31 de mar. de 2008

COI estuda mais um aro no logo olímpico

A idéia de adicionar um sexto anel no mais famoso e reconhecido logotipo do mundo será discutida em detalhe na próxima reunião executiva do COI - Comitê Olímpico Internacional e, se aceita, poderá ser implementada a tempo para o Jogos Olímpicos de Londres em 2012. A mudança podia ser facilmente integrada aos Jogos de Londres, cujo logotipo é motivo de muita controvérsia. O logotipo dos cinco aros olímpicos foi criado pelo Barão Pierre De Coubertin, idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna e aprovado no Congresso Olímpico de 1914. Os aros foram primeiramente usados na bandeira Olímpica, transportada na cerimônia de abertura dos Jogos da Antuérpia, Bélgica em 1920. As cinco cores dos aros e o fundo branco foram escolhidos porque representavam pelo menos uma cor de todas as bandeiras das nações, que na época, participavam dos Jogos Olímpicos. De acordo com a Carta Olímpica, o símbolo dos cinco aros "representa a união dos cinco continentes e a reunião de atletas de todo o mundo nos Jogos Olímpicos." Os cinco continentes reconhecidos pelo COI são: África, Ásia, Europa, Oceania e "as Américas" – uma amalgamação do Norte e a América do Sul. Pois bem, alguns membros da PASO - Pan American Sport Organization - Organização Pan Americana de Esporte – um corpo representante dos Comitês Olímpicos Nacionais das Américas do Norte e do Sul – solicitou ao COI a possibilidade de distinção e reconhecimento dos dois continentes separadamente. A América do Sul nunca hospedou uma edição dos Jogos Olímpicos, mas a cidade brasileira do Rio de Janeiro é postulante aos Jogos de 2016. A importância dos aros para a imagem e marketing do Movimento Olímpico é amplamente explicada no livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros.

Redação Sport Marketing

Sai Gottlieb-Daimler Stadion e entra Mercedes-Benz

Pelos próximos 30 anos, o Estádio do VfB Stuttgart, atual campeão alemão, será conhecido como ‘Arena Mercedes-Benz'. A fabricante de carros alemã comprou os direitos de naming rights no valor de 20 milhões de euros e irá batizar o Estádio. De acordo com o contrato, empresa ganhou a concessão publicitária e a liberdade para administrá-lo. Entre os projetos, está o aumento da capadidade do Estádio de 58 mil para 60 mil assentos. O início das obras, inicialmente orçadas em 93 milhões de euros (cerca de R$ 255 milhões, está previsto para meados de 2009 e deve durar até o final de 2011. O projeto de reformas do atual estádio Gottlieb-Daimler será uma parceria entre a prefeitura local e a fabricante de automóveis Daimler AG. Os custos serão divididos entre o clube - que permanece como dono da área -, a Daimler AG e o governo da cidade. O estádio que passou por reformas para a Copa do Mundo de 2006, perderá a pista de atletismo, se transformando em um espaço dedicado exclusivamente ao futebol. A reforma do estádio, no entanto, será oficializada apenas no dia 24 de abril, quando o Conselho Municipal de Stuttgart dará parecer sobre a realização das obras. Se o projeto for aprovado, o estádio passará a se chamar Mercedes-Benz Arena já no início da próxima temporada. A inauguração do novo nome deverá acontecer em 30 de julho, no amistoso entre Stuttgart e Arsenal.

Redação Sport Marketing

Alemãs boas de bola

A Federação Alemã de Futebol (DFB) superou, pela primeira vez na história, a marca de um milhão de mulheres com licença para praticar o esporte. A DFB divulgou que somente em 2007, mais 47 mil mulheres foram registradas.Favorita ao ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção feminina da Alemanha é bicampeã mundial (ficou em primeiro em 2003 e 2007). O próximo mundial da categoria será realizado no país, em 2011. No total, a DFB possui 6,5 milhões de licenças entre homens e mulheres, alcançou o maior número de inscritos e supera todos os outros esportes na Alemanha.

