17 de jul. de 2008

Uruguai lança selos olímpicos

O correio do Uruguai lançará semana que vem um selo comemorativo em homenagem aos Jogos Olímpicos de Pequim, informaram hoje fontes oficiais. selo será apresentado no próximo dia 22 na sede do comitê olímpico uruguaio, juntamente à apresentação de outra estampa em comemoração ao centenário da Federação Internacional de Natação (FINA). A delegação uruguaia em Beijing contará com 12 esportistas, que representarão o país nas modalidades de atletismo, ciclismo, natação, remo, tiro e vela.

Redação Sport Marketing

Esporte Clube Bahia com problemas na justiça

Além das suspeitas sobre a ligação do Bahia com empresas laranjas do banqueiro Daniel Dantas, as contas o time referentes aos exercícios financeiros 2005 e 2006 foram rejeitadas pela Justiça Estadual. O fato ocorre uma semana depois das insinuações da Polícia Federal do clube ter sido usado para lavagem de dinheiro de um fundo de investimentos do Grupo Opportunity. O clube nega o envolvimento. A ação, de autoria do sócio e conselheiro Jorge Pires, ingressada em julho do ano passado, teve sentença favorável publicada no Diário do Poder Judiciário. De acordo com o portal Tarde on Line, o juiz Manuel Bahia, substituto da 4ª Vara Cível de Salvador, condena o presidente Petrônio Barradas a apresentar uma nova documentação, corrigida, no prazo de 48 horas. Se não fizer isso, não poderá mais tentar impugnar as peças de Pires, que já vislumbra a próxima medida a ser tomada: a destituição de Barradas e de todo o Conselho Deliberativo do clube, que aprovou as contas consideradas irregulares em julho de 2007, fora do prazo legal e estatutário. A decisão judicial também cobra esclarecimentos tanto sobre o contrato com o Opportunity, firmado em 1998, quanto sobre as negociações de lá para cá da empresa Bahia S/A. A assessoria de imprensa do clube divulgou papelada para provar que a venda do lateral-direito Daniel Alves ao Sevilla, em 2004 (hoje no Barcelona e da Seleção Brasileira), ocorreu sem cometimento de nenhum dos crimes investigados pela Polícia Federal baiana, como evasão de divisas e fraude ao sistema financeiro nacional. A nova situação enfrentada por Petrõnio Barradas acontece exatos sete meses após a juíza Aidê Ouais, da 8ª Vara Fazenda Pública, determinar o afastamento do cartola, acatando liminar do Ministério Público Estadual. A alegação, na época, era de que o presidente seria um dos resposnsáveis pela tragédia da Fonte Nova, em 25 de novembro último, quando sete torcedores do Bahia morreram no desabamento de uma laje da praça esportiva. O retorno de Barradas se deu seis dias depois, amparado em agravo de instrumento, que conferiu efeito suspensivo à decisão, aceito pela desembargadora Vera Lúcia Freire de Carvalho.

Redação Sport Marketing

TIM em ritmo olímpico

A TIM criou um hotsite especial sobre os Jogos Olímpicos. Ao acessar o Portal TIM WAP, os clientes poderão acompanhar em tempo real as competições disputadas por atletas brasileiros, além de ter acesso às últimas notícias, quadro de medalhas, fotos das competições, modalidades, perfis dos atletas brasileiros, guia do torcedor e mural para os usuários deixarem mensagens. Para entrar no clima da competição, a TIM disponibiliza conteúdos para serem baixados e personalizarem os celulares dos apaixonados por esportes. Sons, wallpapers (papéis de parede), jogos Java, Desafio SMS, PodCast com curiosidades e charadas olímpicas, além de vídeos das cassetadas com os piores momentos vão deixar os clientes no ritmo do maior evento esportivo do ano. Para fazer download dos conteúdos e navegar pelo hotsite, basta o cliente acessar o Portal TIM WAP via celular, selecionar o link Esportes e, em seguida, Olimpíadas 2008. Ou, se preferir, enviar gratuitamente uma mensagem de texto para o número 9696 com a palavra OLIMPIADAS. Cada som monofônico custa R$ 2,99, polifônico, R$ 3,99, e truetone (trecho real de música), R$ 4,99. Já o wallpaper, R$ 3,99; o jogo Java, a partir de R$ 5,99 e o vídeo, com valor promocional, custa R$ 2,99 mais a navegação do Portal TIM WAP, de acordo com o plano contratado pelo cliente. As fulltracks, Podcasts e notícias online são promocionalmente gratuitos e o custo é somente do tráfego de dados.

Redação Sport Marketing

Ignorância olímpica

Ignorância olímpica, do verbo ignorar, não ter conhecimento sobre. Essa é a única explicação para a notícia veiculada esta semana sobre a retirada os aros olímpicos da logomarca de candidatura olímpica do Brasil para os Jogos de 2016, a fim de evitar uma punição do Comitê Olimpíco Internacional (COI). Para esclarecimento geral, todo Comitê Olímpico Nacional, tem direito a utilizar os aros olímpicos, vide a logomarca do COB, composta pela bandeira brasileira e pelo símbolo máximo do Movimento Olímpico. Em ocasiões especiais, a meta da utilização dos aros deve ser comunicada ao COI, mas a entidade entende que, partindo de um CON - Comitê Olímpico Nacional, a utilização estará sempre dentro das normas estabelecidas pela Carta Olímpica. Portanto, achar que o Brasil estaria utilizando os aros de forma inconsequente, colocando em risco a candidatura do país, é no mínimo, ignorância olímpica e no máximo, falta de consciência da capacidade dos profissionais do COB. Além disso, não é apenas a logomarca do Brasil que mudou após a primeira seleção da candidatura. Chicago, Tóquio e Madrid também incluíram o símbolo mais conhecido do mundo nas logomarcas. O burburinho foi tanto, que o COB precisou dar uma nota oficial, por meio da assessoria de imprensa, esclarecendo que a logomarca Rio 2016 foi aprovada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e que sempre teve duas versões: uma com os aros olímpicos e outra sem os aros. A marca com os aros olímpicos tem uso destinado a materiais institucionais e eventos oficiais da candidatura. Os três níveis de governo e demais parceiros da candidatura utilizarão nas ações a marca sem os aros olímpicos, já que apenas o COB e os parceiros do COI podem utilizar os aros. O livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros, descreve em detalhes esse assunto e é uma ótima dica de leitura para a secretária de Turismo, Esporte e Lazer do Estado do Rio, Márcia Lins. Ela teria dito a um jornal paulista que o COI tem sérias restrições contra o uso dos aros olímpicos nas logomarcas das candidaturas. "A gente pode sofrer penalidade por isso. O COI pode até, dependendo da gravidade, nos desclassificar da candidatura" - disse a secretária sem profundo conhecimento de causa. Pior do que dizer, é publicar tamanho absurdo!

Redação Sport Marketing