15 de abr. de 2008

Nike e Adidas vão aos tribunais - de novo!

As duas maiores fábricas de materiais esportivos, a americana Nike e a alemã Adidas entraram nos tribunais para discutir o contrato de Zheng Zhi, o capitão de time de futebol chinês. A Nike (China) Co Ltda acusa a Adidas AG e o jogador Zheng, de 28 anos, de prejudicar os interesses da empresa. A indústria americana também acusa Zheng de quebra de contrato e pediu uma indenização de 8 milhões de yuan (US$1.14 milhão) por danos, além de solicitar que os acusados se responsabilizem publicamente. O processo está no Tribunal de Xangai. Hoje, foram ouvidas as partes envolvidas, mas não foi lavrado nenhum veredito sobre o caso. A Nike alega no processo que assinou um contrato com Zheng em 1 de julho de 2003, como plataforma de marketing da marca americana na China. O contrato estipulava que Zheng vestisse os produtos Nike em promoções da marca, inclusive em ocasiões públicas (exceto quando aparecesse em situações referentes à seleção nacional). O contrato expirou em 31 de dezembro de 2007 e foi renovado pelo jogador que, segundo a empresa, foi devidamente pago. Em agosto de 2004, a Adidas convidou Zheng para ser embaixador da marca. Zhi pediu à Nike um maior cachê, mas não obteve uma resposta positiva. O advogado da Nike disse ao tribunal que em 9 de março de 2005, Zheng usou chuteiras Adidas, em um jogo contra o Japão, período em que ainda estava sob as cláusulas do contrato com a Nike. Alguns dias depois, segundo o advogador da Nike, Zheng pediu para rescindir o contrato e começou a freqüentar ações comerciais organizadas pela Adidas, atitude que durou dois anos. Em 16 de maio de 2006, a Adidas declarou assinatura de contrato de endosso com Zheng. "Adidas contatou Zheng, embora soubesse claramente que o jogador era patrocinado pela Nike. A Adidas se beneficiou de uma brecha do contrato e atraíu o jogador ao oferecer uma quantia que deixou a Nike em desvantagem, prejudicando os interesses da Nike" - disse Fu Qiangguo, advogado da empresa americana que está movendo a ação. O advogado de defesa da Adidas e de Zheng alega que a Nike não pagou ao jogador o acordo em contrato e que Zheng usou o direito de rescisão unilateral, uma vez que a Nike violou as cláusulas contratuais. A Adidas afirmou que Zheng usou as chuteiras alemãs durante o treinamento e em jogos como um membro do time de futebol nacional de 2003 até 2005, porque a Adidas era a patrocinadora da seleção chinesa. Desta forma, Zheng vestiu os produtos Adidas enquanto membro da seleção debaixo das condições do negócio assinado com a Nike. O tribunal ainda não disse quando terá um veredito. Mas, a resposta certamente, nós vamos enviar prá você aqui no Sport Marketing.

Jing Wang - Correspondente Sport Marketing - China

GLFA não recebe verba de Londres

Ken Livingstone, prefeito de Londres, recusou-se a contribuir financeiramente com o Campeonato Mundial da Associação de Futebol Gay e Lésbico, que será celebrado no mês de agosto, em Londres. Livingstone também se recusou a assinar a carta de apoio à candidatura da Associação para subvenção ao fundo de loteria, o que aumentaria em muito a probabilidade do aporte financeiro conseguido pela liga. A inesperada falta de apoio da prefeitura gerou um défcit nas contas da organziação, que necessita agora levantar cerca de 30 mil libras para cobrir custos. Mas ainda assim, não há entre os organizadores, a perspectiva de que o evento não aconteça."Ken Livingstone está dispondo de bilhões de libras para mega eventos corporativos, como os Jogos Olímpicos de 2012, mas não pode dar poucas mil libras para ajudar a celebrar o campeonato de futebol gay" - disse Peter Tatchell, do grupo de direitos humanos GLBT OutRage!. "Londres teve a honra de ser escolhida para receber o Campeonato, mas o prefeito está se recusando a apoiá-lo", completou.

