23 de mar. de 2008

Milionário americano de olho no Roma

Segundo o jornal "La Gazzetta dello Sport", o milionário John Joseph Fisher está interessado para fazer uma oferta para comprar o Roma. O americano estaria disposto a pagar 250 milhões de euros (cerca de R$ 680 milhões) para ficar com o clube italiano. A diretoria atual nega a oferta. "Não recebemos nenhuma oferta para a compra do pacote acionário para controlar o Roma"- declarou a presidente do clube, Rosella Sensi, em comunicado oficial. O milionário é dono de duas grifes de roupas e teve o patrimônio estimado pela revista "Forbes", em US$ 1,5 bilhão (R$ 2,5 bilhões). Nos planos de John para o Roma, estaria construção de um estádio próprio, já que a equipe, assim como o rival Lazio, joga no Olímpico, que pertence à prefeitura. Além disso, seriam contratados mais jogadores e o clube teria uma nova estratégia de marketing. John Joseph Fisher é proprietário do time de beisebol Oakland Athletics e também do San José Earthquakes, de futebol. Além disso, possui uma porcentagem do Celtic, da Escócia.

Redação Sport Marketing

Tecnologia Speedo acusada de proporcionar recordes

A nova roupa Speedo desenvolvida com a mais alta tecnologia está na berlinda. "A Federação Internacional de Natação (FINA) deve regulamentar futuras evoluções da nova roupa especializada para nadadores, depois da chuva de recordes no mundo" - disse o treinador suíço Stephan Widmer ao jornal Sunday Telegraph.
Premiado como o melhor treinador australiano do ano, Widmer advertiu sobre o traje LZR Race, feito pela Speedo, depois dos novos recordes mundiais conseguidos pelo francês Alain Bernard e pelas australianas Stephanie Rice, Emily Seebohm e Sophie Edington. Uma das teses para a performance do nadador francês é reforçada por uma coincidência: nas 14 quebras de recordes mundiais ocorridas neste ano, todos usavam o mesmo traje, o LZR Racer, da Speedo. A seleção francesa é patrocinada pela fabricante de material esportivo Arena. Alain Bernard tem acordo com a Speedo. O francês revolucionou o cenário das provas rápidas no Campeonato Europeu de Eindhoven, quebrando três recordes mundiais em um espaço de três dias. O traje também foi usado pela australiana Eamon Sullivan, Kirsty Coventry, do Zimbábue, e a americana Natalie Coughlin, que também conseguiram quebrar antigas marcas. Em todas as ocasiões, usou a roupa da Speedo LZR Racer, lançado neste ano, aprovado pela federação internacional e que será vestirá boa parte dos nadadores que irão à Beijing. A Fina, entidade que comanda a natação mundial, no entanto, acena com uma nova discussão sobre o assunto após a coincidência entre os recordes. "Acho que isso merece um debate e tem de ser analisado por um comitê de ética", disse Claude Fauquet,diretor técnico da federação francesa. A Fina já aprovou o maiô e que a empresa de material esportivo não está fazendo nada ilegal. O LZR Racer não tem costuras e é feito de material que repele a água. Ajudaria na flutuabilidade, principal ponto a levantar polêmica. Ele custa cerca de US$ 800 e promete 5% menos atrito e 4% a mais de velocidade que o traje anterior. Grandes somas de dinheiro são gastas no desenvolvimento da tecnologia usada nessas roupas. A Speedo afirma que o LZ Racer possui dispositivos estabilizadores para manter a posição do corpo, painéis que aumentam o deslizamento do corpo e reduzem o arrasto, além de um tecido forte e leve que reduz as oscilações musculares e a vibração da pele. Outros fabricantes oferecem maiôs com vários recursos especiais e também obtiveram bons resultados, incluindo vitórias nesses últimos campeonatos. A Arena, que conta com a campeã mundial e olímpica Laure Manaudou, lançou seu novo R-Evolution em Eindhoven, e a Adidas, a marca usada pelo campeão olímpico Ian Thorpe, deve lançar seu novo maiô dentro em breve. A federação francesa, à qual Bernard pertence, tem contrato com a fabricante rival Tyr. No entanto, como outras federações, permite que seus nadadores assinem contratos individuais com as marcas de sua preferência. Os maiôs provocam debates desde que surgiram, cerca de dez anos atrás, com alguns questionando se os trajes não infringiriam as regras que banem qualquer artefato capaz de aumentar a flutuabilidade. A Fina aprovou os maiôs especiais em 2000.

