2 de out de 2008

Nuzman de novo mandato

O Comitê Olímpico Brasileiro realizou a eleição para alguns cargos administrativos. A eleição definiu Carlos Arthur Nuzman como o "novo" presidente do COB. A chapa única de Carlos Arthur Nuzman e André Richer como vice-presidente montada antes dos Jogos Olímpicos de Beijing, venceu o pleito e garantiu mais um período de 4 anos de Nuzman no cargo. Este é o quarto mandato de Nuzman à frente do COB. Assim, Nuzman terá 17 anos à frente do COB, de 1995 a 2012. Os editais foram publicados nos jornais Jornal do Commercio e Jornal dos Sports e membros da assembléia e de de federações foram avisados por fax com antecedência que variou entre nove e três dias. Dos 36 membros do colégio eleitoral da Assembléia do COB, 31 estiveram presentes na votação para ampliar o mandato do dirigente. Não compareceram à assembléia apenas Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Eric Leme Walther Maleson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, além de João Havelange e Carlos Osório, membros nato do colégio eleitoral, e Christiane Paquelet, do conselho executivo. Não compareceram à assembléia apenas Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Eric Leme Walther Maleson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, além de João Havelange e Carlos Osório, membros nato do colégio eleitoral, e Christiane Paquelet, do conselho executivo. Entre as novidades do nov ciclo está a reformulação dos critérios de repasse de recursos da Lei Agnelo/ Piva pelo COB às Confederações Brasileiras Olímpicas. Visando os Jogos Olímpicos Londres 2012, o novo sistema tem como objetivo aperfeiçoar a aplicação dos recursos nas Confederações e a avaliação dos resultados técnicos das modalidades, com base nos projetos apresentados pelas entidades e aprovados pelo COB. "Beijing 2008 marcou o primeiro ciclo olímpico completo com os recursos da Lei Agnelo/Piva, período no qual houve avanço qualitativo do esporte olímpico. A melhoria das condições de treinamento dos atletas, como a aquisição de equipamentos e a contratação de técnicos estrangeiros, e o aperfeiçoamento da gestão esportiva, entre outros fatores, resultaram na conquista de diversos títulos mundiais. Mas queremos e podemos avançar mais" - afirmou o presidente reeleito do COB. "Vamos estabelecer novos parâmetros para esses repasses de recursos às Confederações, apoiados na meritocracia. Com isso, vamos aprimorar tanto o planejamento como a avaliação dos resultados de cada modalidade obtidos ao longo do novo ciclo olímpico, visando Londres 2012" - ressaltou. Desde janeiro de 2002, quando se iniciou o repasse, as Confederações recebem valores com base em percentuais fixos do montante que o COB recebe através da Lei Agnelo/Piva. Pela lei, 2% do prêmio pago aos apostadores de todas as loterias federais do país são repassados ao Comitê Olímpico Brasileiro (85%) e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro (15%).

Redação Sport Marketing