6 de abr de 2008

Brasil terá que providenciar seguro para a Copa 2014

Quando a Copa do Mundo chegar ao Brasil em 2014, o comitê organizador terá a responsabilidade de criar um seguro para a realização do torneio. A FIFA mudará a lista de exigências para os próximos Mundiais depois de ter sido obrigada a criar um seguro próprio para a realização da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. O motivo da atitude da FIFA deu-se ao alto risco de cancelamento do Mundial que teria afugentado as seguradoras interessadas no evento. As obras na África do Sul estão atrasadas e a maioria dos estádios foi concebida para a realização de partidas de rúgbi. Esses fatos teriam causado uma rejeição das companhias de seguro, cujo temor é ainda maior com relação à Copa das Confederações, marcada para 2009. Por conta disso, a FIFA fez um depósito de 400 milhões de libras (R$ 1,3 bilhão) como precaução para prejuízos de possíveis cancelamentos.

Redação Sport Marketing

Medial Saúde começa a vender planos

O Grupo Medial Saúde iniciou as vendas dos planos de saúde para os torcedores do Corínthians. Os planos serão comercializados com inclusão do benefício de odontologia, descontos de 10% sobre o valor da tabela de planos individuais e preços a partir de R$ 72,40. A iniciativa é inédita no setor. Além da carteirinha do programa Fiel Torcedor e do guia de orientação ao beneficiário personalizados, com as cores e símbolo do Timão, os planos também possuem condições especiais de comercialização: 10% de desconto sobre o valor da tabela vigente de preços de planos individuais comercializados pela Medial Saúde, saúde integral com serviços odontológicos inclusos no plano, pagamento pelo Corinthians do primeiro ano do Plano Minha Vida do Programa Fiel Torcedor, além de ter parte dos recursos revertida para o clube."Nosso objetivo é oferecer uma opção diferenciada em planos de saúde e serviços odontológicos para os torcedores do Corinthians, proporcionando uma solução de saúde integrada para ele e dependentes. É também uma forma de apoiar projetos do clube e estarmos mais próximos do torcedor" - afirmou Nilo Carvalho, diretor executivo de marketing do grupo Medial. Os planos inicialmente serão comercializados na Região Metropolitana de São Paulo. Para mais informações, consulte o site http://www.medialcorinthians.com.br/. O Grupo Medial é um dos maiores conglomerados do mercado de saúde suplementar no país, que opera os planos de saúde Medial Saúde, Amesp Saúde e planos odontológicos, formado, ainda, por uma rede de laboratórios e hospitais próprios. Atualmente reúne mais de 1,4 milhões de beneficiários de planos de saúde, 91 mil beneficiários de planos odontológicos, 10 hospitais, 43 centros médicos e 48 unidades laboratoriais, sendo 20 com serviços de imagem, além de uma ampla rede credenciada com abrangência nacional. No ano de 2007, o Grupo cresceu 48,5% em número de beneficiários em relação a 2006.

Redação Sport Marketing

Escândalos na F1 atingem negócios

O escândalo sexual no qual está envolvido Max Mosley poderá acelerar a saída dele da FIA, entidade máxima do automobilismo. O lendário Jackie Stewart alertou que os comentários podem causar um impacto comercial negativo na F1 e pediu a renúncia do presidente da FIA. "Se ele fosse o presidente da Confederação das Indústrias Britânicas, da Associação de Futebol ou do Comitê Olímpico, ele já teria sido substituído" - disse o tricampeão à Reuters no Grande Prêmio do Barein. Stewart disse que o caso pode fazer possíveis patrocinadores pensarem duas vezes antes de entrarem na categoria e sugeriu que o manda-chuva comercial da F1 Bernie Ecclestone force a saída de Mosley. "Ele tem de fazer isso (demitir-se) por ele mesmo, mas Bernie Ecclestone tem um papel muito importante no desenrolar deste caso" - disse o implacável escocês. Ecclestone é membro do conselho de esportes motorizados da FIA e, ainda que ele na esfera privada, possa estar a favor da renúncia de Mosley, recusou-se a participar do coro que pede a cabeça do compatriota. O chefão da Federação Internacional de Automobilismo está processando o tablóide britânico "News of the World" por danos ilimitados, depois da reportagem em que implicava Mosley em uma orgia sadomasoquista com prostitutas, na qual o chefão da FIA aparece vestido como nazista. O jornal publicou ainda mais detalhes na edição deste domingo. O pai de Mosley, Oswald, fundou antes da Segunda Guerra Mundial a União Britânica de Fascistas. O filho nega que houvesse qualquer conotação nazista no incidente. A Associação de Automóveis da América, a maior organização automobilística do mundo, com 51 milhões de associados nos Estados Unidos, também pediu no sábado a renúncia de Mosley. Max Mosley, excluiu a hipótese de abandonar a liderança do cargo. "Recebi um grande número de mensagens de apoio, por parte da FIA e de amigos do mundo do automobilismo que sugerem que a minha vida pessoal não tem nada a ver com o meu trabalho e que devo continuar. Pretendo seguir esses conselhos" - explicou Max Mosley, numa carta aberta ao ADAC, grupo alemão que organiza o GP. A FIA solicitou uma Assembléia Geral extraordinária para debater o problema.