Redação Sport Marketing

Atlético-PR e Kyocera não renovam

Após três anos de parceria, Atlético-PR e Kyocera não renovam contrato, apesar de uma das cláusulas prever a opção por mais três anos. A empresa foi nos últimos tempos, a maior patrocinadora da camisa do clube e que também batizou o estádio da Arena da Baixada. O departamento de marketing do clube ainda não deu maiores detalhes do porque a renovação não ocorreu, apenas salientou que com a Copa do Mundo de 2014, os valores de negociação serão muito superiores aos fechados em abril de 2005. O montante desejada pelo clube nao foi revelada. De acordo com Mário Celso Petraglia já existem outras negociações em andamento. Nos bastidores comenta-se que a Emirates, famosa empresa de aviação, é uma das possíveis candidatas. A favor dela pesa o fato de ser patrocinadora dos eventos da FIFA até 2014 e também por ter um bom histórico com clubes de futebol. Atualmente a Emirates patrocina o Arsenal, Milan, Paris Saint German e Hamburger SV, além de ter o nome vinculado ao estádio do Arsenal (Emirates Stadium). A Emirates também patrocina jogos de rugby, corridas de yacht e barcos a motor, golfe, críquete, corridas de cavalo e tênis. Na busca do novo parceiro, o Atlético conta com a colaboração da empresa norte-americana Premiere, que está ajudando o clube a conseguir parceiros comerciais para o estádio Joaquim Américo e para o Centro de treinamentos Alfredo Gottardi – na parceria com a Kyocera, o Furacão contou com a Clear Channel. "Em função de todo esse movimento com a vinda da Copa do Mundo, achamos que a parceria tem de ser mais longa. E achamos que não necessariamente tem de ser a mesma empresa na camisa e no estádio. Estamos negociando com a Premiere, que é a empresa que está nos assessorando", disse o diretor de marketing do clube, Mauro Holzmann. O clube tem expectativa que a Arena do Furacão seja confirmada como uma das sedes para a Copa de 2014. Há três anos, o ex-patrocinador do Furacão fechou o acordo por US$ 1 milhão por ano (valor extra-oficial, não confirmado pela diretoria rubro-negra). Para aumentar a cifra, a diretoria atleticana pretende utilizar o mesmo projeto de marketing implantado pelo Dallas, dos Estados Unidos e parceiro do time. "Não temos pressa para apresentar um novo patrocinador. Ficamos negociando durante seis meses antes de acertar o nosso último contrato" – lembrou Holzmann.

Redação Sport Marketing

2010 transmissão garantida

Os torcedores da África do Sul poderão assistir a Copa do Mundo de Futebol de 2010 pelo canal SABC ou em espaços públicos que serão criados especialmente para visualizar os jogos. Jerome Valcke, secretário geral da FIFA disse que o canal SABC, parceiro de transmissão oficial FIFA, não precisa de licença para transmitir a Copa das Confederações FIFA em 2009 ou Copa do Mundo FIFA de 2010. "Os direitos de trasmissão dão permissão estritamente para propósitos não-comerciais" - disse Valcke. Bares, clubes, restaurantes não precisarão solicitar licença de radiodifusão se estes estabelecimentos não tiverem fechado relações ou participações em atividades de patrocínio. "É extremamente importante para nós que a primeira Copa do Mundo FIFA na África seja assistida pelo maior número de pessoas" - finalizou Jerome Valcke.

