10 de ago. de 2008

Veterana dos Jogos faz história em Beijing

A norte-americana Dara Torres tornou-se, aos 41 anos, a nadadora mais velha da história olímpica a conquistar uma medalha olímpica. Dara, patrocinada pela Speedo e pela Toyota, ganhou a medalha de prata nos 4x100 metros livres. O ouro ficou com o quarteto holandês. Veterana de cinco Jogos Olímpicos (outra recorde para uma nadadora, sendo que o primeiro foi Los Angeles 1984, quando ganhou o ouro nos 4x100 metros), Dara Torres, que tem quatro medalhas de ouro olímpicas, obteve a 10.ª medalha da carreira em Jogos Olímpicos. "Penso que Michael Phelps vai conseguir superar-me facilmente" - afirmou a norte-americana que tem atuado também como modelo e, na televisão, como repórter e apresentadora de canais como NBC, ESPN TNT, OLN and Fox News Channel. Torres é judia por parte de pai e esteve na Universidade da Flórida, onde recebeu 28 condecorações. Atualmente é casada e tem uma filha chamada Tessa.

Redação Sport Marketing - Beijing 2008

Cadê os outros jogadores da seleção brasileira?

A pergunta que não quer calar com relação à seleção brasileira masculina de futebol é: o que está por trás dos elogios infinitos e cansativos de Galvão Bueno ao jogador Ronaldinho Gaúcho? Seria a Nike? Enquanto o futebol caracteriza-se por ser um esporte coletivo, Ronaldinho Gaúcho é foco de quase todas as matérias especiais e pautas da Globo sobre a seleção masculina de futebol em Beijing e, quando ele não é o foco principal, sempre está dando depoimento. Ao que tudo indica, Alexandre Pato e jogadores mais novos, que também merecem espaço na mídia pelo desempenho no evento, estão em segundo plano e no banco de reservas das pautas do esporte da Globo. Vamos e venhamos, Ronaldinho Gaúcho não está fazendo nada além do que espera-se de um atleta com o retorno milionário salarial e de patrocínio que ele tem. Outra: Ronaldinho sabe que os Jogos Olímpicos, assim como a Copa do Mundo, são vitrines de mega importância para a Nike, empresa que o patrocina. Por isso também, Ronaldinho está aproveitando os focos das câmeras para atuar com 'felicidade' e pousar de bom moço, tentando fazer com que a torcida se esqueça das baladas que o afastaram do bom caminho do gol e do título da Copa do Mundo de 2006. Coincidentemente, vale lembrar, a Nike também é a patrocinadora da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Será que a Globo está levando isso em conta, já de olho na venda de pacotes para a Copa de 2014? Custa-nos acreditar que todos os repetitivos elogios e todas as matérias com Ronaldinho Gaúcho (que já encheram a paciência do torcedor) são sinônimo de falta de criatividade da equipe da Globo! Uma coisa é fato: depois que o Sportv (canal a cabo da Rede Globo) transmitiu, com exclusividade, o jogo "Amigos de Messi x Amigos de Ronaldinho", o gaúcho não sai mais da telinha da 'nave mãe' , que insiste em levá-lo de volta para uma constelação das estrelas do futebol, da qual ele já fez parte um dia, mas que hoje em dia, não está mais. Ronaldinho Gaúcho, baladeiro, barrigudo, virou o bom moço, a salvação do Brasil nos Jogos Olímpicos! Uma verdade seja dita: se com todo um time atrás dele, ele ainda deixa a desejar, sozinho, Ronaldinho não faz nada! Tá na hora de mudar o foco das câmeras, mudar a pauta e mostrar outros talentos! Ninguém aguenta mais tanto Ronaldinho Gaúcho na Globo - do Bom dia Brasil ao Fantástico! (ler matéria arquivo Sport Marketing - Atrás de 'boas ações', boas ações de marketing).

Redação Sport Marketing

México deseja F1

Bernie Ecclestone, chefe da F1, anunciou que pode ter dois novos GPs temporada de 2010. O primeiro será o retorno do GP do México, onde três cidades estariam na disputa: Puebla, Tijuana e Cancun. Os mexicanos não vêem uma corrida em casa desde 1992, quando o apoio do governo federal foi cortado. “Algumas mudanças serão feitas a partir de 2010 e, se acontecer, o México terá que trabalhar duro para ter uma pista apropriada. Mesmo assim temos que esperar se Bernie Ecclestone incluirá ou não o México” - declarou o vice-presidente da FIA, Jose Abed.

