31 de ago. de 2008

Cuidado: o mercado está cheio de picaretas

Se existisse uma competição para definir o país com maior contingente de 'picaretas' do planeta, certa e infelizmente, o Brasil seria forte concorrente a ganhar medalha de ouro, prata e bronze! Pena que uma competição mundial de 'picaretagem' seja tão nefasta! Mas, aproveitando o momento esportivo, a metáfora vem bem a calhar para lhe alertar contra a ação de alguns 'picaretas' que assolam o mercado e explicitar minha indignação com a capacidade genética que alguns brasileiros têm em, descaradamente, querer se dar bem no exercício da 'picaretagem'. Digo 'alguns' porque a 'picaretagem', não está no sangue de todos os brasileiros e tenho orgulho em dizer que conheço profissionais sérios que também combatem a ação e que não conseguiriam nem índice para uma competição de 'picaretagem' regional, quiçá, nacional ou internacional. Apesar do asco que os 'picaretas' causam a profissionais renomados, por prostituirem mercados, os 'campeões em picaretagem' são dignos de admiração e também de risos. É impressionante a capacidade latente que os 'picaretas' têm, mesmo totalmente fora da lei e da ética, em acharem correto o que fazem. Usam argumentos de defesa, quando devidamente desmascarados, argumentos estes, dignos de roteiros de comédias estilo pastelão. Já outros, menos inteligentes, agem com arrogância e morrem com o próprio veneno demonstrando as verdadeiras capacidades que têm em não saber administrar problemas e as chagas que causam ao mercado. Imagine esses 'picaretas' administrando clientes! Lamentavelmante, a 'picaretagem' é um 'esporte' nacional praticado em várias áreas. O marketing esportivo, que ainda está engatinhando no país, infelizmente, não está livre da ação dos 'picaretas' e não faltam 'esportistas da picaretagem profissionais', inspirados talvez, na famosa 'lei de Gerson', sobre a qual já comentamos aqui (ler matéria arquivo Sport Marketing - Chineses abusam da Lei de Gerson com dinheiro doado às vítimas). Para quem não sabe, a expressão originou-se em uma propaganda, de 1976, para os cigarros Vila Rica, na qual o canhotinha de ouro Gerson, da seleção brasileira, era o protagonista e dizia: "Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também." Vale aqui a ressalva de que, anos depois da gravação do comercial, Gerson afirmou que se arrependeu de ter associado a imagem dele ao anúncio, visto que qualquer comportamento pouco ético passou a ser aliado ao nome dele nas expressões Síndrome de Gérson ou Lei de Gérson, referindo-se à pessoas que "gostam de levar vantagem em tudo", no sentido negativo de se aproveitar de todas as situações em benefício próprio, sem se importar com a ética. Isso sem contar os 'sábios' de plantão, 'especialistas e doutores' que se metem a escrever sobre marketing esportivo. Li tantas besteiras durante esses Jogos sobre marketing olímpico escritas pelos 'especialistas' em marketing esportivo que doeu nos ossos e na alma - 'profissionais' que se metem a escrever sobre o tema em blogs e sites, que desconhecem até as regras da Carta Olímpica, e que ao invés de informar, desinformam! Por isso, aqui vai uma dica importante: antes de entregar uma cota de patrocínio ou um projeto a qualquer empresa de marketing esportivo, antes de ceder os direitos de um evento, antes de fechar parcerias, filar-se a associações, federações, institutos, antes de se inscrever em cursos, congressos, enfim, antes de qualquer passo importante que você pretenda dar nesta área e que , principalmente, implique dinheiro, pesquise, pesquise muito! Pesquise o histórico da empresa e dos profissionais que você pretende se associar. Não se engane com 'picaretas' de terno e gravata que exibem currículos e históricos na internet arrotando prepotência, mas que nunca participaram da organização de um mega evento internacional ou 'filhinhos de papai' que brincam de empresários e abrem uma empresa de marketing esportivo de fundo de quintal e se acham os donos da verdade e do mercado. A ação dos 'picaretas' está assolando, inclusive, muitos profissionais respeitados na área. Coleciono declarações e e-mails de profissionais renomados que alegam que depois de sondados a cargos, foram, simplesmente empossados, sem que tivessem participado de uma única reunião, que não ganham pelo cargo que lhe 'deram', que nem sabiam que os nomes estão sendo indevidamente usados e que apesar dos cargos de presidentes, diretores, secretários não respondem pela entidade e não têm o menor poder de decisão ou interesse! Estão ali, sendo usados, como vitrine para que a 'picaretagem' siga e se assombram quando são procurados e questionados pelo 'suposto' envolvimento e parceria com 'profissionais' que declaram, inclusive, que 'mandam outros para o espaço', (olha que nível), mas que não têm parceria com a NASA! Por essa e tantas razões e exemplos, digo e repito, não caia no golpe dos 'picaretas' que tentam vender, passar uma imagem, uma importância no mercado do marketing esportivo que na verdade não tem! Acorda para a realidade Brasil - você ainda é um ponto negro na escuridão do mercado de marketing esportivo que engatinha. Um dia você poderá ser um ponto iluminado, grande, referência, mas para isso, vai precisar aprender a ser maduro, digno, ético, sério e profissional - qualidades que lhe faltam! Enquanto isso não acontecer, ganhas apenas a medalha de ouro, daquelas de chocolate enrolada em papel dourado, em 'picaretagem'!