Redação Sport Marketing

Patrocinadores olímpicos recebem carta

Os doze patrocinadores TOPs do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internaconal - COI (Lenovo, Coca-Cola, Mcdonald´s, GE, Johnson&Johnson, Kodak, Atos Origin, Samsung, Panasonic, Manulife, Visa, Omega) receberam uma carta da Associação Mundial de Jornais (WAN) para que estes expressem oposição à violação dos direitos humanos na China e, em particular, ao problema da liberdade de expressão no país asiático. A WAN fez uma reclamação formal ao presidente do COI, Jacques Rogge, na qual pede ajuda para que as autoridades chinesas cumpram os compromissos olímpicos de respeitar a liberdade de imprensa. "A repressão do governo chinês contra os jornalistas e aqueles que tentaram exercer o direito de expressão se intensificou nos últimos meses" - lamenta a carta. O texto dirigido a Rogge, que se reúne em Beijing na semana que vem com membros do Comitê Olímpico Chinês, pede que o país sede dos Jogos Olímpicos dê "completa liberdade aos meios estrangeiros de informar quando estiverem na China".

Redação Sport Marketing

Mizuno faz promoção com atletas para consumidores

A Mizuno lançou mais uma nova campanha. Vem aí os treinões promovidos pela marca de materias esportivos e que contam com a participação dos atletas patrocinados. Márcia Narloch, Sirlene Pinho, Lucélia Peres, ao lado dos triatletas Fábio Carvalho, Santiago Ascenço e Ana Boccanera, comandarão os treinos de 2 horas e meia de duração. Os participantes serão divididos em turmas de até 50 pessoas, de acordo com os níveis iniciante, intermediário e avançado. Além do acompanhamento técnico, haverá alongamento, corrida de 10 km, café da manhã e sorteio de brindes. As cidades que se beneficarão até o final do ano com a promoção são: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Curitiba. Mais informações no site da Mizuno, onde devem ser feitas as inscrições.

Redação Sport Marketing

Apple em alta

Uma pesquisa efetuada pela publicação online inglesa BrandChannel dá à Apple o título de empresa com maior impacto entre os consumidores. A empresa norte-americana ficou no topo do ranking superando os resultados das conhecidas Nike, Coca-Cola, Google e Starbucks. "Cerca de dois mil profissionais e estudantes de 107 países participaram da pesquisa e votaram na Apple na maioria das categorias da pesquisa" - afirmou o diretor da publicação, Jim Thompson, à Reuters. Por outro lado, a mesma sondagem indica que tanto a Microsoft como a marca "Estados Unidos" necessitam de uma mudança de imagem e a empresa de Bill Gates é ainda uma das que despertam maior vontade de iniciar uma discussão. Por fim, o estudo indica ainda que a Apple é a empresa de maior capacidade para se reinventar e com a qual "é impossível" os consumidores aborrecerem-se.

Redação Sport Marketing

Azerbaijão com novo técnico

A federação de futebol do Azerbaijão anunciou a contratação do técnico alemão Berti Vogts, que comandou a seleção do país no título europeu de 1996 e nas Copas do Mundo de 1994 e 1998. O contrato inicial de Vogts é de dois anos,. Mas um porta-voz afirmou que a intenção é assinar um acordo mais longo, de seis anos, para que o treinador tente a classificação para os Mundiais de 2010 e 2014. O último trabalho de Vogts foi à frente da seleção da Nigéria. Mas, após uma campanha ruim na Copa Africana de Nações, marcada por desentendimentos com jogadores, ele deixou o comando da equipe africana. No Azerbaijão, ele assume o lugar do macedônio Gjoko Hadzievski, demitido no fim de 2007. O Azerbaijão está no Grupo 4 das Eliminatórias européias, ao lado de Alemanha, Rússia, Finlandês, País de Gales e Liechtenstein. O primeiro jogo será contra os gauleses, fora de casa, no dia 6 de setembro.

