleta brasileiro na natação (50m livre) e ainda bateu o recorde olímpico três vezes nas eliminatórias da prova e na final. No salto em distância, Maurren Maggi alcançou a marca de 7,04m e ficou um centímetro à frente da segunda colocada. Foi a primeira medalha de ouro olímpica individual das mulheres. Depois das medalhas de bronze em Atlanta 1996 e Sydney 2000, a Seleção Feminina de Vôlei conquistou a medalha de ouro após vencer os Estados Unidos na final por 3 sets a 1. Fernanda Oliveira e Isabel Swan, da classe 470 da vela, foram as primeiras velejadoras do Brasil a conquistar medalhas olímpicas. A judoca Ketleyn Quadros tornou-se a primeira medalhista olímpica individual feminina do esporte brasileiro com a conquista do bronze na categoria leve. Natália Falavigna levou o taekwondo à sua primeira medalha na história dos Jogos Olímpicos.Dos 277 atletas da delegação, 75 conquistaram medalhas (27%), sendo que 108 (39%) disputaram finais. A equipe feminina de ginástica artística chegou à final pela primeira vez na história dos Jogos. Pequim 2008 marcou também a primeira participação do Brasil na luta livre feminina (Rosangela Conceição), na canoa (Nivalter Santos) e na canoagem slalom feminina (Poliana de Paula). “São resultados tão importantes quanto as medalhas conquistadas, pois comprovam a evolução do esporte brasileiro em diversas modalidades”- ressaltou Marcus Vinícius. A análise apresentada pelo COB na Comissão do Senado faz algumas conclusões. A conquista de medalhas está cada vez mais difícil. Em Atenas, 74 países conquistaram medalhas, contra 87 em Pequim 2008, que estabeleceu a quebra de 128 recordes olímpicos e 42 recordes mundiais. Os países mais desenvolvidos do mundo também são os que mais ganham medalhas em Jogos Olímpicos. Dos 10 primeiros países no quadro de medalhas, oito fazem parte do G-8 e oito estão entre os 30 primeiros no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). “Conquistar uma medalha olímpica está cada vez mais difícil. Mesmo assim, estamos acelerando o ritmo de crescimento neste novo ciclo olímpico até 2012. O COB está investindo no aprimoramento da gestão profissional no esporte tendo como foco as melhores condições para os atletas e comissões técnicas”- finalizou Nuzman.

Redação Sport Marketing

Phelps eleito atleta do ano

2008 foi o ano do 'rato' no horóscopo chinês e, também, o ano de Michael Phelps. O fenômeno das piscinas acaba de alcançar outro feito sem precedentes. Phelps foi o primeiro nadador eleito pela revista americana Sports Illustrated atleta do ano. Phelps quebrou o recorde de Mark Spitz ao ganhar oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing em agosto e se tornou o mais premiado nadador olímpico com 14 vitórias na carreira. Nos 54 anos da publicação, outros atletas olímpicos já ganharam o prêmio, mas nunca um nadador. Em 1972, ano em que Spitz ganhou sete medalhas olímpicas, o treinador de basquete da UCLA John Wooden e a tenista Billie Jean King foram homenageados pela revista. "Honestamente, eu sinto como a mesma pessoa eu tenho sido minha vida inteira" - disse Phelps à Associated Press em uma sessão de fotografia recente onde ele posou para a Sports Illustrated (ler matérias arquivo Sport Marketing: Phelps vira garoto propaganda Subway; Sport Marketing: Michael Phelps lança game; Sport Marketing: Michael Phelps e oito medalhas de ouro, capa da ...; Sport Marketing: Fenômeno Michael Phelps eleva índices de audiência; Sport Marketing: Michael Phelps nas caixas de sucrilhos; Sport Marketing: Michael Phelps lança novo livro; Sport Marketing: Quanto vale Michael Phelps - o rei das piscinas?;Sport Marketing: Visa patrocina festa nas ruas de Londres com ...; Sport Marketing: Michael Phelps lança bebida nutricional; Sport Marketing: Michael Phelps vira empreendedor).

Sandra White - Correspondente Sport Marketing - Estados Unidos

VISA premia Lolo Jones

A atleta olímpica e campeã mundial Lolo Jones receberá o título de Atleta VISA Humanitário do Ano. A homenagem foi realizada pela USA Track & Field - entidade americana responsável pelo atletismo. Jones receberá o prêmio dia 6 de dezembro durante o prêmio Owens Awards, que será realizado na cerimônia Hall of Fame Induction, em Reno, Nevada. Jones fez parte da equipe americana nos 100 metros com barreiras nos Jogos Olimpicos de Beijing. Lolo junto com patrocinadores enviaram US$12,000 para as vítimas de uma inundação no Iowa. "Eu tenho recebido ajuda de caridades e outros programas desde que era jovem, assim é natural para mim devolver" - disse Jones. "Como parceira do atletismo americano, a VISA está orgulhosa de reconhecer a dedicação de Lolo em ajudar outras pessoas" - disse Michael Linchar, chefe de marketing de patrocínio global, Visa.

Redação Sport Marketing

Kyocera renova contrato

A Kyocera, patrocinadora do Atlético de Madrid desde 2006, renovou patrocínio com o time espanhol. O contrato tem vigência até junho de 2012. Os valores da renovação não foram revelados, mas, a imprensa espanhola especula, que o clube madrileno receberá, dos principais patrocinadores: Kyocera e Kiano o total de seis milhões de euros.

Redação Sport Marketing

Meio ambiente: Greenpeace divulga ranking verde

O Greenpeace divulgou novo ranking verde dos eletrônicos. Esse grau de sustentabilidade é medido com base nas políticas de reciclagem, na responsabilidade com o descarte de produtos pelos usuários e na prática de eliminar materiais tóxicos dos produtos. No quesito eletrônicos verdes, a Nokia aparece como a empresa mais "verde" da lista, somando uma pontuação próxima de 7. Com notas entre 5 e 6 estão empresas como Samsung, Sony Ericsson, Toshiba, LG, Motorola, Sony e Panasonic. Com média abaixo de 5 estão as grandes fabricantes de PCs - HP, Dell, Acer, Apple, Philips e Sharp. A Lenovo ficou abaixo da nota quatro. Atrás dela está a Microsoft, com nota próxima a 3. A Nintendo, que fabrica o console Wii, é a grande vilã do meio ambiente, a nota não chega a 1.

Redação Sport Marketing