Deborah Ribeiro - Diretora Sport Marketing

Dream Factory oferece leque diferenciado aos clientes

A Dream Factory, empresa pertencente ao Grupo Artplan, cujo braço de marketing esportivo, a Dream Factory Sports conta o know how do economista e MBA em marketing Marcus Vinicius Freire, autor do livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros (selo COB Cultural), escrito em parceria com a jornalista Deborah Ribeiro, ampliou consideravelmente o leque de serviços oferecidos aos clientes. Empresa consolidada na área de promoções e eventos, a Dream Factory é responsável pela produção de mega eventos como o Rock in Rio (não só no Brasil, mas também na Espanha e em Portugal), Maratona do Rio de Janeiro, Evento 4 Rodas Nissan, A1GP, etc... e oferece aos clientes os serviços da Dream Factory Direct Digital, especializada em marketing direto e internet. Com o novo produto foi lançado o conceito “Wired”, que, além de passar a idéia de “uma empresa antenada”, funciona como uma sigla que destaca os principais serviços que a Dream Factory oferece: Web marketing, Interatividade, Relacionamento, Eventos e entretenimento e Digital. Toda a operação funciona em completa sinergia, com os departamentos de criação, planejamento e atendimento da Dream Factory atuando em conjunto para qualquer projeto, inclusive para grandes campanhas com a Artplan, agência de publicidade do grupo. Conheça os produtos da Dream Factory Sports http://www.dreamfactory.com.br/ .

Redação Sport Marketing

30 de ago. de 2008

CBAt e Caixa dão prêmio a Maurren Higa Maggi

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e a Caixa Econômica Federal, patrocinadora, confirmaram a premiação no valor de R$ 50 mil para Maurren Higa Maggi, campeã do salto em distância nos Jogos Olímpicos de Beijing. Maurren ganhou a medalha de ouro ao saltar 7,04 m no 'Ninho de Pássaro', garantindo a 14ª medalha do atletismo ao Brasil, na história dos Jogos Olímpicos da Era Moderna (ler matéria arquivo Sport Marketing - Maurren Maggi é ouro em Beijing; Maurren Higa Maggi vira estátua). "Foi uma performance importante para o Brasil" - explicou o presidente da CBAt, Roberto Gesta de Melo. "O desempenho da Maurren e do atletismo em geral comprovou o acerto da preparação realizada pela Confederação. Todo esse investimento foi possível graças à parceria da Caixa com a CBAt. Foi com a Caixa, que patrocina nossa entidade desde 2001, que a Confederação pôde realizar programas de médio prazo" - afirmou o dirigente.

Redação Sport Marketing

Bahia realiza Seminário sobre Leis de Incentivo

O Seminário sobre Leis de Incentivo realizado em Salvador colocou na mesa dados e informações importantes sobre o mercado de marketing esportivo. O ponto que mais chama atenção é o fato que anulamente, cerca de duzentas mil empresas brasileiras perdem incentivos fiscais federais, estaduais e municipais por não investirem em cultura e esporte. De acordo com o Ministério dos Esportes, poderiam ser arrecadados R$ 400 milhões no mercado para investir nesse tipo de iniciativa. Cada empresa pode destinar 5% do Imposto de Renda (IR) devido para incentivar projetos, sendo que 4% podem ir para a área de cultura e 1% para esporte. No âmbito estadual, é possível investir mais 5% do ICMS para esporte e cultura. Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) – incidem desconto de 10%, destinados para cultura. Pessoas físicas também podem apoiar projetos culturais e de esporte. O contribuinte pode deduzir 10% do IPTU. No caso do IR, é possível deduzir 6%. Mas só pode participar da lei de incentivo federal quem declara o IR no modelo completo. No caso da empresa, é necessário fazer a contabilidade visando o lucro real, não o presumido. Além disso, empresa e pessoa física não podem ter débito com a união, estado ou município. A depender da Lei de Incentivo, a empresa ou pessoa física pode deduzir de 30 à 100% do valor repassado para o projeto.