Redação Sport Marketing

Arena do Grêmio conta com TBZ e construtora OAS

R$ 1 bilhão. Este será o investimento necessário para a construção do complexo que abrigará o novo estádio do Grêmio. A arena gremista, que adotará o conceito multiuso, com lojas, bares, shopping center e outros empreendimentos, será erguida no bairro Humaitá, na zona norte de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Duas empresas estão na ponta desse empreendimento em forma de consórcio: a empresa portuguesa TBZ e pela construtora OAS. A empresa de Portugal é especializada em administração de estádios e opera, entre outros, o Santiago Bernabéu, do espanhol Real Madrid. A escolha pela proposta apresentada pela TBZ e OAS foi embasada nas vantagens financeiras oferecidas. A Odebrecht, que também pleiteava a construção do projeto, queria dividir as receitas do estádio em 50% para cada parte, com a Grêmio Empreendimentos - companhia criada especificamente para o projeto - participando da captação de financiamento. Pelo acordo firmado com o consórcio vencedor, durante 20 anos o clube do Rio Grande do Sul ficará com 65% da receita do estádio - incluindo bilheteria, bares, venda de camarotes e publicidade. Os 35% restantes serão repassados ao consórcio. O clube não terá participação, no entanto, na verba obtida com os demais empreendimentos do complexo, com exceção do estacionamento. O projeto prevê ainda shopping center, hotel, prédios de escritórios, centro de convenções e estacionamento com 5 mil vagas. Com os 65% que o clube terá direito, o faturamento da agremiação será 160% superior. A arena gremista terá capacidade para 50 mil pessoas. "O projeto agrega receitas ao clube", afirma o vice-presidente de Planejamento do Grêmio, Eduardo Antonini. Segundo Antonini, o Olímpico, atual estádio do Grêmio, gera hoje receita anual de R$ 14 milhões e será implodido assim que a construção do complexo com novo estádio estiver concluída. Outra vantagem para o Grêmio é que o clube não vai precisar desembolsar nenhum centavo para a construção do novo estádio. O financiamento será buscado pelo consórcio, que além da TBZ e da OAS conta com o banco também português Efisa, a Cia Província de Crédito Imobiliário e a Plarq Estudos de Arquitetura e Urbanismo Ltda. "O banco Efisa é quem dará as garantias (bancárias), e os sócios irão captar os recursos no mercado", diz Antonini em matéria publicada pela Gazeta Mercantil. O consórcio terá 90 dias para detalhar a proposta e apresentar um pré-contrato. A previsão é que as obras iniciem ano que vem e o estádio fique pronto em 2012. Com isso, ainda poderá sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, embora este não seja o objetivo principal do Grêmio.

Redação Sport Marketing

HSBC patrocina o Hipismo internacional

O grupo bancário HSBC fechou patrocínio mudial com a Federação Equestre International. De acordo com o contrato, cujas bases financeiras não foram divulgadas, o HSBC será, com exclusividade, o parceiro dos serviços financeiros da FEI. O banco também assumirá o patrocínio da Copa do Mundo FEI que passará a ter o nome da instituição nos próximos três anos."O HSBC tem muito prazer em se tornar um parceiro da FEI e um patrocinador importante" - disse Giles Morgan, responsável pelo departamento de patrocínio do Grupo HSBC. "O hipismo é um esporte que provê oportunidades iguais para homens e mulheres e é reconhecido mundialmente. Nós esperamos que a sociedade dê certo e que particularmente ajude no desenvolvimento da Copa do Mundo HSBC".