Redação Sport Marketing

Credit Suisse não estende com BMW Sauber

Apesar de ter conseguido um bom resultado nas pistas no GP da Malásia de F1, a BMW Sauber vai ter problemas no final desta temporada. Segundo o jornal Sonntags Zeitung, a escuderia perderá o patrocínio do Credit Suisse ao término de 2008. O banco patrocina a equipe há oito anos, desde os tempos em que era administrada por Peter Sauber, mas não pretende manter o contrato. Apesar dos rumores, ainda não houve um pronunciamento oficial da escuderia nem do patrocinador.

Redação Sport Marketing

Duas marcas do futebol

A MLS (principal liga do país) promoveu o encontro dos dois maiores ídolos do esporte nos EUA: Pelé, que tentou popularizar o "soccer" nos anos 70, e o meia Beckham, que chegou ao Los Angeles Galaxy no ano passado. Os dois estiveram juntos em um evento beneficente em Nova Iorque. Beckham entregou um troféu a Pelé, que em 1975 chegou ao NY Cosmos para montar uma equipe de estrelas nos Estados Unidos. Carlos Alberto Torres, Romerito e Beckenbauer também atuaram no time de Manhattan. "Agora é a hora do Beckham" - disse o Rei. O inglês mostrou-se honrado por estar ao lado de Pelé e afirmou que não se arrepende de ter trocado o Real Madrid pelo Los Angeles. "Estou muito feliz, minha família também. Foi uma grande mudança para nós" - finalizou o ídolo e fenômeno de marketing. No evento de gala, foram cobrados US$ 1.250 (cerca de R$ 2,2 mil) por prato para levantar recursos para o Harlem Soccer Youth.

Redação Sport Marketing

Ordem, progresso e medidas duras contra torcidas!

Para tentar apaziguar os ânimos entre as torcidas organizadas, o Ministério Público Estadual recorreu, mais uma vez, à proibição da entrada de sócios das agremiações nos estádios paulistas, desde que caracterizados. O promotor Paulo Castilho admite que a falta de legislação não permite ações mais drásticas. "Faço o possível, mas várias coisas não são atribuição minha. Não aprovo nem sanciono lei." O promotor se refere, principalmente, ao anteprojeto de lei enviado ao Executivo em novembro do ano passado, que prevê a tipificação penal de uma série de delitos ligados a eventos esportivos. O texto foi enviado ao Ministério do Esporte, recebeu parecer favorável e aguarda análise do ministro da Justiça, Tarso Genro. Além disso, MP e Federação Paulista têm dificuldade na conclusão do processo de cadastramento dos torcedores das organizadas. O Ministério do Esporte já liberou verba de R$ 1,5 milhão para a compra de equipamentos, mas a dificuldade está no cruzamento de dados dos cadastrados com as informações da Polícia Civil. Para a conclusão do trabalho, as entidades esperam uma resposta da Secretaria Estadual de Segurança Pública.

Redação Sport Marketing

Arenas se preparam contra marketing de emboscada

Numa tentativa de evitar ações de marketing de guerrilha (emboscada) contra os patrocinadores dos Jogos de Bejing, o BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Beijing se prepara para proibir a entrada de bebidas, comidas e bandeiras nas arenas de competição. A Coca-Cola, patrocinadora TOP do programa de marketing do IOC - International Olymoic Committee - Comitê Olímpico Internacional - é a patrocinadora oficial na categoria bebidas não alcoólicas. Assim sendo, estará presente com exclusividade nas lanchonetes, bares e restaurantes dos locais de competição. Entre os patrocinadores de cerveja, bebidas na base de malte, o BOCOG fechou patrocínio local com as marcas: Tsingtao, Yanjing Beer e patrocínio internacional com a Budweiser. Produtos que certamente estarão à disposição do público nas arenas, assim como os produtos da rede McDonald´s. Será igualmente proibido entrar com faixas e bandeiras superiores a 1 metro e que tenham qualquer tipo de marca evitando-se o marketing de emboscada. A lista de materiais proibidos inclui, logicamente, armas, explosivos, drogas, substâncias envenenadoras e materiais radioativos, aparelhos de rádio e a presença de animais de estimação nos locais dos eventos. Os rádios foram banidos para não atrapalharem as transmissões de televisão ou comprometam a operacionalidade dos equipamentos de segurança. Cada local estará equipado com, pelo menos, um aparelho de raio-x, dois detectores de metal, um veículo de segurança e um sistema automático para verificação de automóveis, garantiu o diretor de segurança dos Jogos, Liu Shaowu."Todas as pessoas e veículos terão de passar pelos pontos de verificação de segurança antes de entrarem nos locais", explicou responsável, adiantando: "Se tudo estiver certo, estarão 'livres' em cinco segundos. Os locais terão todos os serviços necessários pelo que não haverá necessidade em trazerem muitas coisas".

