5 de nov de 2008

Mercado: Apple processada nos EUA

A Apple foi processada por um norte-americano de Nova York devido a um defeito no slot de memória que impede a inclusão de mais capacidade no sistema do PowerBook G4. A empresa reconheceu problemas com a memória da máquina e, inclusive, implementou, em 2006, um programa de reparo gratuito para um número limitado de sistemas, o PowerBook G4 Memory Slot Repair Extension Program. Entre os problemas causados pelo bug, está a não-inicialização e o não-reconhecimento da memória em um slot. A reclamação do norte-americano é de que, mesmo com a inclusão de uma nova memória de 1 GB ao notebook, a velocidade do computador caiu, como se ele tivesse menos memória instalada. A Apple se negou a ajudar o usuário porque o número de série do PowerBook não condizia com os que poderiam usufruir do programa. O usuário, então, se uniu a uma petição online com cerca de 4.500 proprietários do notebook, com problemas similares. O processo foi feito em nome de todos os prejudicados, e pede reembolso relativo aos consertos dos slots defeituosos, além de compensação por outros danos. O PowerBook foi substituído pela linha MacBook Pro, com chips da Intel, em 2006. Aqui no Brasil, o atendimento da Apple deixa muito a desejar. Enquanto nos Estados Unidos, é comum que altos executivos da empresa troquem e-mails e tentem ajudar os consumidores da marca, aqui no país tupiniquim, os executivos da empresa não retornem e-mails de reclamações e deixam os consumidores a ver navios. A melhor forma para que a Apple Brasil mude a forma de tratar o consumidor é entrar em contato com a Apple Miami e fazer a reclamação e, se o Brasil não se manifestar, publicar o fato na imprensa, afinal de contas, os produtos da Apple não são baratos e a marca está investindo forte no mercado nacional, portanto, é mais do que certo que os executivos aprendam a respeitar os consumidores daqui.

Redação Sport Marketing