Redação Sport Marketing

Mercado: Nokia apresenta o 6261 Classic

A Nokia apresentou o 6261 Classic, com a tecnologia NFC (Near Field Communication) integrado, que permite aos usuários compartilhar conteúdo entre dois telefones. O sistema do telefone pode ser usado para realizar pagamentos, funcionando de forma semelhante a um cartão de crédito. A Nokia foi a primeira a adotar a tecnologia NFC, em seu modelo 3220. Com ela, o usuário acessa informações e serviços ao tocar em etiquetas que contenham "atalhos". Também é possível trocar informações ao encostar o aparelho em outro com a mesma tecnologia. O 6212 Classic, que vem com câmera de 2.0 megapixels e tocador de música, deve chegar aos mercados europeu e asiático no terceiro trimestre deste ano. O aparelho irá custar cerca de 200 euros (equivalente a R$ 532), sem contar os impostos e subsídios. Com relação aos celulares "ecologicamente corretos", os aparelhos celulares feitos a partir de materiais reciclados ainda levarão alguns anos para chegarem às mãos dos consumidores. Para a fabricante de celulares, os aparelhos reciclados incentivarão a demanda pelo produto. "Acreditamos que será um fator de competitividade" - disse Markus Terho, da unidade de assuntos ambientais da companhia finlandesa. A Nokia já realiza a reciclagem de celulares e de materiais usados em telefones. O diretor da área ambiental afirmou que, devido à falta de disponibilidade de materiais reciclados em grande quantidade, ainda é necessário algum tempo para que tais celulares alcancem o mercado. "Está a alguns anos de distância", disse Terho, acrescentando que de 40% a 60% dos componentes metálicos usados nos atuais modelos da Nokia são reciclados.

Redação Sport Marketing

Unimed e Figueirense renovam contrato

A Unimed Grande Florianópolis renovará o contrato de patrocínio com o Figueirense Futebol Clube. O Figueirense é o único time do Estado na primeira divisão do Campeonato Brasileiro deste ano. O patrocínio conta com o serviço SOS Unimed nos jogos, investimento financeiro no time e, para os jogadores, plano de saúde. O apoio ao esporte também reforça o slogan da Unimed “O melhor plano de saúde é viver o segundo melhor é Unimed. Mais uma vez vamos acompanhar o time e torcer por bons resultados” - explicou o diretor de Gestão Comercial e Marketing, Octavio Lebarbenchon. Este ano, a Unimed vem em local de destaque no uniforme do time. A logomarca da Cooperativa estará exposta na parte de trás da camisa abaixo do número. O uniforme comercializado também terá a marca. No estádio Orlando Scarpelli, o patrocínio será exibido em placas, assim como no Centro de Treinamento do Cambirela. A logo aparece ainda na placa de substituição de jogadores e no carro-maca. Os torcedores do Figueira e clientes da Unimed também estão convidados para o evento.

Redação Sport Marketing

Mercado: Oi entra no mercado de TV a cabo

A empresa de telefonia fixa Oi (antiga Telemar) entrou no mercado de TV a cabo ao lançar a venda desse serviço nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Poços de Caldas, Uberlândia e Barbacena. A exploração do serviços nessas quatro localidades pertencia à companhia Way TV, de propriedade de um consórcio do qual participavam a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa jornalística Diários Associados e que foi adquirida em junho de 2006 por R$132 milhões. Seguiu-se um período em que a transação ficou em análise pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), tendo sido autorizada mais recentemente. Segundo o diretor de novos negócios da Oi, José Luís Volpini, a empresa pretende atuar em todo o País mas para isso depende de aprovação de uma lei, em tramitação no Congresso, que autoriza as operadoras de telefonia a distribuir a programação de TV a cabo. "Nós acreditamos que a lei será aprovada ainda este ano" - declarou. O dirigente anunciou investimentos de R$ 4 bilhões neste ano, contemplando essa e outras atividades. Experiência de quadruplay A Oi lançou o serviço de TV por assinatura num pacote que inclui serviços de telefonia fixa, móvel e internet (quadruplay), por preços promocionais a partir de R$ 40,00 mensais. O dirigente informou ainda que a empresa pretende atender principalmente às camadas de menor renda da população, que são amplamente servidas pela rede de telefonia fixa Oi. Segundo afirmou, trata-se da maior empresa de telecomunicações do Brasil em volume de telefones instalados e faturamento, além de oferecer transmissão de voz local e de longa distância, telefonia móvel, comunicação de dados e acesso à web em alta velocidade. A Oi também informou que a TV a cabo disponibilizará os mais importantes canais de TV por assinatura como SporTV, GNT, HBO, Cartoon Network e Sony, entre outros. No entanto, as transmissões de futebol, sobretudo o campeonato brasileiro de futebol, não se encontram disponíveis. A iniciativa leva a Oi a equiparar-se as concorrentes Telefônica/TVA e Embratel/Net/Claro, que também estão oferecendo os serviços de TV por assinatura acoplados ao pacote de telefonia fixa/acesso à internet.