Redação Sport Marketing

Mau tempo em Olympia e protestos antecipam cerimônia da Tocha

Narisa Chakrabongse, um dos seis portadores tailandeses, abdicou de levar a tocha olímpica em protesto contra a violência no Tibet. O intuito do tailandês é claro: Chakrabongse quer “enviar à China a mensagem de que a comunidade mundial não pode aceitar estas ações”. À parte desta polêmica, a cerimônia na qual é acesa a chama olímpica foi antecipada uma hora, segundo anunciou o COI, devido à ameaça de chuva. Sendo assim, a chama olímpica será acesa segunda-feira em Olympia, na Grécia, às 11 horas locais. No último teste antes da cerimônia oficial, a tocha não foi ateada com recurso aos raios solares, direcionados com ajuda de espelhos, devido ao tempo encoberto, o que deverá também acontecer segunda-feira. A chama será entregue no Estágio Panathenian em Atenas, cidade onde se celebraram os primeiros Jogos Olímpicos modernos, em 1896. Depois da cerimônia de entrega em Beijing, no dia seguinte a tocha começará a excursão mundial por 135 cidades. A chama vai percorrer 137 mil quilômetros, durante 130 dias, e vai chegar ao Estádio Nacional em Beijing em 8 de agosto para a cerimônia de abertura. O destaque no percurso da tocha, que envolverá um total de 21.780 carregadores, será a tentativa de levar a chama à cúpula do Monte Qomolangma, em Maio.

Redação Sport Marketing

Ministério do Esporte enfia os pés pelas mãos

Ao traçar metas para o desempenho brasileiro nos Jogos Olímpicos baseadas em conquistas de medalhas, o Ministério dos Esporte, enfia os pés pelas mãos e se mete em um campo que não lhe diz respeito, o qual o Ministério prova não ter nenhum conhecimento sobre. De acordo com o lema do Barão de Coubertin, idealizador dos Jogos Olímpicos da Modernidade, "o importante é participar", portanto, ganhar medalhas não é a principal meta do olimpismo e nem do Movimento Olímpico! A carta Olímpica, que rege o IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional e, consequentemente, todos os CONs , Comitês Olímpicos Nacionais espalhados pelo mundo, é absolutamente contra quadros de medalhas e não fomenta a disputa e a competição entre países. Assim sendo, é mais do que normal, que o COB - Comitê Olímpico Brasileiro, órgão máximo representante do olimpismo no país, se esquive de fazer prognósticos nesse sentido e se interesse positivamente no desenvolvimento do esporte como um todo. Desta forma, a notícia de que o Ministério do Esporte, fez uma projeção para as próximas três edições dos Jogos, incluindo a deste ano, em Beijing, divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo é no mínimo uma falta de respeito com a Carta Olímpica e com os princípios do Comitê Olímpico Internacional. Uma vergonhosa demonstração de falta de preparo do governo de um país que pleiteia junto ao COI o direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Segundo o jornal, por intermédio do inédito Plano Nacional de Desenvolvimento do Esporte, o ministério espera a melhora gradativa no rendimento brasileiro nos Jogos. A projeção para Beijing-2008 é de melhorar a 16 ª colocação no quadro geral de medalhas. Para Londres-2012, a meta é chegar entre o 11º e o 15º lugar. Em 2016, o governo espera que o Brasil termine em 10º. "É nossa expectativa. Mas precisamos ver como a delegação brasileira se comporta em Beijing", declarou o ministro do Esporte, Orlando Silva Jr, à Folha de S. Paulo. Talvez, mais preocupado em mudar o foco da mídia dos escândalos recentes sobre o uso inapropriado dos cartões corporativos e das denúncias envolvendo o Projeto Segundo Tempo e o PC do B, o ministro do esporte Orlando Silva Jr esteja tentando chamar a atenção da mídia de uma forma um pouco mais positiva, mas o tiro sai pela culatra, quando a notícia esbarra em cláusulas e regras olímpicas às quais o Ministro prova desconhecer. Tentativa essa muito infeliz essa do Ministério se envolver em questões de prognósticos de medalhas, em se tratando de um país democrático e não comunista, como a China ou Cuba, por exemplo, cujos governos pressionam seus atletas por bons desempenhos. O esporte não é uma ferramenta para ser usada na aplicação de pressão ou exibição política. O COB, por sua vez, fez o certo e via assessoria de imprensa, disse que "o mais importante é dar suporte à evolução técnica e ao aumento qualitativo da participação brasileira, independente do número de medalhas". Talvez, se o Ministério do Esporte cuidasse melhor do que lhe cabe no latifúndio do esporte brasileiro, evitando o desvio de verbas de projetos sociais, estipulando e criando melhores leis de incentivo ao esporte, criando leis de segurança nos estádios de futebol que coibam a violência entre as torcidas, criando formas de incentivar nossos jogadores e atletas para que não saiam do país ou evitando o uso indevido de cartões corporativos, o esporte nacional consiga mais patrocínios e como consequência mais medalhas. A pergunta que fica no ar é: o que o Ministério e a Secretaria de Alto Rendimento de Djan Madruga têm feito de concreto pelo esporte de base nacional para que o Ministério do Esporte deseje tantas medalhas? O Projeto Segundo Tempo, meu amigo, não segura essa onda e muito menos as leis de incentivo para o esporte. Arrotar prognósticos em cima do esforço dos outros é fácil, agora colocar a mão na massa e fazer a tapioca é que são elas!