Redação Sport Marketing

Empresa faz estudo neurológico olímpico

Os Jogos Olímpicos de Beijing acabaram e é natural que apareçam, daqui prá frente, uma série de pesquisas de mercado das mais variadas instituições. Uma das mais interessantes até o momento foi realizada pela NeuroFocus, uma empresa líder no mercado na transmissão do conhecimento e especialização neurocientíficos para o mundo da propaganda, marketing, desenvolvimento de produtos, embalagens, entretenimento e que potencializa o credenciamento acadêmico em nível de doutorado em neurociências e marketing nas universidades de Berkeley, MIT, Harvard e Hebrew. Entre os clientes da NeuroFocus estão empresas Fortune 100 dos setores de produtos de embalagens de consumo, alimentos e bebidas, serviços financeiros, automotivo e varejo, além de empresas das indústrias cinematográfica e de transmissão, televisão a cabo e a Nielsen Company que é uma investidora estratégica da NeuroFocus. A empresa mediu a atividade cerebral do público, as reações das ondas cerebrais às propagandas sobre os Jogos Olímpicos e detectou o “crescimento da marca”, a eficiência dos anúncios e o valor dos patrocínios olímpicos. O relatório “Beijing Brand Study” (“Estudo de marcas em Beijing”) responde às seguintes perguntas: 1) Quais atributos os espectadores de TV associaram com as Olimpíadas em geral? 2) Até que ponto alguns comerciais levados ao ar durante as transmissões das Olimpíadas foram eficazes? 3) Esses comerciais ganharam relevância com o conteúdo olímpico? 4) Houve alguma diferença entre a eficácia da propaganda veiculada pelos patrocinadores das Olimpíadas e outros anunciantes? 5) Os comerciais mostrando execuções criativas específicas das Olimpíadas renderam mais que as instâncias sem menções olímpicas? Ou vice-versa? O estudo de marcas em Beijing da NeuroFocus mostrou quê: houve crescimento significativo da percepção da marca de alguns patrocinadores olímpicos, em comparação com o desempenho que a NeuroFocus registrou para outros anunciantes; crescimento da percepção da marca é definido como o grau em que certos atributos de marca específicos experimentam um ganho nas associações subconscientes dos consumidores com a marca. Dos quatro patrocinadores olímpicos, cuja propaganda foi avaliada, o maior crescimento de percepção de marca na propaganda com conteúdo olímpico: (em ordem de classificação) foi obtido pela Home Depot, Budweiser, McDonalds e Visa (basicamente empatadas). No aspecto crescimento do desempenho comercial que é definido como o nível de eficácia de um ponto para capturar a atenção do consumidor, engajando-o emocionalmente e persuadindo-o a comprar a Visa ficou em primeiro lugar, seguida da Budweiser, Home Depot, McDonalds. O estudo de marcas NeuroFocus também revelou outros resultados essenciais para os anunciantes dos Jogos como percepção da marca. Os patrocinadores olímpicos tiveram um crescimento significativo de percepção das marcas por estarem associadas com conteúdo olímpico, enquanto outros anunciantes não tiveram crescimento semelhante em percepção cerebral pela associação com o mesmo conteúdo. Os patrocinadores e outros anunciantes tiveram crescimento semelhante de eficácia da propaganda pela associação com conteúdo olímpico. As marcas patrocinadoras olímpicas tiveram um grande aumento em preferência por persuasão (intenção de compra) pela associação com o conteúdo olímpico, enquanto outros anunciantes mantiveram-se neutros. Entre os pontos altos dos anunciantes olímpicos, o comercial da Visa teve a maior porcentagem de crescimento. A monitoração da atividade cerebral feita pela NeuroFocus mostrou que o uso de imagens recentes dos Jogos e de personalidades foi bastante eficaz. A pesquisa também avaliou os atributos que o público associou com os Jogos Olímpicos de 2008. A empresa descreve essas medições como os fatores de “ressonância do atributo central” alinhados com o evento. A NeuroFocus classificou quatro atributos centrais, definidos como a maneira como cada um deles ressoou no subconsciente, medidos pelo monitoramento dessas respostas para cada atributo: “conquistar” foi classificado como o primeiro atributo central associado com os Jogos Olímpicos. “Inspirar” foi o atributo classificado em segundo lugar. “Chegar ao máximo” e “Celebrar” ficaram em nível baixo. O estudo finaliza afirmando que o patrocínio olímpico traz vantagens significativas e neurologicamente mensuráveis para as marcas das empresas e para sua propaganda. No entanto, a base comercial da propaganda com conteúdo olímpico pode oferecer crescimento significativo da marca para outros anunciantes que não sejam patrocinadores. A chave do sucesso é evitar a dissonância contextual. A propaganda que apresenta conteúdo criativo relevante para os Jogos tem melhor desempenho do que a propaganda que não tem esse conteúdo. A NeuroFocus recomendou que, no futuro, tanto os patrocinadores olímpicos quanto os demais anunciantes enfoquem a imagem, a linguagem olímpica e outras associações com os Jogos. No nível neurológico, o público presta mais atenção, fica mais engajado emocionalmente e retém melhor as mensagens quando apresentadas com conteúdo de propaganda olímpico.

