7 de nov de 2008

César Cielo não renova com Speedo

César Cielo ainda não renovou contrato com a Speedo e pode não usar mais o maiô LZR, com o qual conquistou as medalhas de ouro e de bronze dos 50 e 100 metros livre nos Jogos Olímpicos de Beijing. Flávia Cielo, mãe e empresária do nadador, estuda trocar a fornecedora de material esportivo do atleta para a próxima temporada. "Gosto muito do pessoal da Speedo, mas tenho que pensar no melhor para o Cesão, não é? A Speedo desenvolve um material muito bom, mas que é projetado em outros nadadores. Nas empresas que estou conversando, o Cielo receberia uma atenção diferente. Os maiôs que ele utilizaria seriam feitos sob medida para ele. Além disso, ele também ajudaria no desenvolvimento de maiôs" - disse Flávia em entrevista ao UOL Esporte. Flávia, que recentemente assumiu a função de empresária do filho, prefere não dar pistas de qual seria o provável novo fornecedor de material esportivo de Cielo. No entanto, segundo ela, a Speedo deixou as portas abertas caso ela não consiga fechar com outra empresa.

Redação Sport Marketing

Michael Phelps vira empreendedor

Michael Phelps e o técnico dele, Bob Bowman, formaram uma parceria para gerenciar a piscina onde o multicampeão olímpico começou a treinar aos sete anos. O parceiro dos dois, Aquatic Ventures LLC, adquiriu o controle do Meadowbrook Aquatic Center e do North Baltimore Aquatic Club, que produziu Phelps e outros seis campeões olímpicos durante quatro décadas. "Estamos extasiados de estar em casa" - disse Bowman. "Esta é a nossa casa". Bowman disse que ele e Phelps manterão a piscina como local para recreação e competições de natação. Phelps, que ganhou oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing também estará envolvido nas decisões sobre o local."Nós continuaremos nossa missão de desenvolver o nível dos nadadores olímpicos com o foco na nossa comunidade", Phelps e Bowman disseram em um comunicado. "O escopo do nosso programa será sempre mais do que treinar atletas competitivos".

Redação Sport Marketing

Meritocracia no repasse de recursos às Confederações em 2009

Implantar nova definição de metas para acelerar a evolução qualitativa do esporte brasileiro ampliando o número de modalidades em finais mundiais, pan-americanas e olímpicas; adotar um sistema de distribuição com mais equilíbrio, reduzindo as diferenças entre valores mínimos e máximos para as Confederações; estimular o crescimento de esportes individuais que disputam muitas medalhas. Estes são os principais objetivos do Comitê Olímpico Brasileiro para o ciclo olímpico até Londres 2012, que norteiam o estudo apresentado às Confederações Brasileiras Olímpicas nesta sexta-feira, dia 7, sobre os novos critérios de repasse dos recursos da Lei Agnelo/Piva para 2009. O COB analisará as propostas e sugestões das Confederações a partir deste estudo e, no dia 3 de dezembro, apresentará a distribuição final de repasses para o próximo ano. “Diminuímos a diferença entre as que recebem mais recursos e as que recebem menos. O intuito é manter a base das que já atingiram um patamar técnico e premiar aquelas que estão no caminho do desenvolvimento, promovendo a aproximação do nível técnico entre as Confederações. Este é um trabalho de médio e longo prazo que reconhecerá os esportes que atingirem as metas estabelecidas”, explicou o superintendente executivo de esportes do COB, Marcus Vinicius Freire, que fez a apresentação técnica às Confederações. O estudo apresentado pelo COB para a definição dos novos critérios de repasse no próximo ano se baseou principalmente nos resultados técnicos das Confederações no último ciclo olímpico (2004 a 2008), incluindo campeonatos mundiais, Jogos Pan-americanos e Jogos Olímpicos. Além disso, foram consideradas pelo COB a relevância entre os recursos da Lei Agnelo/Piva e de patrocínios em cada Confederação e o número de modalidades por entidade. O COB vai trabalhar com as Confederações na elaboração de um plano de metas para o quadriênio 2009/2012, extensivo a 2016. Essas metas orientarão a revisão anual da distribuição dos recursos dentro do princípio da meritocracia. A estimativa de orçamento do COB para 2009 prevê uma arrecadação de R$ 75 milhões. Descontados os 10% que o COB é obrigado por lei a investir no esporte escolar (R$ 7.500.000,00) e os 5% (R$ 3.750.000,00) no esporte universitário, dos 85% restantes (R$ 63.750.000,00), 60% serão repassados às 27 Confederações cujas modalidades integrarão o programa dos Jogos Olímpicos Londres 2012 (exceto a CBF, que não recebe recursos públicos) e 40% ficarão no COB, que aplicará os recursos no apoio técnico às Confederações e em sua manutenção. Se houver arrecadação excedente, o valor será destinado a um fundo para utilização pelas Confederações. Em todos os casos os recursos serão repassados às entidades mediante projetos aprovados pelo COB. O estudo apresentado pelo COB substitui os percentuais fixos por valores nominais. Desde 2002, quando do início dos repasses dos recursos, as Confederações vinham sendo remuneradas através de percentuais fixos, entre um teto de 4% e um mínimo de 0,5% do total repassado às entidades. Em 2008 o teto orçado correspondeu a R$ 2.278.000,00 para seis Confederações: atletismo, basquete, desportos aquáticos, ginástica, vela e vôlei. O valor mínimo orçado foi de R$ 569.500,00, com exceção para o beisebol e softbol e aos esportes de gelo e de neve, cujo orçamento foi de R$ 284.750,00. A partir de 2009, a proposta passa a considerar um valor máximo orçado de R$ 2.500.000,00 para as confederações de atletismo, desportos aquáticos, judô, vela e vôlei. Já o valor mínimo orçado será de R$ 700.000,00, um aumento de 23%, e beneficiará sete modalidades: badminton, esgrima, hóquei sobre a grama, levantamento de peso, lutas, pentatlo moderno e tiro com arco. Em 2008 o orçamento dessas Confederações foi de R$ 569.500,00. Os esportes de gelo e de neve receberão um valor mínimo de R$ 500.000,00. Por não integrar o programa dos Jogos Olímpicos Londres 2012, a Confederação de beisebol e softbol deixará de receber recursos da Lei Agnelo/Piva. Satisfeito com a boa receptividade das Confederações ao estudo preliminar do COB, o presidente da entidade, Carlos Arthur Nuzman, destacou que a Lei Agnelo/Piva não consegue sozinha suprir todas as necessidades do esporte brasileiro. “A Lei Agnelo/Piva é importantíssima, mas corresponde a apenas um terço das necessidades dos esportes olímpicos. Em 2009 o COB passará a prestar novos serviços às Confederações, entre eles a assessoria técnica, jurídica e financeira para a montagem de projetos de leis de incentivo. Isso é fundamental para a captação de novos recursos pelas Confederações”, afirmou Nuzman.