Redação Sport Marketing

Unimed na corrida do Bom Jesus

A Unimed - Cuiabá confirmou a participação na Corrida Bom Jesus de Cuiabá por meio do patrocínio de 1.200 camisetas e bonés. A corrida ocorre no dia 13 de abril, em comemoração ao aniversário da capital Mato-grossense. A reunião contou com a presença do secretário municipal de Esportes e Cidadania (Smec), Pedro Sinohara, e o diretor de Desporto e Lazer da Smec, Francisco Antônio da Silva, diretor executivo da Unimed Paulo Brustolin e gerente de marketing, Francielli Garieti. O secretário ressaltou que é importante esse patrocínio, que atende as reivindicações dos próprios atletas. "Esse foi um pedido dos participantes, que todos tivessem camisetas identificando a corrida, além de atender o pedido dos atletas, a camiseta também vai divulgar o evento". Ele ainda informou que a premiação em espécie está sendo patrocinada pela Secretaria Estadual de Esportes e Lazer (Seel). Ao todo serão aproximadamente R$ 25 mil, sendo R$ 5 para os campeões masculino e feminino.

Redação Sport Marketing

Espanha de olho na Copa de 2018

A Espanha está de olho em sediar a Copa do Mundo de 2018. Como a Fifa decidiu acabar com o rodízio de continentes para abrigar o mundial a partir de 2018, a Espanha poderá receber o torneio depois que este passar pela África do Sul, em 2010, e pelo Brasil, quatro anos mais tarde. Até o momento, oficialmente, os países que expressaram a intenção de apresentar candidatura para abrigar o Mundial de 2018 são Austrália, Holanda e Bélgica (em conjunto), Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, China , Canadá e México. Porém, algumas das principais empresas de turismo da Espanha manifestaram apoio à intenção da Real Federação Espanhola de Futebol de apresentar uma proposta para abrigar a Copa em 2018 juntamente com o vizinho Portugal. De acordo com estas empresas, a organização de um Mundial supõe uma forte injeção econômica em um país e ajuda a impulsionar o setor turístico. Presidente da Mesa de Turismo, que reúne grandes empresários da área na Espanha, Juan Andrés Melián, o setor é um dos grandes beneficiados pela Copa do Mundo por causa da vinda de torcedores de outros países durante a competição.

Redação Sport Marketing

Judoca do Piauí fecha contrato até Londres 2012

A judoca piauiense Sarah Meneses, que foi escolhida como atleta titular da seleção brasileira nas Olimpíadas de Beijing, terá um contrato de patrocínio junto à Fundação dos Esportes do Piauí(Fundespi) até Londres 2012. " Este apoio que estamos dando à Sarah não é pensando só neste momento. Estamos acertanto aqui com ela, o técnico e sua família para que seja um contrato de quatro anos, para que a judoca tenha condições de treinar no Piauí e não precise sair do Estado", ressaltou Wellington Dias, governador do Estado. A atleta recebeu a novidade com alegria e garantiu que honrará o apoio recebido pelos piauienses. "Estou confiante no meu trabalho. Vou trazer uma medalha para o Piauí, só não sei a cor. Mas tenho chances reais de voltar vitoriosa", afirmou Sarah Meneses, que viajou para o Japão onde passará 15 dias em treinamento. A rotina de competições também será intensificada após esse período em disputas em Belo Horizonte e Miami, e com intercâmbios na Rússia, França e Portugal. Sarah Meneses ressaltou que a troca de experiências permite deixar os atletas no mesmo nível. " Estive com muitos deles na Europa e todos nós estamos com um bom nível de competição", concluiu.