Redação Sport Marketing

China imita Barcelona e proíbe o fumo

A primeira vez que na história dos Jogos Olímpicos o fumo foi abolido dos locais de competição foi em Barcelona 1992. A China, o país que contém o maior índice de fumantes do mundo (calcula-se 350 milhões de fumantes, 26% da população chinesa), também seguirá o exemplo catalão em grande escala. A maior parte dos locais públicos de Beijing terá que se adaptar para não fumantes a partir de 1º de maio, em uma decisão tomada como medida prévia aos Jogos Olímpicos, que acontecerão em agosto, informou o jornal 'China Daily'. As autoridades de Beijing, que adotaram sem grande sucesso as primeiras medidas antitabaco em 1996, anunciaram no início do ano que proibiriam o fumo em locais públicos, como restaurantes, escolas, hospitais, escritórios, bibliotecas ou museus. Segundo a nova legislação, os hotéis serão obrigados a ter pelo menos 70% dos quartos para não fumantes e os bares terão que delimitar de forma estrita as áreas liberadas ao fumo. As multas para os estabelecimentos caso a lei não seja respeitada podem chegar a 5.000 yuans (452 euros). Os Jogos Olímpicos foram declarados 'espaços sem tabaco' e, consequentemente, será proibido fumar nos locais com atletas e dirigentes.

Redação Sport Marketing

Site estatal chinês aponta culpados dos protestos de Lhasa

As revoltas de meados de março em Lhasa foram coordenada pelo presidente do Congresso da Juventude Tibetana no exílio, Tsewang Rinzin, encarregado de buscar financiamento para a "ofensiva" planejada este ano, aproveitando os Jogos Olímpicos de Beijing, afirmou o site oficial do Governo chinês. Um comunicado colocado no site, assinado pela agência oficial chinesa "Xinhua", afirmou que os distúrbios ocorridos em 14 de março em Lhasa foram preparados meses antes por um escritório provisório criado por cinco organizações tibetanas, que teria nomeado Tsewang como principal responsável. A Associação Mulheres Tibetanas, os Estudantes por um Tibet Livre, o Partido Democrático Nacional do Tibet e o Movimento Gu Chu Sum foram, junto com o Congresso da Juventude Tibetana, as organizações envolvidas na preparação dos distúrbios, segundo o comunicado. "No dia 13 de março, o Congresso da Juventude Tibetana, uma organização que defende abertamente a violência, decidiu criar guerrilhas para se infiltrar no Tibet e começar lutas armadas" em reunião em Dharamsala, residência no exílio do Dalai Lama, indicou o documento. O artigo não culpa diretamente o Dalai Lama, líder espiritual e político dos tibetanos, pelos distúrbios, só afirma que este "mudou sua estratégia". Segundo o comunicado, dois dias depois dos distúrbios de Lhasa, o Dalai Lama qualificou estes de "manifestações pacíficas", mas, dois dias depois, pediu os manifestantes para parar a violência. O documento é uma contra-ofensiva do Governo chinês ao que considera uma "distorção" dos fatos ocorridos em 14 de março em Lhasa por parte da imprensa ocidental, que a nota acusa de não ter sido exata em suas informações. Vale apenas lembrar que estas informações partiram de um site controlado pelo regime comunista chinês que manipula a imprensa e os veículos de comunicação. O presidente do Congresso da Juventude Tibetana no exílio, Tsewang Rinzin, qualificou de "completamente infundadas e falsas" as acusações das autoridades chinesas que o apontam como um dos responsáveis pelos distúrbios de 14 de março em Lhasa. Em declarações por telefone à Agência Efe, Rinzin disse que os protestos foram uma "iniciativa dos tibetanos do Tibete", e negou que tenham sido coordenados pelas organizações de tibetanos no exílio. Rinzin acrescentou que as manifestações contam com a "solidariedade" do movimento que lidera, mas negou qualquer envolvimento na coordenação ou no financiamento desses protestos. Trata-se, disse, de uma "tentativa" do Governo de Beijing de "culpar os outros" pelo que está acontecendo no Tibet. "Não é novo que tentem responsabilizar os outros"- disse Rinzin, que acrescentou que a China "não quer aceitar a realidade do sentimento tibetano". O líder do Congresso da Juventude Tibetana também disse que os protestos de tibetanos que estão acontecendo em outros pontos da China e em países como Nepal e Índia continuarão, "para expressar a oposição à ocupação do Tibet". Além disso, expressou desejo de que as potências ocidentais se envolvam na questão. "Esperamos que haja reações. A comunidade internacional tem responsabilidade moral com relação ao Tibet", disse. Fato comprovado é que a China investe de forma selvagem na colônia do Tibet. País independente, conquistado e sob o domínio maoista. Ao longo dos anos de ocupação, a China tem destruído impavidamente a identidade, a cultura, a religião do povo tibetano. As centenas de mosteiros existentes antes da ocupação, estão reduzidas a algumas dezenas. Entretanto, o povo tibetano levanta-se, pacificamente, contra o domínio chinês; como resposta a repressão e a violência armada. O chefe do Tibet, no exílio, o Dalai-Lama, é um dos acusados de provocar a revolta como tentativa de boicote dos Jogos Olímpicos! O pacifista, aquele que prega a independência do povo em favor de uma simples autonomia, que deseja ardentemente uma paz honrosa, torna-se o mau da fita. Curiosamente, os ataques da China ao Dalai-Lama coincidiram com a ameaça da Al-Qaeda de atacar o coração da Cristandade – Roma. Será só coincidência?

