19 de out de 2008

David Beckham é embaixador da Inglaterra para Copa do Mundo

O jogador inglês David Beckham, atualmente no Los Angeles Galaxy, foi nomeado vice-presidente da candidatura da Inglaterra para receber a Copa do Mundo de 2018. Ele vai ajudar um comitê executivo recém-formado a levar o maior evento do futebol novamente para o país. A última e única vez que a Inglaterra foi sede do Mundial da FIFA foi em 1966."Estou muito orgulhoso por fazer parte da candidatura para Copa de 2018, e farei tudo o que for possível para levar o torneio para a Inglaterra" - disse o jogador, que já participou da disputa do país para organizar os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres. Beckham não está sozinho nessa missão. Também faz parte da comisssão o treinador John Barnes, que assumirá o comando da seleção da Jamaica no próximo mês. Outros vice-presidentes serão anunciados em breve. Bélgica e Holanda em um candidatura conjunta concorrem com a Inglaterra para sediar a Copa de 2018. Austrália e China ainda não confirmaram, mas também devem entrar na disputa.

Redação Sport Marketing

Figueirense lança quarto uniforme

O Figueirense lançou na loja oficial a pré-venda do quarto uniforme do time. A camisa é listrada em tons de dourado, com detalhes em vermelho e deve ser inaugurada em um dos próximos jogos do Campeonato Brasileiro. O produto já começou a ser comercializado na Figueira Store ao preço de R$ 159,90 o modelo adulto/masculino e R$ 99,90 o feminino/infantil. Os 50 primeiros compradores terão direito a acompanhar o jogo contra o Fluminense (30/10), ou contra o Náutico (23/11), no camarote da Umbro ou nos Setores “A” e “C” do Estádio Orlando Scarpelli.

Redação Sport Marketing

Ex-presidente da Câmara de Beijing condenado à morte

Casos e escândalos de suborno e propina relacionados à gestão esportiva e mega eventos não são exclusividade do Brasil. Liu Zhihua, afastado em 2006 por corrupção do cargo de vice-presidente da Câmara de Beijing, onde era responsável pelos projetos de construção das infra-estruturas dos Jogos Olímpicos de 2008, foi condenado à morte, mas teve a pena suspensa. De acordo com a imprensa oficial chinesa, Liu Zhihua, 59 anos, foi acusado de ter beneficiado do cargo de vice-presidente da Câmara para receber subornos de vários milhões de yuans e por ter atribuído ilegalmente projetos de construção. Liu foi condenado à morte, com pena suspensa de dois anos, por um tribunal da cidade de Hengshui, na província de Hebei. Este tipo de condenações funciona em geral como uma pena de prisão. Liu foi condenado por ter recebido 6,97 milhões de yuan (cerca de um milhão de dólares, de subornos enquanto vice-presidente da Câmara e diretor de um parque de ciências de 1996 a 2006, segundo um documento do tribunal citado pela Nova China."Os subornos foram recebidos por Liu e pela mulher dele Wang Jianrui. Liu abusou do
poder para obter projetos de contratos, de empréstimos e oferecer promoções a outras pessoas em troca de contrapartidas" - indicou a Nova China, citando a decisão do tribunal.

Redação Sport Marketing

A marca Ronaldinho vende bem

O Milan está mais do que satisfeito com a contratação de Ronaldinho Gaúcho. De acordo com o presidente do clube, Adriano Galliani, em declaração à imprensa internacional, lojas oficiais do clube já venderam mais de 18 mil camisas com o número 80 e com o nome do jogador. Além disso, mais empresas compraram placas de publicidade do clube para associar a marca ao Milan por causa do atleta. O Milan, que pagou 21 milhões de euros, (cerca de R$ 60 milhões) para levar Ronaldinho de Barcelona há três meses, já começa a obter seus primeiros lucros com a chegada do craque. Segundo o presidente , financeiramente, o clube italiano só teria o que comemorar com a contratação do brasileiro. "Os patrocínios estão sempre aumentando com Ronaldinho. A chegada dele ainda transformou a Copa da Uefa em quase uma Copa dos Campeões. Trouxemos Ronaldinho primeiro para o time, e depois por razões de marketing. Com ele na equipe vamos mostrar que somos um time de Copa dos Campeões sempre. Pela primeira vez, vendemos todos os espaços destinados a publicidade" - disse o cartola.

Redação Sport Marketing

Londres faz as contas diante do novo cenário

Conter despesas. Essa é a palavra de ordem que parece nortear o LOCOG - London Organizing Committee Olympic Games - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres. Embora Londres tivesse declarado antes da crise financeira mundial que os Jogos de 2012 não seriam iguais aos de Beijing, do ponto de vista de gastos e de megaestruturas, as quedas das bolsas e os problemas financeiros que assolam os países do planeta, ratificaram a idéia inicial de não gastar muito na elaboração dos Jogos. Assim sendo, é provável que as megaestruturas e alojamentos temporários da proposta original sejam descartados em favor de edifícios já existentes, em um esforço por permanecer dentro da proposta de 9,2 bilhões de libras (US$ 16,310 bilhões). A crise de crédito proporcionou a oportunidade de reduzir ambições sem perder a credibilidade. "Claramente, com o clima econômico atual, é prudente considerar nossos recintos temporários para ver que outras alternativas poderiam existir usando as estruturas existentes. O processo está sendo analisado" - informou um comunicado oficial dos organizadores dos Jogos de 2012.
Londres, que estará sediando os Jogos Olímpicos pela terceira vez na história do mega evento (1928, 1948, 2012) tem muitas opções de locais esportivos. A preocupação está em torno da Vila Olímpica e do Parque Olímpico - projetos do setor público-privado que, segundo estimativas, deverão custar 1 bilhão de libras e, o centro de imprensa, de 400 milhões de libras. Segundo autoridades olímpicas, a incapacidade de assegurar os empréstimos bancários poderá resultar em um possível déficit de 250 milhões de libras. Na Vila Olímpica, que normalmente é vendida após o evento, a desvalorização dos preços dos imóveis, poderá reduzir as possibilidades de recuperar o dinheiro investido. Desta forma, poderá haver uma consequente redução do número de apartamentos olímpicos de 4.200 para 3 mil. Caso o investimento necessário não seja alcançado, a Vila poderá ser estatizada e, para isso, o governo já está considerando lançamento de bônus especiais para ajudar a financiar a Vila e outras instalações. Já a área de 120 mil metros quadrados do centro de imprensa poderá ter que ser reduzida depois dos jogos porque não se conseguiu encontrar um patrocinador. Um dos fatores que implicaram em altos custos em Atenas (2004) e em Beijing (2008) é a segurança. Porém, o LOCOG não pode esquecer que Londres é uma cidade multicultural, na qual transitam vários povos de diversas religiões e, neste quesito, Londres precisará abrir os cofres, caso não queria sofrer com as ameaças de boicotes.

Redação Sport Marketing