Redação Sport Marketing

África do Sul divulga gastos para Copa 2010

O governo da África do Sul pretende gastar cerca de 30 bilhões de rands (cerca de R$ 6, 363 bilhões) para a organizar a Copa do Mundo de 2010. Dois terços deste valor, segundo a previsão, seriam para investimentos em infra-estrutura. A princípio, o governo sul-africano tinha a previsão de gastar apenas dois milhões de rands nos dez estádios que vão receber jogos dos torneios. Já a Fifa estima um gasto de 3 bilhões com a realização do Mundial na África do Sul.

Redação Sport Marketing

Lúcio aceita sair do Bayern

O zagueiro brasileiro Lúcio admitiu desejo de sair do Bayern de Munique, da Alemanha. "Se tiver propostas de clubes da Inglaterra, Espanha ou Itália gostaria muito e ficaria feliz se houvesse a transferência", afirmou o jogador de 29 anos, em entrevista à imprensa alemã. Lúcio defende regularmente a seleção brasileira, foi campeão mundial em 2002 e participou da Copa de 2006. O contrato do jogador com o Bayern se estende até 2010. No atual clube, ele conquistou dois títulos nacionais. "Eles disseram que querem me manter. Mas isso é o que eles dizem de todos os jogadores sob contrato", disse o zagueiro. Ainda segundo a imprensa alemão, o Barcelona estaria disposto a oferecer cerca de 15 milhões de euros para tirar Lúcio do Bayern de Munique. Já o presidente do Bayern de Munique, o ex-jogador Karl-Heinz Rummenigge, afirmou que o clube alemão não pretende se desfazer do zagueiro. "É um jogador muito bom e não deixamos jogadores deste nível saírem. Ele tem contrato até 2010 e não o liberaremos", disse o dirigente, em entrevista ao "Sport-Bild". Lúcio, que chegou ao Bayern em 2004, estaria cansado de viver no país. "Não é fácil deixar o clube, mas toda situação tem solução. Quem sabe uma transferência não seria proveitosa também para o Bayern", disse Lúcio, ao diário local "tz". O time de Munique é o líder do Campeonato Alemão, com 53 pontos. O Hamburgo, maior oponente na luta pelo título da atual temporada, soma 46.

Redação Sport Marketing

A menos de 24 horas da Chama Olímpica ser acesa, COI se manifesta

Preocupado com as manisfestações contra a China e possíveis atentados que possam ocorrer em Olympia, Grécia, onde amanhã será acesa a chama olímpica, dando início ao Revezamento da Tocha, o Presidente do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional Jacques Rogge (foto), enviou um comunicado a toda a imprensa internacional. "O acendimento da Chama Olímpica em Olympia amanhã é tempo para refletir no papel do Comitê Olímpico Internacional. A responsabilidade principal do IOC é realizar os melhores Jogos Olímpicos possíveis para os atletas, que merecem isto. Nós faremos isso em uma colaboração íntima e intensa com o Comitê de Organizador de Beijing. Premianda com a realização dos Jogos Olímpicos, a China, que é o país mais populoso no mundo abrirá suas portas para a disseminação do olimpismo, do ideal olímpico. Nós acreditamos que a China mudará ao abrir o país para o mundo por meio dos 25.000 representantes da mídia que freqüentarão os Jogos. Os Jogos Olímpicos são uma força eterna. São catalisadores de mudanças, não uma panacéia para todos os males. Os ativistas dos direitos humanos querem alavancar os Jogos e pedir ao COI uma ação conjunta. O COI respeita todas as ONGs, grupos de ativistas e suas causas, e fala regularmente com eles - mas o COI não é um órgão político nem uma organização ativista. Como eu declarei semana passada, disse Jacques Rogge, os acontecimentos no Tibet são um assunto de grande preocupação para o COI, que já expressou a esperança que este conflito seja pacificamente resolvido assim que possível. A violência por qualquer razão é ao contrário dos valores e espírito Olímpico. O COI continuará a respeitar a causa dos Direitos Humanos e trabalhará incansavelmente com a China para o bem-estar dos atletas e o sucesso dos Jogos Olímpicos." Ativistas tibetanos prometem abrir uma nova etapa nos protestos contra a China, quando a tocha olímpica for acesa em Olympia. Preocupado com a ameaça dos manifestantes de transformar a viagem da tocha até Beijing numa maratona de demonstrações anti-China, o governo grego destacou mil soldados para reforçar a segurança e evitar distúrbios. Um dos pontos críticos da viagem da Tocha pelo mundo deve ser a passagem pelo Tibete. Os monges budistas queixam-se que a China estaria usando o trajeto para demonstrar ao mundo quem é que manda na região. Outra fonte de polêmica é a insistência dos chineses em levar a Tocha até o Monte Everest. Para evitar protestos no topo do mundo, o governo já começa a tomar medidas para fechar os acessos ao Himalaia. O governo chinês também pediu ao Nepal para que adote medida semelhante no lado nepalês da cordilheira. A agência oficial de notícias Nova China tem destacado apenas o entusiasmo dos alpinistas com a idéia de levar a tocha até o Everest, a 8,8 mil metros de altitude. Um dos atletas que levarão a Tocha à montanha será o tibetano Bemba Dondrup. Os treinamentos para a subida começaram em outubro e envolveram uma equipe formada por tibetanos e chineses. O governo assegura que os protestos dos monges tibetanos não mudarão esses planos. Tendor Dahortsang, um dos ativistas pró-Tibete, disse que o primeiro protesto ocorrerá em Olympia. Mas garantiu que ele será pacífico. Ha dez dias, o mesmo grupo promoveu um protesto em Olympia levando a própria tocha. A polícia foi obrigada a intervir e a apagar a Tocha alternativa. Nos bastidores, a esperança é a de que os Jogos Olímpicos ajudem a acelerar as transformações na China. Enquanto isso, diplomatas, ministros e chefes de Estado estudam se comparecerão ou não à abertura dos Jogos, em agosto.