Redação Sport Marketing

UE não diz nem sim e nem não ao boicote

A União Européia produziu durante uma reunião na Eslovênia entre os chanceleres europeus, uma declaração na qual reiteram a "profunda preocupação sobre os acontecimentos" no Tibete e condenam "todo o tipo de violência, pedindo para que os detidos sejam tratados conforme as leis internacionais e que se respeite a liberdade de informação". A declaração conjunta, em matéria diplomática, entretanto não traz uma decisão a clara e objetiva a respeito de um boicote à cerimônia de abertura e aos Jogos Olímpicos de Beijing. Segundo Bernard Kouchener, "ninguém quis falar sobre o assunto". O chefe da diplomacia francesa, afirmou que as posições sobre o Tibet e sobre os problemas com a China não são as mesmas para todos e que "é preciso que a Europa tenha a coragem de assumir uma posição comum, porque isso será importante também para o Tibet". Na declaração conjunta, os chefes da diplomacia dos 27 países presentes apelaram ao fim da repressão no Tibet e pediram à China e ao Dalai Lama um diálogo substantivo e construtivo sobre a preservação da cultura, da língua e da religião tibetanas. Ou seja, falou-se muito, mas pouco, ou quase nada será feito. Os ativistas dos direitos humanos preferem atos às declarações. Têm-se registado alguns incidentes e teme-se o pior para a cerimônia da passagem da Chama quando a mesma chegar ao Tibet. Claro que ninguém gostaria de um boicote aos Jogos Olímpicos, o que prejudicaria os atletas de todo o mundo e,consequentemente, a história do Movimento Olímpico. Porém, a presença de chefes de nações à cerimônia de abertura seria um tapa com luva de pelica no país que se considera o símbolo máximo do despotismo no séc. XXI, uma forma da UE não "deixa passar" os fatos. Porém, sabe-se que atrás do mega eventoe existem grandes interesses econômicos e um medo latente da China enquanto uma nova potência capaz de desencadear uma guerra global e destruidora. Como os Jogos também são símbolo de esperança, tomara que os Jogos Olímpicos ícone clássico da harmonia e das tréguas entre os povos, chamem a China à razão e, por isso, é bom que não sejam boicotados. Segundo a imprensa estatal chinesa, o governo chinês está "absolutamente insatisfeito" com a discussão da questão tibetana pelos ministros da UE. Em posição divulgada por toda a imprensa chinesa, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China afirma a "profunda insatisfação" de Beijing com o fato dos ministros europeus terem debatido o assunto. "A questão do Tibet é um assunto interno da China. Nenhum país estrangeiro nem organização internacional têm o direito de interferir nela" - disse a porta-voz, Jiang Yu. "Esperamos firmemente que a UE e seus Estados-membros façam uma distinção clara entre o certo e o errado, condenem explicitamente os crimes violentos de agressões, motins, saques e incêndios e todos os desordeiros e evitem adotar dois pesos e duas medidas "- acrescentou a porta-voz. A imprensa chinesa, toda ela propriedade do Estado, não adianta, no entanto, detalhes sobre as razões de queixa dos tibetanos, cujas manifestações que começaram em 10 de março, em Lhasa, se tornaram violentas e se espalharam para outras províncias ocidentais chinesas de forte influência tibetana. A China diz ter provas - que nunca apresentou - de que o Dalai Lama foi o instigador dos protestos violentos, que se concentraram principalmente no dia 14. O líder espiritual tibetano no exílio nega a acusação e já condenou a violência. "A UE não deve avivar as feridas das vítimas inocentes dos distúrbios de 14 de março, nem enviar uma mensagem errada à comunidade internacional nem ao grupo do Dalai Lama, nem estimular os crimes violentos dos separatistas tibetanos", prosseguiu Jiang Yu. O Dalai Lama vem defendendo que não busca a independência do Tibete, mas sim uma "autonomia significativa" para a região. Segundo a China, as manifestações dos tibetanos causaram a morte de 18 civis e de dois policiais. O governo tibetano no exílio nega estes números e afirma que, para acabar com os protestos, a China matou cerca de 140 pessoas e feriu outras mil.