Sandra White - Correspondente Sport Marketing - Estados Unidos

29 de ago. de 2008

Copa de 2010 procura novo diretor

Danny Jordaan, diretor-executivo da Copa do Mundo de 2010 tem mais um desafio pela frente - arrumar um sucessor a altura de Dennis Mumble que pediu demissão do comitê organizador da Copa. Mumble tinha nas mãos a organização e coordenação de todos os eventos relacionados com a Copa do Mundo da África do Sul, incluindo a Copa das Confederações, que acontecerá, em 2009, em quatro estádios que serão usados no mundial. A Copa das Confederações contará com seis campeões continentais, a seleção campeã do mundo (Itália) e o time sul-africano, anfitrião. Mumble alegou motivos pessoais para se afastar da entidade.

Redação Sport Marketing

Banco Itaú, GM, Tim, Unimed patrocinam futsal

Banco Itaú, GM, Tim e Unimed são os patrocinadores principais da segunda edição do Desafio de Futsal”, evento do jornal O Globo. “A ação faz parte do Projeto Futebol 2008, da Infoglobo, que também conta com estas empresas como parceiras. A competição reúne 128 equipes de faculdades, clubes, condomínios etc. As inscrições são gratuitas e estarão abertas até o dia 29 de agosto pelo O Globo Online (www.oglobo.com/desafiofutsal.com). O campeonato é realizado em ginásios do Rio de Janeiro, tem duração de três meses e destina-se aos leitores do sexo masculino e maiores de 16 anos.

Redação Sport Marketing

Debbie Phelps segue as braçadas do filho

Os Jogos Olímpicos de Beijing foram promissores para o nadador Michael Phelps, mas não é apenas ele quem está atraindo o olho de patrocinadores. A fama do jovem de 23 anos, detentor de oito medalhas de ouro olímpicas, está se expandindo para Deborah Phelps, a mãe do fenômeno, que, assim como o filhão, teve uma excelente exposição no horário nobre da mídia internacional durante as transmissões para o mundo inteiro das provas de natação do Cubo D'água, enquanto Michael quebrava recordes de forma surpreendente (ler matérias arquivo Sport Marketing - Fenômeno Michael Phelps eleva índices de audiência; Quanto vale Michael Phelps - o rei das piscinas?; Michael Phelps e oito medalhas de ouro, capa da Sports Illustrated; Michael Phelps chega antes em Londres para festa olímpica; Michael Phelps lança novo livro). Como não poderia deixar de ser, os louros das conquistas de Phelps que irá lançar um livro e já recebeu pela obra um adiantamento de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 2,6 milhões), também se voltaram para a mãe Debbie que está sendo assediada por várias empresas para endossar produtos. A primeira companhia a fazer uma proposta para Debbie Phelps, que ainda jovem foi mãe solteira e teve que aprender a lidar com a SDA (Síndrome de Déficit de Atenção), hiperatividade do atleta que virou um mito das piscinas mundial, foi a grife Chico. Antes mesmo dos Jogos, a marca varejista enviou para Debbie um vale compras no valor de US$100 e um cartão desejando ao filho boa sorte em Beijing. Para surpresa da empresa, a mãe de Phelps comprou o guarda-roupa de Beijing inteiro com a quantia e usou os vestidos durante os Jogos Olímpicos de Beijing, enquanto o filho Michael agitava as águas do Cubo d'água, batendo recordes e ganhando medalhas. "Nós, como todo mundo na América e no mundo, ficamos colados na televisão durante os Jogos Olímpicos " - disse Jessica Wells, diretora de relações públicas para a companhia. "Na primeira prova do Michael, todos nós ... reconhecemos imediatamente que a mãe dele vestia uma roupa da griffe e isso se repetiu por toda a semana de provas da natação. Não demorou muito e mulheres começaram a ligar pedindo roupas iguais a da Sra Phelps. Isso nos inspirou a criar uma coleção com a marca Debbie Phelps com todos os artigos que ela vestiu em Beijing. A coleção está em nosso site" - adicionou. A segunda empresa a ver em Debbie um grande potencial de marketing foi a Johnson's Baby, um braço da Johnson&Johnson, empresa patrocinadora local dos Jogos Olímpicos de Beijing e patrocinadora mundial oficial do programa de marketing TOP do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI). "Debbie é a imagem da maternidade" - disse Fred Tewell, diretor da divisão Johnson's Baby."Ela é mãe solteira e pedagoga. Ela não apenas tem um trabalho importante com a comunidade, mas também ajudou o filho a alcançar metas. Ela deu ao mundo o maior atleta olímpico de todos os tempos" - finalizou o marketeiro. Vendo que o potencial da Sra. Phelps pode servir de inspiração para mães de todo o mundo, divisão Johnson's Baby se movimentou a braçadas longas para capitalizar em cima da nova estrela do marketing e fechar um contrato de exclusividade. Deborah Phelps foi logo procurada, ainda em Beijing, por um representante da marca. No dia 15 de agosto, o negócio já havia sido fechado e no dia 24, a NBC já exibia um spot comercial com a mãe de Phelps. A marca nomeou Deborah Phelps como a "Mãe dos Jogos Olímpicos" e desenvolveu uma campanha em cima desse mote, utilizando também a imagem da atriz Mariska Hargitay e da ex-atleta Janet Evans. De acordo com a Octagon, a marca Debbie Phelps também promete se tornar moeda forte no mercado americano.