Redação Sport Marketing

Mercado: Samsung lança celular com TV digital

Vem aí um novo pacote de celulares para o Brasil, incluindo um modelo pronto para receber sinal de TV digital. sta é a mais nova aposta da Samsung que busca alcançar a liderança no mercado nacional de celulares. Até o final do ano, a Samsung, patrocinadora oficial do programa de marketing TOP olímpico, pretende chegar a pelo menos 20 lançamentos, mesmo número do ano passado. "Temos tudo para sermos líderes no mercado brasileiro de celulares" - disse o vice-presidente executivo da companhia, José Roberto Campos. " O crescimento mundial da empresa como um todo é um dos fatores que contribuem para sua avaliação" - afirmou. " A demanda no Brasil por aparelhos com TV digital é muito grande" - disse o diretor da divisão de Telecom da empresa no país, Oswaldo Mello. O aparelho, que será disponibilizado apenas pela operadora Vivo, já teria despertado o interesse de outras concorrentes - inclusive de fora de São Paulo, onde o sinal de TV digital ainda não está disponível. Mello confirmou, em entrevista ao portal Valor on line, que a Vivo deverá ter programas de subsídio aos assinantes que quiserem adquirir o modelo com TV digital, mas no plano pós-pago, claro. Ele avalia que o interesse das operadoras em TV digital, embora tenha sido limitado no início das transmissões, tem crescido. Por isso, talvez o preço ao consumidor acabe sendo, com subsídio maior, até mais baixo do que prevíamos, acrescentou. O preço sugerido do aparelho é de R$ 1.499. A Samsung elevará a capacidade de produção de celulares no Brasil de 6 para 10 milhões de telefones. A ampliação é motivada pelo crescimento esperado este ano, tanto nos atuais modelos do portfólio como dos aparelhos de terceira geração que a companhia pretende lançar e dos celulares com sinal de TV digital, cujo primeiro exemplar chega ao varejo no próximo final de semana. Sem revelar valor exato a ser gasto no aumento da produção, o vice-presidente executivo da Samsung no Brasil, José Roberto Campos, afirmou que nos últimos três anos, os investimentos foram de em média 100 milhões de dólares (ao ano). "Quero crescer ainda mais este ano" - afirmou. De acordo com Oswaldo Mello, diretor da divisão de telecomunicações da Samsung Brasil, no ano passado o volume de celulares vendidos pela companhia cresceu 50 por cento em relação ao ano anterior. "Em 2008, a produção está preparada para um aumento de 50 a 100 por cento", afirmou.
O mercado brasileiro como um todo vendeu cerca de 40 milhões de celulares no ano passado. Este ano, a empresa acredita que o país consuma "entre 40 milhões e 42 milhões", mas a participação das trocas de modelos deve ser maior que a entrada de novos assinantes. "Em 2007, falavam em 35 milhões de unidades, mas o mercado acabou sendo de 40 milhões, dos quais 40 por cento foram trocas. Este ano, a fatia de troca deve ser superior a 50 por cento" - explicou Campos.