Redação Sport Marketing

Liu Xiang disse que não ia, mas foi

O atleta chinês Liu Xiang, recordista mundial de 110 metros com barreiras e campeão olímpico medalha de ouro em Atenas 2004, que havia se recusado a conduzir a Tocha no dia da cerimônia de abertura dos Jogos, declarando que tinha muito mais com o que se preocupar, voltou atrás na decisão. O BOCOG alterou a data do Revezamento de Liu e o atleta não teve como negar. Liu tomou a Tocha Olímpica das mãos do presidente da China, Hu Jintao, que deu início oficial ao percurso da Tocha dos Jogos Olímpicos de Beijing. As celebrações ocorreram na praça da Paz Celestial, frente ao mausoléu de Mao-Tsé Tung, fundador da China comunista e de mais de 1500 convidados, em meio a balés, acrobacias e uma forte segurança."A Chama sagrada é o símbolo do espírito olímpico. Representa esperanças, sonhos, luzes, alegria, amizade e paz" - disse Liu Qi, presidente do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos, às autoridades, bailarinos, estudantes e trabalhadores reunidos na praça com bandeiras vermelhas. A primeira parada do percurso internacional de 130 dias, 137 mil quilômetros em 19 países será no Cazaquistão.

Redação Sport Marketing

Tiger Woods em novo comercial da Nike

O ícone do gofe mundial Tiger Woods será estrela do novo comercial da Nike. Tiger, que recentemente lançou um isotônico da Gatorade com a marca dele (foto), terá como parceiros no novo filme da fabricnate americana de materiais esportivos, o fenômeno do boxe filipino Manny Pacquiao e o astro da NBA Kobe Bryant. A linha de golfe da Nike está lançando no mecado americano uma nova coleção com a marca Tiger Woods. A nova Coleção de Platina de Tiger Woods (TW) estará disponíveis nas lojas do Reino Unido em abril. A coleção TW é tecnicamente avançada. "O Tiger disse que queria algo que representasse um novo nível de sofisticação" -disse Doug Reed, diretor global da linha de golfe Nike. "Então nós trabalhamos junto com Tiger na criação de uma linha competitiva e progressiva de roupa que representasse o que Tiger é hoje. Nós estamos evoluindo como Tiger evolui. É realmente um processo surpreendente e inspirador." A nova coleção Platina TW não tem costura e foi projetada com uma tecnologia que reduz peso da roupa, a NikeFIT, sem comprometer o estilo luxuoso das peças. A Nike acompanha os passos de Tiger Woods desde 1996.

Redação Sport Marketing