Sandra White - Correspondente Sport Marketing - Beijing 2008

28 de ago. de 2008

Skandia segue com velejadores ingleses

A delegação de velejadores da Inglaterra começa a colher os frutos do exemplar desempenho nos Jogos Olímpicos de Beijing. A empresa Skandia estendeu o patrocínio com a equipe olímpica inglesa até 2013. A companhia de gerenciamento de serviços financeiros tem apoiado o time desde 2006 e ficou satisfeita com as seis medalhas conquistadas pela equipe nos Jogos Olímpicos de Beijing, quatro de ouro, marcando a melhor apresentação da Inglaterra no último século. A esquadra composta por Ben Ainslie, Sarah Ayton, Sarah Webb, Pippa Wilson, Paul Goodison, Iain Percy e Andrew Simpson foi recebida no London County Hall, quando também foram apresentados para a imprensa vários novos atletas da seleção patrocinados pela marca.A Skandia apóia mais de 70 velejadores da Royal Yachting Association (RYA), 18 foram selecionados para representar a Inglaterra, nas águas de Qingado, e seis escolhidos para competir nos Jogos Paraolímpicos. "Nós estamos orgulhosos de trazer para a Inglaterra nosso melhor resultado conquistado em uma regata olímpica"-disse Stephen Park da Royal Yachting Association. "Skandia tem muito prazer em ter tocado sua parte no sucesso fenomenal dos marinheiros britânicos na China. Nosso suporte acontece desde 2002, quando nos tornamos os primeiros patrocinadores de longo prazo de Iain Percy. Desde então nos tornamos patrocinadores de Bryony Shaw como também do time como um todo. Eu tenho muito prazer em confirmar que a Skandia continuará a sustentar o time de navegação britânica até os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2012" - disse Giles Elliott, diretor de marketing da Skandia.

John Scott - Correspondente Sport Marketing - Londres

Chelsea lança e-programa e e-revista

O Chelsea do técnico Luis Felipe Scolari é o primeiro clube de futebol a ter um programa oficial e uma revista mensal na web. Os novos produtos podem ser acessados via site do time mediante o pagamento de uma taxa. Já está on line uma amostra da revista, de 16 páginas, destacando uma matéria especial falando sobre o técnico brasileiro. A publicação on-line oferecerá aos torcedores do Chelsea, em todo mundo, o mesmo editorial e imagens exclusivas, como também, elementos interativos como vídeos dos jogos que estarão disponíveis uma hora depois do início das partidas do clube inglês. A e-revista será atualizada mensalmente. O custo é de £2 para cada e-programa e £2.50 para cada e-revista.

Redação Sport Marketing

Mercado: Gafe histórica mata dono da Apple

Uma falha eletrônica terá sido responsável pela divulgação involuntária do obituário do CEO da Apple por parte da agência de informação financeira Bloomberg. A matéria com mais de 17 páginas sobre a morte do criador da Apple saiu para a rede dos clientes. A nota, que teria ficado no ar por apenas alguns minutos, não se limitava a dar conta da morte de Steve Jobs, continha também depoimentos de diversas personalidades, entre elas, Bill Gates, Larry Ellison, Al Gore e Eric Schmidt sobre o empresário da Apple. Gates, no depoimento afirma que “Steve Jobs foi o líder mais inspirador que ele já conheceu”. Há alguns anos Steve Jobs luta contra os estragos causados por um câncer no pâncreas. Recentemente, rumores sobre a saúde de Jobs derrubaram a quotação das ações da Apple. A Bloomberg reconheceu o erro, pediu desculpas e aproveitou também para dizer que não tem nenhuma informação exclusiva sobre a saúde do guru da Apple.