Redação Sport Marketing

O pantera negra John Carlos faria tudo outra vez, mas França diz não

O mundo fervia, com manifestações por toda parte. Na Tchecoslováquia o governo tentou se afastar de Moscou veio a “Primavera de Praga”. A União Soviética invadiu Praga. O líder negro Martin Luther King foi assassinado. O mundo queria mudanças e esse desejo não era diferente no esporte. México, 1968! Na própria cidade sede dos Jogos Olímpicos, cerca de dez mil estudantes ocuparam a Plaza las Tres Culturas em protesto contra a ocupação de militares em duas universidades públicas. A prova dos 200 metros foi vencida pelo afro-americano Tommy Smith, dono de 11 títulos mundiais em corridas de curta distância, assombrando o mundo. Era a primeira vez, que se alcançava esse recorde em menos de 20 segundos. O bronze ficou com John Carlos, afroamericano e aluno do San Jose State College, da Califórnia, mesmo college de Smith, que liderava a prova, mas desconcertou-se com a performance de Smith e acabou abrindo espaço para o australiano Peter Norman conseguir o segundo lugar. Na hora de subir ao pódio para receber as medalhas, o que aconteceu ali ficou na história do esporte e marcou as imagens dos anos 60. Dois negros americanos de punho erguido, cabisbaixos e descalços, em protesto contra o racismo.“O protesto foi planejado pelos americanos ainda no campus da faculdade, na Califórnia. Caso um deles conquistasse medalha, usaria o pódio como palco para denunciar a desigualdade racial nos Estados Unidos. O público que lotava o Estádio Nacional não percebeu de imediato o que se passava. Foi com o semblante carregado que os atletas acompanharam o içamento das bandeiras. Aos primeiros acordes do hino nacional, Smith ainda pareceu entoar a letra. Depois se calou e abaixou a cabeça. Começou, então, a erguer o braço direito enluvado, em sincronia com o braço esquerdo de Carlos. A saudação "black power" tinha invadido os Jogos Olímpicos. Norman foi crucificado pela imprensa de seu país e recebeu reprimenda do Comitê Olímpico Australiano. Para Smith e Carlos as conseqüências foram implacáveis e duradouras. De imediato, o Comitê Olímpico Internacional – COI –, proibiu que os dois velocistas tivessem outras participações (ambos estavam escalados para integrar a equipe americana de revezamento) e exigiu a expulsão da dupla da Vila Olímpica. Smith e Carlos retornaram aos Estados Unidos como párias, acusados de introduzir política no olimpismo e de querer destruir o tecido social de seu país. “Mas qual país?”, perguntavam em uníssono. “A América branca diz que somos americanos quando vencemos e que somos negros quando fazemos algo que julga errado.” Apesar dos ataques e do ostracismo, nem Carlos nem Smith mudaram de posição. Quem mudou foi o curso da história. Às vésperas da Olimpíada de 1984, John Carlos foi ressuscitado pelo Comitê Organizador dos Jogos de Los Angeles para promover o esporte junto à juventude negra. Smith foi chamado a treinar uma equipe de atletismo. Em 1999, a faculdade San Jose State, de onde ambos tinham saído três décadas antes, inaugurou uma estátua comemorativa ao gesto dos ex-alunos. Quarenta anos depois, quando questionado se os atletas devem ou não usar os Jogos Olímpicos para protestar contra a repressão chinesa a manifestações de monges no Tibet, John Carlos disse ao jornal francês Le Monde que se ele fosse competir, encontraria uma forma de expressar oposição à China. "Se eu fosse um atleta hoje, eu saberia como ser criativo e eu faria uma declaração para mostrar que discordo do que está acontecendo", disse ele ao jornal. "Quando você faz esse tipo de declaração pública, você manda uma mensagem de coragem ao mundo." Carlos carregou uma "tocha pelos direitos humanos" durante protesto em San Francisco no dia 5 de abril, poucos dias antes de manifestações pró-Tibet terem causado transtorno à passagem da tocha olímpica de Beijing pela cidade. Ele disse ao Le Monde que o Comitê Olímpico Internacional estava errado por escolher Beijing como sede dos Jogos. "Um dos pontos-chave no caráter olímpico é a não violência. Como podemos falar sobre não violência em um clima tão violento quanto o da China?" Pois bem, mas o Comitê Olímpico Francês não pesna da mesma forma. O presidente Henri Serandour, frustrou as expectativas dos atletas franceses que pretendiam utilizar um broche (pin) com a inscrição “Por um Mundo Melhor” durante os Jogos de Beijing como uma forma de expressar uma visão de respeito aos direitos humanos e a repressão chinesa ao Tibet. Segundo Serandour, os broches, pins ou insígnias foram desde já vetadas porque o estatuto olímpico deve ser respeitado, com nenhuma demonstração de propaganda política, religiosa ou racional podendo ser registrada. “Há mais de 200 países nos Jogos, alguns deles com atletas que têm causas próprias. Não podemos tomar partido por esta ou aquela causa” - afirmou o dirigente ao L’Equipe. As declarações do presidente do Comitê tiveram grande repercussão entre os atletas. “Nós estamos provavelmente em um momento crucial. Se estivermos nos inclinando para o lado de todo o marketing, nós perderemos um pouco dos fundamentos dos Jogos” - afirmou Romain Mesnil, atual vice-campeão mundial do salto com vara. Um coisa é certa, se em 1968, os "Panteras Negras" tivessem avisado que iriam protestar, talvez também tivessem sido impedidos. O segredo, continua sendo sempre o segredo do sucesso.

