2 de jul. de 2008

Olympikus no meio do caos da Gávea

O recurso contra a liminar da Nike foi julgado, mas o Flamengo não teve sucesso. O contrato com a empresa continua em vigor e o time usará o antigo uniforme contra o Náutico. Enquanto isso, a Olympikus aguarda o imbróglio para lançar o novo uniforme e uma campanha de R$ 5 milhões. Vale ressaltar, que no contrato entre Olympikus e Flamengo existe uma cláusula especial, caso o clube volte a usar os produtos Nike protegendo o investimento inicial da Olympikus no time da Gávea. Resta saber, até quando a Olympikus pretende bancar esse contrato e os problemas que ele já traz para a marca.

Redação Sport Marketing

Penalty grava campanha com Rodrigo Santoro

Rodrigo Santoro é o galã da mais nova campanha publicitária da marca esportiva Penalty. Os valores do cachê do ator não foram revelados. As cenas da propaganda, que só deve ser veiculada em agosto, foram gravadas na Praça Paris, no Centro do Rio de Janeiro. No comercial, Santoro disputa uma corrida com um rapaz até que os dois deparam com várias garotas.

Redação Sport Marketing

Ajax fecha patrocinio de sete anos

O Ajax, da Holanda fechou contrato de patrocínio com a empresa de seguros de vida e de fundos de pensão Aegon. A partir do novo acordo, válido pelos próximos 7 anos, a empresa passa a estampar a marca nas camisetas ofiicias do clube. Especula-se que o contrato renderá ao clube de 10 a 12 milhões de euros, dependendo dos resultados da equipe. A estréia do novo patrocinador em campo será no torneio amistoso que acontece em Amsterdã, junto com Arsenal, Inter de Milão e Sevilla. A meta da empresa é reforçar a marca não apenas na Holanda e na Europa, mas também nos mercados emergentes da Ásia e da América Latina. Esta é a primeira vez que a empresa investe no futebol, depois de patrocinar os jogadores de golfe Zach Johnson e Taylor Leon, dos EUA, e Lloyd Saltman, da Inglaterra e a patinadora no gelo Martina Sablikova, da República Tcheca.

Redação Sport Marketing

Reebok renova com Internacional

A Reebok renovou a parceria com o Internacional. A empresa segue como fornecedora de materiais esportivos do time e, além disso, irá auxiliar o clube na construção de um museu. A idéia é erguer uma obra definitiva com memorial e loja integrados, além de espaços interativos para os torcedores - como salas de áudio e vídeo com gols, jogos e conquistas históricas do clube. O custo do Museu do Inter está avaliado em R$ 2 milhões. O valor será devolvido à Reebok com o dinheiro dos royalties dos produtos negociados. O novo projeto tem como meta criar uma nova fonte de receita do clube, com a cobrança de ingresso para visitação e lucros com as vendas da loja.

Redação Sport Marketing

FIFA perde ação para ISL

A FIFA terá que pagar US$ 114,5 mil por conta da falência, em 2001, de um dos parceiros de marketing, a ISL. A investigação sobre a queda da ISL e da matriz ISMM ocorreu logo após queixa presentada pela própria FIFA. No entanto, o órgão se retirou do caso, com o argumento de que pretendia prosseguir o tema em um tribunal civil. Procuradores da cidade de Zug, onde as empresas estavam instaladas, reuniram acusações contra seis ex-executivos da ISMM (ler matéria arquivo Sport Marketing - Começa o julgamento do caso FIFA - ISMM/ISL). Três deles foram parcialmente condenados.O Ministério Público afirmou que os envolvidos poderiam pegar de três a quatro anos e meio de prisão. Os advogados de defesa alegaram durante o julgamento que a FIFA tinha consciência da dificuldade financeira da empresa e teria acelerado a falência com a ruptura de acordos comerciais com a empresa. A FIFA ainda não se pronunciou a
respeito.

Redação Sport Marketing

Fim de ação entre Red Bull e Force India

Com a falência da Super Aguri, os dirigentes da Force India e da Red Bull, que é dona da Toro Rosso, chegaram mais rapidamente a um acordo financeiro. Segundo a imprensa européia, a Red Bull pagou, através de negociações com Bernie Ecclestone, 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 11,52 milhões) à Force India, que então retirou a ação que movia na Justiça contra as equipes rivais.

Redação Sport Marketing

Continental pode estender patrocínio até Copa de 2014

A Continental AG, companhia do grupo norte-americano fabricante de pneus Continental Tire North America, Inc., (CTNA), estendeu contrato de patrocínio com a FIFA para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010. Como parte do acordo, a Continental tem a opção de estender o patrocínio até a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, ainda como patrocinadora oficial de pneus FIFA. "Este acordo de patrocínio continua uma estratégia que nós temos seguido desde 1995 para a marca Continental. Continuamos nosso enfoque no futebol como uma plataforma para crescente reforço da marca em nossos mercados de atuação" - explicou Dr. Alan Hippe, presidente da Continental. "Este patrocínio elevará a Continental no topo, entre as três marcas de pneus na Europa Oriental, Rússia, Ásia e a América do Sul, mais rapidamente do que seria por meio de publicidade tradicional" - salientou. Hippe adicionou que a Copa do Mundo de 2006 teve audiência de mais de 26 bilhões espectadores de TV, ao vivo, e também alcançaram níveis recordes no site oficial com mais de quatro bilhões de visitações. "A África do Sul é um objetivo natural para patrocínio" - disse Hippe.

Redação Sport Marketing

Meio Ambiente: Um príncipe com consciência ecológica

O Aston Martin que a Rainha Isabel II ofereceu ao príncipe Charles no dia do 21.º aniversário foi convertido para poder funcionar a sobras de vinho. E os outros veículos - vários Jaguar, um Audi e um Range Rover - necessitam de óleo de cozinha para poder andar. A informação foi divulgada no relatório anual de contas da Clarence House, segundo o qual o príncipe reduziu em 18% as emissões de carbono dos veículos da Família Real. Mas estas não foram as únicas alterações efetuadas pelo príncipe ecológico. A água da chuva, por exemplo, é usada para as descargas na casa de banho da sala em que Charles recebe o público, em Highgrove. Além disso, os trabalhadores no Palácio de St. James, em Londres, receberam bicicletas para se deslocarem.Até as vacas da propriedade, perto de Highgrove, estão fazendo o papel ecológico, segundo indicou o secretário pessoal do príncipe ao jornal britânico The Guardian: "Os nossos animais libertam menos metano porque são melhor alimentados e comem mais ervas."O objetivo do herdeiro britânico é reduzir as emissões de carbono em 12,5% até 2012, mas, depois do sucesso de 2007, essa meta foi revista, sendo agora de 25%. Para a atingir, Carlos efetuou as alterações nos carros e planeia usar, sempre que for "prático e possível", vôos comerciais e não os aviões privados.

Redação Sport Marketing