13 de mar de 2008

Ferrari fecha mais um negócio das arábias!

O primeiro patrocinador árabe a fechar com a Ferrari foi o fundo Mubadala. Agora, às portas da primeira etapa da temporada 2008 de F1, a escuderia do cavalinho rampante fecha mais um negócio das arábias. Desta vez com uma companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos - a Etihad Airways que fechou contrato de patrocínio por três anos (£60m ). No início da última temporada, a Etihad Airways tinha fechado contrato de três anos com a Spyker , mas a aquisição da equipe por Vijay Mallya, dono da Kingfisher, concorrente na Índia, encerrou o compromisso. Os logos da companhia aérea aparecerão no aerofólio traseiro, nas laterais e nos capacetes de Massa e Raikkonen. “Temos o prazer em anunciar esta nova parceria, que reforça nossas relações com os Emirados Árabes Unidos”, disse presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo.
A Etihad Airways já tem presença na F1. Em dezembro no ano passado, anunciou que se tornaria o patrocinador principal do GP de Abu Dhabi até 2011. A corrida inaugural do circuito de Abu Dhabi acontecerá na próxima temporada. A empresa também patrocina o Chelsea e Harlequins RFC

Redação Sport Marketing

A supremacia Blatter

Em 2006, Philippe Blatter (foto), sobrinho do poderoso presidente da FIFA, Sepp Blatter, foi nomeado chefe da Infront Sport & Media, uma empresa de marketing baseada em Zug, na Suíça central. Dentre outros, a firma comercializou os direitos de mídia das edições 2002 e 2006 da Copa do Mundo organizada pela FIFA. A federação nega ter influenciado os acionistas nessa nominação. Desde 1998, Joseph "Sepp" Blatter dirige a Federação Internacional de Futebol (FIFA). Quanto ao irmão dele, Marco, é diretor do Swiss Olympic, a associação dos clubes esportivos da Suíça. Com 42 anos, Philippe Blatter foi convidado em dezembro de 2005 a ocupar o cargo de vice-diretor da Infront Sport & Media. Antes desse emprego, o sobrinho de Joseph Blatter havia trabalhado por onze anos na empresa de firma de consultoria internacional McKinsey, como especialista na área de negócios esportivos. Por essa razão ele chegou a trabalhar com a FIFA em 2000. Desde sua entrada na Infront, Philippe Blatter havia trabalhado à sombra do ex-presidente da empresa, Oscar Frei, antes de assumir a direção geral da Infront Sport & Media. "A nomeação de Philippe Blatter não tem nada a ver com as relações comerciais entre a Infront e a FIFA", declarou na época Jörg Polzer, porta-voz da empresa em Zug, logo após a indicação do sobrinho de Blatter ao cargo. Ele trabalhou intensamente no meio dos negócios de esporte e representa um valor agregado à nossa empresa". Do outro lado, o porta-voz da FIFA negou igualmente qualquer implicação do presidente da federação na indicação do sobrinho. Andreas Herren usou, como prova, o fato de que a Infront não obteve os direitos de comercialização da Copa do Mundo de 2010. O jornalista inglês Andrew Jennings não partilha, porém, da mesma opinião. Autor do livro recentemente publicado, cuja distribuição foi proibida pela FIFA (ver matéria abaio a respeito) e extremamente crítico à FIFA - "Foul!" ("Cartão vermelho!") - o jornalista sempre considerou suspeita a nomeação. "Os dirigentes da Infront não podem ser criticados", estima o jornalista. "Porém o mundo dos negócios tem algumas suspeitas sobre as relações de Philippe Blatter com a FIFA durante o tempo que trabalhou para a McKinsey". A Infront Sport & Media foi criada logo depois de um turbulento episódio relacionado às vendas de direitos de transmissão por TV durante a Copa do Mundo. Os problemas começaram quando a empresa ISMM-ISL, que havia obtido os direitos para as versões 2002 e 2006 do grande campeonato, faliu em 2001. A companhia alemã Kirchmedia tentou salvá-la da falência. Porém, em 2002, ela também viveu grandes dificuldades financeiras. Kirchsport, empresa do grupo Kirch, se separou então do grupo da parte de comunicações levando consigo os direitos de mídia. E no final, essa nova firma foi rebatizada de Infront Sport & Media, depois de ter sido comprada pelos próprios diretores. Os principais acionistas da Infront Sports & Media são Robert Louis-Dreyfus, ex-chefe da Adidas, e a holding KL Jacobs. Dentre outros, a Infront comercializa os direitos da Federação Internacional de Hockey no Gelo, nove times internacionais de futebol, incluindo também a Federação Alemã de Futebol, a equipe de Fórmula 1 Toyota Motorsport, a Federação Européia de Handball e de vários outros esportes de inverno. A companhia também irá comercializar os direitos da equipe chinesa de futebol nos Jogos Olímpicos de Beijing, e na Copa do Mundo de 2010.