Redação Sport Marketing

Tom Daley garoto-propaganda VISA

Enquanto os ingleses aguardam que a Casa da Moeda (Royal Mint) coloque em circulação a nova moeda de £2, comemorativa e de edição limitada, que marca a passagem do legado olímpico de Beijing para Londres, o nadador Tom Daley se prepara para virar garoto-propaganda da VISA. Tom, 14 anos, será o protagonista de um novo comercial da bandeira de cartões de crédito, que faz parte das empresas do programa mundial TOP de marketing do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI). Daley entrou para a história dos Jogos de Beijing como o mais jovem mergulhador a competir nas competições de salto ornamental - plataforma de 10 metros, nos últimos 48 anos. É apontado por especialistas de marketing como uma das grandes promessas do esporte inglês, já tem entre os patrocinadores a VISA, a Bott (ler matéria arquivo Sport Marketing - Bott patrocina Tom Daley, atleta olímpico mais novo da história) e começa a se aprender para lidar com a pressão que vêm com o sucesso. Apesar da pouco idade, ele sabe que o foco da mídia é um desafio, mas com a atenção da imprensa vem a riqueza. Os ganhos potenciais para um fenômeno como Daley são enormes. Especialista ingleses acreditam que o garoto pode vir a ganhar em publicidade e prêmios cerca de £1 milhão por ano. A quantia não chega perto dos ídolos de esportes importantes como futebol, corridas a motor, tênis e golfe, mas, caso Daley continuar vencendo, as apostos são que ele torne-se uma celebridade e feche acordos com empresas para ser embaixador, endossando companhias e marcas, como as estrelas do esporte mais requisitadas. Para os Jogos de Londres 2012, Daley estará com uma demanda enorme - é o pupilo da terra da rainha. Tom, inclusive já pensa no futuro. Quando se aposentar, o garoto pretende ser apresentador da rede BBC de Londres e, como um bom garoto prodígio, no ano que vem, ele fará um estágio na emissora. Por enquanto, Daley treina para o Campeonato Mundial Júnior, que começa na Alemanha em setembro. Outra notícia legal daqui da Inglaterra é que todos os medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing vão ganhar de presente da Panasonic uma tv de alta definição. A Inglaterra ganhou 19 medalhas de ouro. A Panasonic é patrocinadora oficial do programa TOP mundial do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) e também da British Olympic Association (BOA) - Associação Olímpica Britânica e proveu gravações em vídeo para vários esportes, inclusive na vela, ajudar na preparação para os Jogos de Beijing.

John Scott - Correspondente Sport Marketing - Londres

CAIXA patrocina atletas paraolímpicos em Beijing

Beijing agora se prepara para receber as delegação do mundo que participarão dos Jogos Paraolímpicos. Os 118 atletas brasileiros, já estão em Macau, onde deram início ao período de aclimatação. "Essa aclimatação é importante na ambientação dos atletas com o clima e fuso horário. Temos 11 horas de fuso entre Brasil e China. Se pensarmos que a cada dia o atleta recupera no mínimo uma hora, em onze dias a delegação estará ambientada. As melhores delegações olímpicas e paraolímpicas do mundo estão utilizando a estrutura da cidade com esse objetivo" - afirmou Gustavo Abrantes, coordenador técnico da natação paraolímpica. Desde os Jogos Paraolímpicos de Atenas, em 2004, a CAIXA é parceira da Confederação Paraolímpica Brasileira - CPB. De acordo com a assessoria de imprensa, no ano de 2008, as Loterias CAIXA repassaram ao Comitê R$ 6,3 milhões. O patrocínio também está presente no repasse, a 18 atletas por intermédio do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Rendimento. Além do patrocínio oficial, as Loterias repassam por meio da Lei Agnelo-Piva, 2% da arrecadação bruta de todas as apostas ao Comitê Olímpico Brasileiro e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro. Do total de recursos repassados, 85% são destinados ao COB e 15%, ao CPB. Os atletas integrantes do Programa são: André Brasil; Antônio Tenório; Edênia Garcia; Daniel Dias; Fabiana Sugimori; Odair Ferreira dos Santos; Terezinha Guilhermino; Adriano Gomes de Lima; André Luis Garcia Andrade; Antônio Delfino de Souza; Lucas Prado; Roseane Ferreira dos Santos; Ivanildo Vasconcelos; Shirlene Santos Coelho; Tito Alves de Sena; Yohansson Nascimento e os atletas-guia Jorge Luis Silva e Souza (Terezinha) e Justino Barbosa dos Santos (Lucas Prado).