Redação Sport Marketing

Rede Record o canal campeão do futuro

Primeiro a Rede Record comprou com exclusividade, os direitos de transmissão para o Brasil do pacote do IOC - International Olympic Committe - Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver (2010) e Jogos Olímpicos de Verão de Londres (2012). Agora, a emissora, deu um novo olé na Rede Globo e adquiriu, com exclusividade, os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de 2011,que serão realizados em Guadalajara, no México. O contrato vale para todas as mídias, incluindo TV e internet. O acordo foi assinado em Beijing, por executivos da emissora e integrantes do comitê organizador do evento. Segundo fontes da Record, o valor da negociação está em torno de US$ 10 milhões. Para o evento no Reino Unido daqui a quatro anos, o canal decidiu não revender os direitos para nenhuma concorrente de TV aberta (ler matéria arquivo Sport Marketing - Record pretende bater sozinha recorde dos Jogos de 2012). Se continuar assim, em breve, os canais concorrentes vão ter que ficar com um pires na mão pedindo cinco minutos de imagens dos maiores eventos do planeta!

Redação Sport Marketing

A supremacia Phelps - medalha 1

O norte-americano Michael Phelps conquistou a primeira de oito medalhas a que se propôs nos 400 metros estilos livre. De quebra, Phelps bateu o recorde mundial, que era dele, ao terminar com o tempo de 4:03,84, quase menos dois segundos que o anterior. O húngaro Laszlo Cseh, outros dos principais candidatos ao pódio, terminou a prova com prata, mas muito atrás do fenômeno norte-americano, com 4:06,16. A medalha de bronze foi, também, para os Estados Unidos, desta feita para Ryan Lochte, com 4:08,09 minutos. A Speedo ofereceu a Phelps US$ 1 milhão em gratificação, caso o atleta supere a marca de sete medalhas de ouro olímpicas conquistadas em uma única edição olímpica pelo mito da natação Mark Spitz. Phelps, que ganhou seis medalhas de ouro e dois bronzes nos Jogos de Atenas 2004, atualmente soma sete contratos de endosso. O maior, estimado US$500,000 anualmente até 2009, é com Speedo. O contrato com a marca prevê a participação de Phelps em ações de ativação da marca, com os clientes de Speedo, em eventos corporativos e clínicas. Phelps é o nadador mais jovem a quebrar um recorde mundial e a nadador dos Estados Unidos mais jovem a se tornar profissional. O primeiro contrato com a Speedo foi assinado quando ele tinha 16 anos. Phelps é um rosto familiar desta geração e a popularidade dele aumentou os índices de audiências e a atenção da mídia em competições de natação. Os outros patrocinadores de Phelps são Visa, Omega, Power Bar, Argent e AT&T WirelesWireless. Mas, será que Phelps já transcendeu o esporte para se tornar uma marca? Em uma palavra. É possível que sim. As exibições de Phelps o tornam reconhecidamente como o maior do mundo. Será que Phelps como uma marca é páreo para Tiger Woods, o maior nome do golfe internacional? Ainda não, mas pode vir a ser.

Redação Sport Marketing - Beijing 2008

Portugal oferece bônus a medalhistas

Os atletas de Portugal estão no 'top ten' dos prêmios monetários em caso de medalhas de ouro nos Jogos. Portugal pretende dar o bônus de 30 mil euros pela medalha de ouro em Beijing. A prata vale 22 500 euros, o bronze garante 17 500 a cada atleta. O Comitê Olímpico de Portugal (COP) estabeleceu a meta mínima de conquista de quatro medalhas e, se as previsões tornarem-se realidade, o COP está preparado para desembolsar a quantia de 100 mil euros. Mesmo assim, estes prêmios ficam muito longe, por exemplo, dos 300 mil euros que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) acordou pagar a cada jogador da seleção em caso de vitória na Euro 2008, embora também seja verdade que, nesse cenário, que ficou longe de se concretizar, a FPF receberia da UEFA cerca de 23 milhões de euros. Vale ressaltar que o IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI), não premia atletas e nem CONs - Comitês Olímpicos Nacionais em caso de vitórias ou medalhas, em nome do "espírito desportivo". Entretanto, o COI divide em fatias iguais o bolo das arrecadações referentes ao evento, entre todos os CONs (202). Por outro lado, sabe-se que o ouro olímpico, a exemplo do que acontece há várias edições dos Jogos, abre caminho para excelentes contratos de patrocínios com grandes marcas internacionais.