Redação Sport Marketing

Nike+ chegará ao iPhone 3G

Com a chegada do iPhone 3G em junho, novas possibilidades se abrem no caminho do celular da Apple. Entre suporte a GPS e Bluetooth estéreo, até mesmo a Nike, que já pouco tempo atrás anunciou o Nike SportsBand para se desvencilhar do iPod, já começa a falar sobre o Nike+, dessa vez para iPhone e iPod touch. O site Gizmodo noticiou o comentário da Nike, considerado "oficial", dizendo que a fabricante pensa em um pacote de aplicativos para o iPhone, que se aproveite das capacidades gráficas e de conectividade (Wi-Fi e 3G) do aparelho, e que incluam uma função de Treinador, que atualizaria em tempo real as informações do usuário no já conhecido site Nike Plus. Segundo o mesmo site, a versão 1.1.1 do firmware do iPhone carrega em suas linhas de código referências a com.apple.mobile.nike, o que poderia indicar a proximidade do lançamento do equipamento. Esse anúncio por parte da Nike chega em uma hora estranha. Há algum tempo, foi noticiada pelo Engadget uma nova patente da Apple, que revelaria planos de um aplicativo que funcionaria como um "companheiro de exercícios", praticamente descartando o upgrade do Nike+ para os novos gadgets da Apple. Esperar para ver.

Redação Sport Marketing

Mercado: Chrysler e a Nissan anunciam acordos

Chrysler e a Nissan anunciaram dois novos acordos que visam o fornecimento de produtos entre si. Em janeiro, a Nissan anunciou que ia fornecer um novo veículo à Chrysler, baseado no Versa, para distribuição limitada na América do Sul, em 2009. De acordo com os novos acordos, a Nissan construirá um pequeno veículo, baseado num protótipo Chrysler, na fábrica japonesa de Oppama. A nova proposta será vendida sob a égide da Chrysler, na América do Norte, na Europa e outros mercados globais, em 2010. Já a Chrysler construirá uma pick-up para Nissan, com design sob a responsabilidade Chrysler. A produção será levada a cabo na unidade mexicana de Saltillo. A Chrysler irá transferir parte da produção mexicana para as fábricas norte-americanas. As vendas da nova pick-up arrancam em 2011, na América do Norte.

Redação Sport Marketing

Figo é garoto propaganda da cerveja Sagres

Em Portugal, uma das sensações do mundo publicitário é a nova campanha da cerveja "Sagres" sem álcool, que tem como garoto propaganda o ídolo do futebol Luís Figo. A propaganda, "Seleção Sagres Zero", que era para ser veiculada antes da Euro 2008, tem como mensagem um "alerta para a importância de aproveitarmos o máximo da vida, adotando comportamentos responsáveis, no automóvel, no trabalho, no cuidado com a saúde, previligiando a prática do esporte". Segundo a Sagres, a campanha envolve sports de tv, publicidade estática e outdoors da cerveja "Sagres Zero". Os valores do cachê do jogador, que recentemente também fez uma propaganda de água húngara (ver arquivo Sport Marketing) não foram divulgados.

Manoel Luiz - Correspondente Sport Marketing - Portugal