Redação Sport Marketing

Cartão Vermelho! O mundo secreto da FIFA

A agência International Sports Media and Marketing/International Sports and Leisure (ISMM/ ISL) prestou serviços de marketing à Fifa durante quase 20 anos. O grupo faliu em 2001 com dívidas de aproximadamente 300 milhões de dólares (306,2 milhões de francos suíços). Em 2006, a FIFA conseguiu na Justiça impedir a venda na Suíça do livro Cartão Vermelho! O mundo secreto da FIFA, do jornalista britânico Andrew Jennings, com denúncias detalhadas de corrupção envolvendo a organização e o colapso da ISL/ISMM. Nas 462 páginas de Cartão Vermelho, o jornalista inglês Andrew Jennings fazia acusações graves, a começar pelo "pagamento no negro", em 1998, de quase 650 mil euros a "um alto responsável do futebol" que havia ajudado a empresa de marketing esportivo ISL - falida em 2001 - a obter os direitos de transmissão de TV das Copas de 2002 e 2006. Essas acusações referem-se aos primeiros meses de gestão do suíço Joseph Blatter, que sucedeu ao brasileiro João Havelange na presidência da entidade no Congresso da Fifa, que ocorreu pouco antes da Copa de 1998, na França. O livro aborda mais a gestão de Sepp Blatter, mas volta até à eleição de João Havelange em 1974, que afirma ter ocorrido "com a ajuda de Horst Dossler, então dono da Adidas. Jennings fala de "voto arrumado do Haiti" na eleição de Blatter, em 1998, de "pagamento da campanha presidencial com dinheiro da Fifa", de "desvio de verbas para fins pessoais" e de "salário presidencial misterioso". O jornalista critica ainda as "indenizações distribuídas ao comitê executivo" e ataca os mais fiés "companheiros" de Blatter como Jack Warner, presidente da Concacaf, acusado de nepotismo por ter "favorecido interesses familiares" na organização do Mundial Sub 17, em 2001. Também são citados outros membros do comitê executivo como o americano Chuck Blazer e o argentino Julio Grondona. Segundo a FIFA, o livro contém informações falsas e difamatórias. Jennings até hoje garante que pode comprovar todas as suas denúncias. Os autores do documentário A FIFA – poder e manobras no futebol mundial, Gerold Hofmann e Dominic Egizzi, da televisão alemã ARD, confrontaram Josef Blatter com várias das acusações levantadas no livro de Jennings. Blatter rebateu todas as denúncias e negou qualquer envolvimento, mas admitiu que a busca feita em seu escritório pela Justiça suíça "doeu muito". Uma crítica feita ao filme é que, de tanto mostrar o lado sombrio da FIFA, os autores esqueceram que a entidade também faz coisas boas, como fomentar o futebol em países em desenvolvimento. O livro aborda ainda a reeleição de Blatter em 2002, "apesar da oposição de vários membros do comitê executivo, baseado em um relatório sobre irregularidades", redigido pelo então secretário-geral da Fifa, Michel Zen-Ruffinen. Zen-Ruffinen já era funcionário da Fifa e fora alçado ao cargo de secretário-geral pelo próprio Blatter. Ambos são de mesma região da Suíça e, depois desse episódio, Zen-Ruffinen deixou a Fifa. A Editora Harper Collins, de Londres, que publicou Cartão Vermelho tentou recorrer da decisão de proibir a distribuição do livro na Suíça, mas perdeu.


Redação Sport Marketing

Dream Factory Sports

O mercado de marketing esportivo brasileiro ganhou mais uma empresa especializada na áera. A Dream Factory Sports é fruto da união da Dream Factory com a GiveMe 5 Marketing Esportivo.
Nesse time de fabricantes de sonhos esportivos estão: o medalhista de prata olímpico, economista, MBA em Marketing, atual Chefe de Missão do COB, Marcus Vinicius Freire, o empresário Roberto Rzezinski, o técnico campeão mundial de futebol Carlos Alberto Parreira e o empreendedor e técnico da seleção brasileira de vôlei - Bernardinho. Todos somarão know how à fortíssima e experiente Equipe da Dream Factory. A empresa já nasceu com muito trabalho. A nova agência de marketing esportivo é proprietária da Maratona da Cidade do Rio de Janeiro, do Fórum de Futebol Footecon, parceira do jornal O Globo nos Jogos Intercolegiais e faz treinamentos através de Jogos de Negócios para Caixa Econômica Federal, Coca-Cola, Brasilcap, entre outros clientes. Além da agência de promoção e eventos, a empresa também criou a Dream Factory Digital e tem como sócios Roberta Medina, Paulo Leal, Paulo Octávio Pereira de Almeida, Sérgio Leal, e Jomar Junior. O lançamento da nova empresa foi no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Ex-GiveMe5, Marcus Vinicius lançou em 2007 o livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros - Selo COB/Cultural - editora Casa da Palavra.
Redação Sport Marketing