Redação Sport Marketing - Beijing 2008

McDonald´s é combustível de medalhista

O nadador americano Ryan Lochte, medalha de bronze nos 400 m medley nos Jogos Olímpicos de Beijing, deu uma declaração no mínimo inusitada aos jornalistas do mundo inteiro após subir no pódio olímpico: "Acordei hoje às 6h (hora local) e fui comer no McDonalds" - disse o nadador que não é patrocinado pela rede americana de fast food, mas, que, ao que tudo indica, já garantiu um novo patrocinador para as próximas edições dos Jogos Olímpicos. Depois de um merchandising destes, certamente, em breve iremos ver Ryan Lochte nas propagandas ao lado do Ronald. Apesar do inusitado café-da-manhã, Lochte, patrocindado pela Speedo, ficou na terceira posição dos 400 metros medley, atrás apenas do também americano Michael Phelps, com quem divide o quarto na Vila Olímpica, e do húngaro Laszlo Cseh, que levou a prata. Ryan Lochte chegou aos Jogos Olímpicos de Beijing, após quebrar três recordes mundiais no nado de costas, durante o Mundial de Natação FINA 2008.

Redação Sport Marketing - Beijing 2008

Flavio Briatore enriquece com direitos de tv da F1

O jornal britânico 'The Daily Telegraph' reportou que o italiano Flavio Briatore da equipe Renault faturou mais de US$ 11 milhões graças ao controle dos direitos de transmissão da F1 na Espanha. De acordo com o períódico inglês, a renda de Briatore na britânica Stacourt foi US$ 2 milhões maior do que há um ano, quando a Stacourt somou US$ 23 milhões graças ao acordo com a emissora espanhola Telecinco, que paga pelos direitos de trabsmissão da F1. Briatore obteve os direitos espanhol do amigo, parceiro de negócios e chefão da F1 Bernie Ecclestone em 2002. Desde então, o sucesso de Fernando Alonso na Renault ajudou a aumentar a popularidade da categoria na Espanha. Em acordo estimado em cerca de US$ 1,5 bilhão pela imprensa espanhola no último ano, os direitos de transmissão da F1 serão transferidos da Telecinco para La Sexta em 2009.

Redação Sport Marketing

Aros olímpicos marcam Jogos e vidas

A marca mais conhecida do mundo é encontrada em todos os lugares de Beijing. Os cinco aros, símbolo olímpico e do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) estão, inclusive, nos corpos dos atletas. Nas costas, nas pernas, nas cochas os valores que inspiram os cinco aros interligados, apresentado por Coubertin em 1914 no Congresso Mundial, têm marcado a ferro a mente de pessoas em todo o mundo. O livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros - selo COB Cultural, escrito pelo Chefe da delegação Brasileira e diretor voluntário do COB, Marcus Vinicius Freire, em parceria com a jornalista Deborah Ribeiro, aborda em detalhes a evolução da importância dos aros do ponto de vista de marketing e como o COI passou a aproveitar as propriedades que os aros inspiram como marketing do evento. Segundo alguns estudiosos, a inspiração do Barão para o símbolo olímpico veio de uma propaganda dos pneus Dunlop, cujo anúncio mostrava pneus de bicicleta, entrelaçados, segurados por anjos. Desde que foram instroduzidos até os dias de hoje, os aros ganharam propriedades intelectuais valiosas e essenciais para os ideais de marketing de longo prazo do COI e do Movimento Olímpico, que estabeleceu uma imagem durável e valiosa ao longo dos anos. Essa imagem está baseada em conceitos sublimes como celebração da humanidade, cultura, arte, educação e do espírito esportivo, conceitos que certificaram ao Movimento Olímpico um poder simbólico capaz de carregar muitos ideais com valores humanos. Os aros olímpicos são os espelho dessas qualidades.

Redação Sport Marketing - Beijing 2008