22 de mai de 2008

Quem dá mais no leilão da Gávea?

Um leilão. Isso é o que parece ter se transformado o contrato de fornecimento de materias esportivos do Flamengo. Depois de deixar público problemas de relacionamentos, espernear, esbravejar, ameaçar rescisão unilateral de contrato com a maior fabricante de materias esportivos do mundo, o Flamengo dá indícios de que relação estremecida ainda tem chances de reconciliação. O vice-presidente de futebol Kléber Leite teria afirmado, em palestra numa universidade do Rio de Janeiro, que a Nike ainda pode aumentar a proposta da Vulcabrás, de R$ 20 milhões, para continuar fornecendo o material esportivo do Flamengo. O casamento do Flamengo com a multinacional começou a cair por terra quando a marca resolveu confeccionar uma camisa comemorativa do título estadual um dia antes do jogo final. O clube procurou novas parceiras e a Vulcabrás, representante da Reebok e da Olympikus no Brasil, teria sido a empresa que fez a melhor proposta (ver arquivo de matérias Sport Marketing).

Redação Sport Marketing

Grêmio pode vir a ter o reforço da Traffic

O Grêmio pode vir a ter um reforço a mais. A Traffic, empresa de marketing esportivo e que atualmente tem uma parceira com o Palmeiras, estaria interessa em investir no time. A notícia foi veiculada pela rádio Gaúcha que destacou que a intenção da empresa é expandir as negociações de jogadores entre os clubes brasileiros e do exterior. Se um acordo for fechado, o Tricolor gaúcho teria como negociar a dívida que tem com o meia Zinho, representado pela Traffic, que chega a R$ 6 milhões.

Redação Sport Marketing

CBF perde recurso contra a VIVO

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) perdeu o recurso que havia solicitado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), no qual a entidade tentou quebrar unilateralmente o contrato de patrocínio com a operadora de telefonia celular VIVO o qual começou a vigorar em 2005 e só termina após a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Desde maio de 2007, a CBF tenta acabar com as relações com a VIVO, sob a alegação que a empresa não cumpriu os compromissos contratuais e que a receita proveniente da exploração da marca da Seleção Brasileira está abaixo do esperado pelo acordo. O contrato dá à VIVO o direito de estampar a marca nas mangas das camisas de treino da Seleção (foto) e nos back drops (painéis) de entrevistas coletivas da entidade. A defesa da operadora se baseia na alegação que nenhum valor fixo foi combinado para este caso e que a renda gerada pela comercialização de produtos relacionados a telefonia celular dependem diretamente do desempenho da Seleção Brasileira. Nas páginas do processo, a CBF afirma que poderia receber cerca de US$ 6 milhões (R$ 9,9 milhões) a mais por ano se tivesse um novo contrato de patrocínio.

Redação Sport Marketing

Mercado: Schincariol compra a cervejaria Cintra

A Schincariol comprou a marca e a rede de distribuição da cervejaria Cintra por R$39 milhões. A compra consolida o grupo Schincariol como o segundo maior produtor da bebida no país, passando de 12,1% para 12,9% do mercado nacional. Apesar do crescimento geral, o negócio impacta mais a participação da Schincariol no Rio de Janeiro. Antes com 1,5% do volume do estado, o grupo passa agora a deter 6,5% da fatia. O Rio é responsável por 60% das vendas da cervejaria adquirida e deve ser o foco de expansão do grupo junto com Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e região Sul. Esta foi a quinta aquisição do Grupo desde o início do ano passado. A pretensão é investir R$1 bilhão em expansão até o fim do ano – o grupo não divulga o quanto já foi gasto. No começo do mês, houve a compra da catarinense Eisenbahn, por valor estimado em R$100 milhões por analistas. Em 2007, o grupo comprou as cervejarias premium Baden Baden, Devassa e Igarassu, dona da marca Nobel, investindo valor semelhante. A Cintra foi adquirida pela AmBev em 2007, por US$150 milhões, mas o negócio foi aprovado com a recomendação da SDE (Secretaria de Direito Econômico) ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) de venda da marca e da rede de distribuição para manter o nível de competição no mercado. A AmBev é a maior fabricante do país, com 67% de participação. A Schincariol paga, em dinheiro, R$16,6 milhões por marca e fórmula, e R$22,4 milhões pela rede de distribuição e materiais de ponto-de-venda. O negócio tem de ser aprovado pelo Cade. A produção da Cintra, estimada em 130 milhões de litros por ano, será feita em plantas que já pertencem à Schincariol e não necessitarão investimentos, segundo Marcel Sacco, diretor de marketing e trademarketing. O portfólio passa a ter 21 marcas de cervejas, refrigerantes e águas minerais.