Redação Sport Marketing

Panasonic na Copa Nissan Sul-Americana

Com o encerramento dos Jogos de Beijing, a Panasonic, patrocinadora oficial mundial do programa de marketing do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) se prepara para um novo ciclo olímpico. Enquanto isso, a empresa também passa a investir em outros eventos esportivos como, por exemplo, a Copa Nissan Sul-Americana. A competição realizada anualmente, de agosto a dezembro, reúne clubes de futebol das Américas e se transformou em um grande evento. A Copa Nissan Sul-Americana é o único campeonato disputado no segundo semestre, na América do Sul e Central, por times da CONMEBOL e CONCACAF, com audiência mundial. Os valores e os detalhes do contrato não foram divulgados, mas sabe-se que o patrocínio da Panasonic será ancorado pela linha de telas VIERA e também por outras categorias de produtos e em contra-partida, a Panasonic terá direito a placas nos estádios, campanhas promocionais envolvendo ingressos para os jogos e promoções em pontos de venda durante todo o campeonato.

Redação Sport Marketing

United Airlines e USOC renovam acordo

A United Airlines estendeu o patrocínio com o United States Olympic Committee (USOC) -Comitê Olímpico dos Estados Unidos. A parceria que já dura 30 anos vai até os Jogos Olímpicos de Londres 2012. United segue como a linha aérea patrocinadora oficial das equipes norte-americanas que disputam os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e fará o transporte dos atletas e delegações para Vancouver, no Canadá, para os Jogos de Inverno de 2010, para Londres, no Reino Unido, para os Jogos de Verão de 2012, além de transportar as delegações a centros de treinamentos, competições nacionais e internacionais e eventos esportivos mundiais. “Temos orgulho em transportar atletas que, em muitos casos, buscam um dos objetivos mais importantes de suas vidas, uma medalha olímpica” - declarou o vice-presidente sênior de Marketing da United, Denis Cary. “O transporte, nacional e internacional, é essencial para quem vai treinar e competir, preparando-se para disputar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos”, afirmou Rick Burton do departamento de Marketing do USOC.