Redação Sport Marketing

Michelin lança promoção Rally Dakar

A Michelin lançou uma promoção em que o ganhador receberá brindes exclusivos e até uma viagem para o trecho latino-americano do Rally Dakar. Para concorrer ao grande prêmio, o consumidor deverá adquirir dois pneus BFGoodrich nas revendas da rede. A ação baseia-se no patrocínio da marca ao esporte, que este ano inova com um trecho entre Chile e Argentina. A ação será reforçada por peças publicitárias em 250 pontos-de-venda, TVs e mídia exterior.

Redação Sport Marketing

Mercado: Apple no segmento dos smartphones

A Apple ocupa o segundo lugar no segmento dos smartphones, com uma fatia de 17,3 % do mercado. O estudo é da Canalys, que classifica a Apple como o segundo maior fabricante de smartphones mundial. A empresa é ultrapassada apenas pela Nokia, estando já à frente da Research in Motion (RIM). Segundo o site TG Daily, a Nokia continua dominando este segmento, com 38,9% do mercado, o que corresponde a 15,5 milhões de unidades vendidas no terceiro trimestre deste ano. A Canalys estima que a Apple tenha vendido 6,9 milhões de unidades, que correspondem a uma quota de mercado de 17,3%, enquanto que a RIM vendeu 6,1 milhões de smartphones para uma quota de mercado de 15,2%. A Apple aumentou as vendas em mais de seis vezes e a RIM teve um aumento de 80 % nas vendas. A Nokia foi a única empresa do top cinco de fabricantes a ver as vendas diminuir em 3,8 %. A Apple aumentou também a força de trabalho em 48% em 2008, impulsionada pelas fortes vendas de iPhones e iPods. Em relatório enviado a SEC, a companhia informou a contratação de 32 mil trabalhadores de tempo integral e de 3.100 empregados temporários. No ano fiscal de 2007, a Apple aumentou a folha de pagamentos com 21 mil novos funcionários em período integral e outros 2.100 empregados provisórios. Despesas com pesquisa e desenvolvimento em 2008 também foram maiores do que as do ano anterior. De acordo com a Apple, foi gasto 1,1 bilhão de dólares nessas áreas, valor 40% mais alto do que o registrado em 2007.

Redação Sport Marketing