Redação Sport Marketing

Reebok é multada em US$ 1 milhão

A empresa americana de artigos esportivos Reebok aceitou pagar uma multa de 1 milhão de dólares por ter entregue milhares de pulseiras de brinde contendo chumbo, o que provocou a morte de uma criança. O bracelete era fornecido pela Reebok como brinde gratuito pela compra de vários calçados infantis. Em março de 2006, a empresa soube que um menino que morava no Estado de Minneapolis, nos Estados Unidos, morreu após engolir o bracelete, que continha um pingente de coração e emitiu um comunicado para a retirada de 500.000 pulseiras fabricadas na China, incluindo 300.000 nos Estados Unidos. A multa é a mais alta prevista na legislação federal sobre substâncias perigosas, que proíbe a presença de elementos tóxicos em brinquedos e outros produtos infantis.O antigo recorde era da Winco Fireworks, uma empresa que produz fogos de artifício, por ter importado fogos perigosos da China em 2005.A assessoria de imprensa da Reebok informou que o produto não foi distribuído no Brasil, somente nos Estados Unidos.

Redação Sport Marketing

Jean Todt para presidente da FIA

Após deixar a chefia da Ferrari nas mãos de Stefano Domenicali, o francês Jean Todt se desligou como diretor-geral da escuderia italiana. Luca di Montezemolo foi eleito presidente do grupo e de Piero Ferrari será vice-presidente durante os próximos três anos. No lugar de Todt ficou o então diretor-geral da Casa de Maranello, Amedeo Felisa. Apesar da saída, Todt segue como representante da equipe no Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), além de ficar à frente da Ferrari Ásia-Pacífico e da Ferrari Europa Ocidental. Todt também cuida de assuntos especiais em relação à gestão esportiva e a categoria Gran Turismo. Com o francês no comando desde 1993, a Ferrari conquistou seis títulos mundiais de piloto e sete de construtores, além de 98 corridas. Agora, Jean Todt não descarta a possibilidade de suceder Max Mosley e ser o próximo presidente da FIA. Numa entrevista dada a revista britânica, autosport, Jean Todt não negou a possibilidade de ir para a FIA, mas não se comprometeu com as especulações.”Ainda estou motivado para continuar num cargo relacionado com os esportes a motor” - disse Jean Todt. “O Max Mosley é um excelente presidente. Sei que tem gerado muita controvérsia, mas tem feito muito pelo automobilismo e tem deixado a sua marca.” Em relação as especulações que o referem como uma possibilidade para suceder ao britânico na presidência da FIA, Jean Todt foi mais evasivo, apesar de não negar essa possibilidade: “Não vou falar em especulações, não quero entrar nesse tipo de jogo, digo apenas que apesar de já não ser propriamente um jovem, sinto que ainda tenho muito para dar ao esporte”.