Redação Sport Marketing

Tiger Woods endossa campo de golfe em Dubai

O gênio dos campos de golfe está prestes a lançar o primeiro campo do mundo com a assinatura Tiger Woods. O green, que está sendo contruído em Dubai, tem data de inauguração marcada para o ano que vem, terá um percurso de 7.800 jardas, par 72 e muita água entrando em jogo. O Al Ruwaya, que significa “serenidade”, está sendo construído junto com um resort de luxo e ao redor do campo haverá 22 palácios, 75 mansões e 100 grandes vilas, além de academia de golfe e um luxuoso club house (foto). O empreendimento numa área de km2 fica a 30 minutos do centro de Dubai e a 4 km do aeroporto internacional. Depois do isotônico com a marca do jogador de golfe mais famoso do mundo (ver arquivo de matérias Sport Marketing) essa é mais uma grande jogada de Tiger Woods.

Redação Sport Marketing

Nike lança portal olímpico

Já está no ar o portal Nike Olímpico. Trata-se de , uma ferramenta totalmente interativa para facilitar o acesso a conteúdo olímpico, além de notícias sobre produtos e tecnologias da marca que ajudarão os esportistas de todo o mundo a conseguirem melhores performances na China. Composto de textos, fotos e vídeos o http://www.nikemedia.com/ entrou na rede apresentando os uniformes de competição que serão usados pelos atletas chineses de 22 modalidades durante os Jogos Olímpicos de Beijing, em agosto (ver arquivo de matérias Sport Marketing - Nike apresenta uniformes da China). Os uniformes chineses, apresentados no Sport Marketing em primeira mão em matéria no dia 13 de maio, foram criados a partir de sugestões de atletas do mundo todo, das 22 federações e de incontáveis reuniões com o Comitê Olímpico da China. Foram quatro anos de desenvolvimento com o envolvimento de 54 projetistas do país e dos Estados Unidos em regime de dedicação integral. Conforme os projetistas conversavam com os atletas da China, o senso de patriotismo e de sacrifício deles se conectava ao dos Guerreiros de Terracotta, sepultados séculos atrás com o lendário Qin Shi Huangdi, o imperador que unificou a China. Segundo os esportistas do atletismo, quando vestiram seus uniformes nacionais se sentiram como “um super-herói” e incorporaram o “guerreiro interior” e seu orgulho de servir à sua equipe e ao seu país. Inspiração também surgiu das cores do país. O vermelho foi igualado ao da bandeira e testado sob a iluminação da TV e do estádio até que a equipe de projeto estivesse convencida de que a cor estava correta. No interior do uniforme, onde ninguém a não ser o atleta possa ver, encontram-se dois símbolos do Hino Nacional, “Levantem” e “Marchem”. A coleção traz calçados e vestuários projetados para alta performance, utilizando tecnologias leves como Flywire, Aerographics e espuma de amortecimento Lunarlite. Além disso, as roupas de desempenho foram feitas de poliéster reciclado. Os principais produtos como o Nike Swift, o uniforme Dobok do taekwondo e o tênis de basquete Hyperdunk irão ajudar a melhorar a performance dos atletas em Beijing. Para eles, é uma experiência única vestir um uniforme mergulhado na herança histórica do país combinado com a inovação da Nike.

Redação Sport Marketing

Mato Grosso move ação por futebol ao vivo

A Defensoria Pública de Mato Grosso entrou com uma ação civil pública contra a TV Centro América e a Rede Globo de Televisão para que os jogos de futebol de quarta-feira à noite voltem a ser transmitidos ao vivo. Os defensores do Núcleo Estadual de Direitos Coletivos alegam que a população de Mato Grosso está sendo privada do acesso a uma das mais importantes manifestações culturais do país: o futebol. Em abril deste ano entrou em vigor a portaria 1.220/2007 do Ministério da Justiça obrigando as redes de televisão a adequar a programação de acordo com a classificação indicativa de idade. Com isso, as novelas conhecidas como das “sete” e das “oito” passaram a ser transmitidas após o Jornal Nacional. A novela que antes era exibida às 18 horas em Mato Grosso passou a ser transmitida às 20 horas e a que começava neste horário passou a ser transmitida a partir das 21 horas. Por este motivo, às quartas-feiras, os jogos de futebol, que também iniciam às 21 horas, deixaram de ser transmitidos. Segundo o defensor público André Rossignolo, um dos autores da ação, a medida é um crime contra o patrimônio cultural e acaba punindo principalmente a população de baixa renda, que não tem acesso às televisões por satélite ou cabo. Rossignolo explicou que é consenso que o futebol é um patrimônio cultural e que, por serem concessionárias de serviço público, têm o dever, conforme a Constituição Federal, de dar preferência às finalidades educativa, artística e cultural, além da promoção da cultura nacional e regional.

Redação Sport Marketing