Redação Sport Marketing

Sochi pela paz mundial

Enquanto a China degladia contra a opinião do mundo no quesito direitos humanos e mancha a trajetória da Chama Olímpica, Estados Unidos e Rússia aproveitam o momento olímpico para construir uma marketing político de paz. George W. Bush e Vladimir Putin se encontraram em Sochi, cidade costeira russa do Mar Negro que acolherá os Jogos Olímpicos de Inverno em 2014. Ambos, trocaram elogios e assinaram um acordo de cooperação estratégica. Durante coletiva de imprensa, Putin admitiu chegar a um entendimento em relação ao escudo anti-míssil. Para tal, o líder russo defende um projeto global que preveja igualdade no acesso ao controle. Washington continua a insistir, que a instalação de um radar na República Checa e de dez mísseis interceptores na Polônia não constitui uma ameaça para Moscou. "As ameaças chegam de extremistas do Médio Oriente" - disse o presidente dos Estados Unidos George Bush. No final do encontro o presidente norte-americano referiu, que os dois países vão trabalhar juntos na luta contra o terrorismo, incluindo, o terrorismo nuclear. Este é o último encontro entre Bush e Putin enquanto chefes de Estado. Dmitri Medvedev assume a presidência russa a 7 de maio. O sucessor do presidente americano será conhecido em novembro.

Redação Sport Marketing

Chama olímpica paga os pecados da China

Nunca, em toda a história do Movimento Olímpico, o Revezamento da Tocha Olímpica passou por tamanho embaraço e vergonha. O fogo sagrado de Olympia nesta 29 edição dos Jogos Olímpicos está pagando os pecados do mundo, ou melhor, os pecados da China. A passagem da Chama Olímpica pelo centro de Londres aconteceu sob vaias. Centenas de pessoas,entre tibetanos, ingleses e outras nacionalidades, se juntaram para protestar contra a ocupação chinesa e o desrespeito dos direitos humanos no Tibet. Apesar de o percurso estar fortemente policiado e a Chama protegida por diversas frentes de polícias e seguranças, várias pessoas tentaram agarrar o facho olímpico e pelo menos 18 foram detidas, anunciaram as autoridades. Uma das tentativas de marcar o protesto aconteceu junto ao Museu Britânico por um tibetano de cerca de 40 anos, rapidamente imobilizado no chão por policiais. Entre gritos de "Libertem o Tibet" e "Direitos Humanos no Tibet", o homem que tentou interromper o desfile da Tocha foi ferido e impedido pela polícia que se identificasse ou prestasse mais declarações. Mais uma vez, devido ao grande número de policiais, manifestantes, público e turistas na área foi difícil avistar a Tocha e quem a transportava. O Museu Britânico foi um dos três pontos de encontro de ativistas da organização Free Tibet para mostrar apoio à causa tibetana, e onde se reuniram centenas de pessoas com bandeiras, cartazes artesanais, gritanto palavras de ordem. Mas, no local também eram visíveis várias dezenas de chineses a favor dos Jogos Olímpicos com gongos e tambores. "Apesar de pensar que a China precisa de melhorar os direitos humanos, quis vir apoiar os Jogos Olímpicos porque sou chinês e porque é uma oportunidade para o país", justificou Zhenjun Li, residente em Londres há sete anos. Os incidentes continuaram pouco tempo mais tarde, junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Downing Street, onde Gordon Brown saudou a Chama perante centenas de manifestantes e críticas por participar na iniciativa. Brown já afastou a hipótese do Reino Unido boicotar os Jogos Olímpicos, sustentando que nem o líder espiritual do Tibet e principal porta-voz, Dalai Lama, pediu tal ato. O cortejo teve início às 10:30 horas no estádio nacional de Wimbledon, no norte de Londres. A tocha foi transportada simbolicamente por diversos atletas e personalidades britânicas, entre os quais o ex-remador e campeão olímpico Steve Redgrave, o tenista Tim Henman e a apresentadora de televisão Konnie Huq. Aproximadamente dois mil policiais foram alocados para proteger a Chama Olímpica e os condutores pelo 48 quilômetros do percurso, numa operação com um custo estimado em um milhão de libras (1,27 milhões de euros). A passagem da Chama Olímpica por Londres terminou na O2 Arena, antes conhecida pela Millennium Dome, em Greenwich, na zona sudeste da cidade, antes de seguir para Paris na segunda-feira.

Redação Sport Marketing