Redação Sport Marketing

Manifestações a favor de boicote aos Jogos ecôam por todo o mundo

O presidente do Parlamento Europeu (PE), Hans Gert Pöttering, defende que as autoridades chinesas devem manter conversações com o Dalai Lama e por fim à repressão no Tibet, sob pena de enfrentarem eventuais “medidas de boicote” aos Jogos Olímpicos. Em entrevista ao jornal alemão “Bild am Sonntag”, o líder do PE afirma que “Beijing tem de decidir”. “É preciso entrar em conversações imediatamente com o Dalai Lama, mas se não houver qualquer sinal de comunicação, considero que as medidas de boicote aos Jogos Olímpicos serão justificadas” - disse. Pöttering salienta que quer que os Jogos se realizem, tal como está programado, entre 8 e 24 de Agosto, “mas nunca ao preço do genocídio cultural dos tibetanos”. O responsável europeu defende ainda que os países da União Européia devem falar “a uma só voz” em matéria de defesa dos Direitos Humanos no Tibet. “A China é um parceiro importante da Europa, por exemplo na proteção do clima. O diálogo e a cooperação devem ser recíprocos. No entanto, o povo tibetano não deve ser sacrificado”, sublinha Hans Gert Pöttering. Centenas de pessoas manifestaram-se no centro de Londres (foto) para protestar contra a repressão chinesa no Tibete e saudando a decisão do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que em Maio vai receber o Dalai Lama. O mesmo ocorreu em Genebra e em Marselha. O Comitê Olímpico da Suíça manifestou estranheza e indignação pelo silêncio do Comitê Olímpico Internacional face à repressão de que tem sido alvo a população do Tibet por parte das autoridades chinesas nas últimas semanas de manifestações. "O COI assumiu uma enorme responsabilidade quando atribuiu a organização dos Jogos Olímpicos de 2008 à China, um tipo de opção que afeta a reputação e credibilidade dos Jogos e do próprio movimento olímpico", disse a porta-voz do COS, Claudia Imhasly, acrescentando: "Não podemos assistir aos acontecimentos sem assumir qualquer posição". Já em Cuba o discurso é diferente. De acordo com Havana, os distúrbios na China, que envolvem separatistas do Tibet, fazem parte de uma orquestração organizada "desde o exterior". Esta posição por parte do país comunista foi assumida num comunicado, citado pela agência Lusa, em que são condenadas as "ações destinadas a minar a confiança internacional na capacidade do governo chinês para cumprir os seus compromissos". Os ataques de que foram alvo 16 representações diplomáticas de Beijing também são alvo das críticas de Havana, que os descreve como uma "gravíssima violação da Convenção de Viena sobre a proteção das embaixadas e consulados". A proposta de boicotar a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos em protesto contra a repressão chinesa foi considerada "interessante" pela França, mas o chanceler do país, Bernard Kouchner, voltou atrás. "Quando se lida com relações internacionais com países importantes como a China, obviamente são tomadas decisões econômicas à custa dos direitos humanos", disse Kouchner. A França pediu à China que reabra as fronteiras do Tibet à presença de estrangeiros e, em particular, de jornalistas, para obter todos os elementos de informação sobre os recentes acontecimentos. "Pedimos à China que reabra sem demora o Tibet à presença estrangeira e que permita aos jornalistas trabalhar ali de novo", disse o porta-voz adjunto do Ministério de Exteriores francês, Frédéric Desagneaux, em entrevista coletiva. O porta-voz não declarou a opinião da França sobre uma possível investigação internacional sobre os atos de violência, mas afirmou que irá debater o assunto com parceiros europeus. "Nossa preocupação é saber o que ocorre no Tibet e dispor de todos os elementos de informação sobre os recentes eventos", disse Desagneaux. Fontes do Palácio do Eliseu citadas hoje pelo jornal "Le Monde" afirmaram que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, ainda decidirá se vai realizar uma reunião com o líder tibetano Dalai-Lama. Na Alemanha, um homem de 26 anos ficou levemente ferido ao atear fogo no próprio corpo em um ato de protesto contra a repressão no Tibet, nas imediações da Embaixada da China em Berlim, de acordo com fontes policiais. O manifestante participava de uma concentração integrada por cerca de 100 pessoas, quando se banhou em um líquido inflamável e logo depois ateou fogo no próprio corpo. As chamas foram imediatamente sufocadas por outras pessoas que participavam da manifestação. A vítima sofreu apenas ferimentos leves e foi detida temporariamente por ter vulnerado a chamada "lei de manifestação", que proíbe o porte de substâncias inflamáveis em concentrações do tipo. Foram comuns em Berlim diferentes atos de protesto em solidariedade com o Tibet, tanto nas imediações da sede diplomática chinesa como nas proximidades do Portão de Brandeburgo. A presidente da Câmara de Representantes - Câmara de Deputados - dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, criticou a China pela repressão aos protestos no Tibet. Ela destacou a importância de uma investigação independente na região e exigiu a participação internacional no caso. Pelosi encontrou Dalai-Lama no complexo de templos em Dharamshala, lar de um grande número de tibetanos no exílio no norte da Índia. A cidade também é sede do governo tibetano exilado. "Se o povo que ama a liberdade no mundo todo não protestar contra a opressão da China no Tibet, perdemos toda nossa autoridade moral para falar de direitos humanos em qualquer outro lugar do mundo", afirmou Pelosi. A China viu com receio o encontro entre a norte-americana e o líder religioso, que se mostrou disposto a iniciar um diálogo com Beijing quando os distúrbios em Lhasa, a capital do Tibet, cessarem. Os tibetanos exilados na Índia afirmam que ao menos 80 pessoas foram mortas pelar forças chinesas, mas os chineses insistem que apenas 10 foram mortos. Os protestos em Lhasa (capital do Tibete) foram considerados os piores em quase 20 anos, começaram com as manifestações pacíficas que os monges budistas promoveram no último dia 10 de março por ocasião do 49ª aniversário da fracassada rebelião tibetana contra o domínio chinês. Eles se intensificaram como uma reação à notícia de que monges budistas teriam sido presos depois da passeata de 10 de março. Centenas de monges tomaram então as ruas, e os protestos ganharam força com a adesão dos tibetanos. O Governo chinês parece decidido não só a ignorar os pedidos internacionais para que dialogue com o Dalai Lama, como a usar a força para acabar com o apoio que o líder espiritual dos budistas tem no Tibet.

Redação Sport Marketing

De graça nem relógio trabalha!

No dia 28.02, o Sport Marketing noticiou a ida do Rei Pelé a Jundiaí, onde o atleta do século, em parceria com o Banco Fator, o clube Paulista de Jundiaí, o Litoral FC, de Santos, e o Lausanne, da Suíça está em vias de fato de construir o Campus Pelé (veja nosso arquivo de notícias). A previsão é que o Campus Pelé seja construído em uma área de 300 mil m2 ao lado da Fundação Antônio Antonieta Cintra Gordinho, no bairro Medeiros, em Jundiaí. Serão oito campos de futebol, apartamentos para acomodar 100 atletas, centro de medicina e até um museu do futebol. Mas, segundo os dirigentes, a obra está parada pelos órgãos ambientais. Tudo começou em 2007, quando o Paulista anunciou uma parceria de dez anos com o Banco Fator. Foi apresentado o projeto Campus Pelé. Segundo o acordo, o Paulista serviria de vitrine para os atletas revelados pelo Litoral e também emprestaria três jogadores anualmente ao time suíço, mas até agora, o projeto se resume à administração das categorias de base e do time profissional do Paulista. A fim de dar andamento ao projeto, Pelé esteve em Jundiaí. O Rei aproveitou e fez uma palestra para 230 meninos das categorias de base do Paulista e do Litoral numa demonstração que além de nomear o projeto, Pelé agora pretende se envolver diretamente na formação dos jogadores, principalmente como conselheiro, integrando o comitê responsável pela estratégia de investimento. O jornal Folha de São Paulo deste domingo relata a notícia e afirma que Pelé, autor da lei que extinguiu o passe no futebol brasileiro, lucrará financeiramente com as transações e receberá uma porcentagem, não revelada, do bolo a ser dividido pelos investidores. Vamos e venhamos, até parece que em algum lugar do mundo, contratos de naming rights e de troca de know how são igual a zero! Não é porque se trata de Pelé que os padrões de business têm que ser diferentes! De graça, nem relógio trabalha, quiçá o Pelé! Vale ressaltar que o Sport Marketing no dia 24.02 também noticiou em primeira mão a visita de Pelé a Abu Dhabi, onde pretende abrir uma escolinha de futebol. Alguém acha que vai ser de graça? Pelé hoje é ex-jogador que vive da marca que representa seu nome como outro qualquer. Se o projeto tem o know how e o nome Pelé, do ponto de vista de marketing esportivo ele tem sim direitos sobre isso. O resto é especulação para vender jornal.

Redação Sport Marketing