Redação Sport Marketing

Li Ning divulga lucros

A fabricante de materiais esportivos e varejista chinesa Li Ning pretende dobrar as vendas na China até 2013. A marca que foi motivo de várias polêmicas durante os Jogos Olímpicos de Beijing (ler matérias arquivo Sport Marketing- Especial: Li Ning, a marca que venceu Nike e Adidas;Li Ning - príncipe dos ginastas e rei do marketing olímpico chinês; Li Ning pega carona em escândalo espanhol) somou 717 lojas das 800 previstas, o que refletiu em um impulso nas vendas de 60% para os 3.06 bilhões de yuans adquiridos no primeiro semestre do ano que terminou em junho. "A perspectiva de crescimento é muito forte'' - disse Tan Wee Seng, diretor financeiro da empresa durante uma coletiva de imprensa em Hong Kong. A companhia irá gastar mais de 200 milhões de yuans (US$29 milhões) este ano e 150 milhões de yuans em 2009 com a abertura das novas lojas" - finalizou Tan. No ano passado, a Li Ning anunciou crescimento de vendas quatro vezes maior que a Nike, a maior fabricante de roupas esportivas do mundo, e 18 vezes maior que a Adidas. Até 2013, a Li Ning que hoje soma um total de 6.393 lojas, planeja ter 10 mil lojas. A varejista baseada em Beijing divulgou que as vendas aumentaram 43% durante os Jogos Olímpicos. O atleta Li Ning que acendeu a Pira Olímpica no Estádio 'Ninho de Pássaro' na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Beijing, que teve audiência de aproximadamente 2.3 bilhões espectadores na tv, planeja aumentar as vendas para o exterior em 20% até 2018. A trajetória de Li Ning como empresário bem sucedido da marca que batiza começou há mais de 20 anos. Como atleta, ele brilhou nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, 1984, quando ganhou seis medalhas de ouro na ginástica, das 15 conquistadas pela China. Nos Jogos de 1988, Li Ning caiu e virou ruir por terra e no mesmo ano ele se aposentou do esporte e resolveu aceitar um novo desafio. Foi convidado a trabalhar em uma empresa do Grupo Jianlibao Ltd., na província de Guangdong. Os executivos da companhia que tiveram o primeiro encontro com Li em 1984 o convidaram para trabalhar como assistente do presidente do Grupo. Um ano mais tarde, Li se tornou gerente da subsidiária de artigos esportivos do Grupo Jianlibao onde ele começou a desenvolver a própria marca. Nos Jogos Asiáticos de 1990 Li teve a primeira grande oportunidade de tornar a marca dele extensamente conhecida. Foi convidado para participar do Revezamento da Tocha e lá estava ele vestido com a marca de roupas esportiva Li Ning. Ele também contribuiu com 2.5 milhões de yuan (US$365,000) como patrocinador dos jogos. Em retorno, cerca de 2.5 bilhões de espectadores familiarizaram-se com a marca "Li Ning" graçs ao trabalho da mídia durante os jogos asiáticos. Quando a delegação olímpica chinesa apareceu na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992 vestindo a marca do ginasta, Li Ning viveu mais um momento de glória. "Naquele momento, eu senti a maior honra de toda a minha vida, honra que ultrapassou a soma dos ouros que eu tenho" - disse Li Ning durante uma entrevista publicada pelo site Sohu.com. Para desenvolver o negócio e concorrer no mercado interno com marcas fortes como Nike e Adidas, Li contratou consultor profissional para ajudar a desenhar uma estratégia de marketing e gestão. A primeira ação foi remover a Li Ning da província de Guangdong para a capital Beijing e separar a companhia do Grupo Jianlibao. O foco principal da empresa passou a ser estudantes de colégios e univerdades, que costumam ter um limite de verba maior e são mais sensíveis ao fator preço - a faixa de preço da Li-Ning é entre 30% a 40% menor que a de Adidas e Nike. Em 2004, a companhia Li Ning Ltda abriu ações na bolsa de valores de Hong Kong. O ano seguinte Li entrou para o mercado internacional. Além de patrocinar seleções olímpicas chinesas como a de tênis de mesa, saltos ornametais. Li Ning entrou em território americano, em 2005, quando a empresa tornou-se patrocinadora oficial de alguns jogadores da Liga Norte Americana de Basquete (NBA). No ínicio de 2008, Li Ning fechou com a federação de tênis de mesa dos Estados Unidos, tornando-se a primeira marca chinesa a patrocinar o esporte, acordo que vigorará pelos próximos cinco anos. Como se não bastasse, a Li Ning também fechou acordos com Comitê Olímpico sueco e espanhol. A marca não parou mais de crescer, tendo como auge os Jogos Olímpicos de Beijing e a aparição do empresário Li Ning, voando no 'Ninho de Pássaro' para atingir a pira olímpica e inflamar ainda mais o consumo chinês e internacional pelos produtos da marca que carrega o nome do ginasta.

Redação Sport Marketing

Adidas apresenta bola oficial da Liga dos Campeões UEFA

A bola oficial da UEFA Champions League, a Adidas FINALE 8, será oficialmente apresentada, em Monaco, durante a cerimônia de sorteio dos grupos da competição. As novas bolas FINALE 8 foram exibidas logo no final da EURO 2008 (ler matéria arquivo Sport Marketing -Estrelas vermelhas e dourada). As bolas serão distribuídas para os 32 clubes que marcarão presença na Liga dos Campeões UEFA. A Adidas FINALE 8 tem por base o já tradicional desenho da bola com estrelas. À semelhança da EUROPASS e a FINALE 8 é que ambas foram fabricadas com 14 gomos unidos por meio da revolucionária tecnologia térmica de colagem. A Adidas, que comemora os resultados positivos do patrocínio local dos Jogos Olímpicos de Beijing fornece a bola oficial das principais competições da UEFA e da FIFA desde 1970. A partir de 2005 passou também a fornecer a bola de todos os jogos da UEFA Champions League, competição para a qual já fornecia a bola da final desde 2000/01.

Redação Sport Marketing

26 de ago. de 2008

Kodak retrata a evolução dos Jogos Olímpicos desde 1896

Os Jogos Olímpicos de Beijing terminaram e as empresas patrocinadoras do maior evento esportivo do planeta já se preparam para um novo ciclo olímpico que começa a partir de 2009. Vem aí a geração TOP VII (ler matéria arquivo Sport Marketing - Coluna Olímpica 2 - Vem aí a geração TOP VII; Beijing, marca a história do marketing olímpico), o programa de marketing do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI). O TOP VI era composto por Coca-Cola, McDonald´s, Kodak, Samsung, Panasonic, Manulife, GE, Lenovo, Atos Origin, Johnson&Johnson, Omega e Visa (ler matérias arquivo Sport Marketing - Coca-Cola fecha com ouro campanha olímpica; Coca-Cola faz mega exposição olímpica; Coca-Cola sai na frente mais uma vez; McDonald’s lança cardápio comemorativo aos Jogos; “Jogos Olímpicos, Tô Dentro!” - um sucesso McDonald’s; McDonald´s é combustível de medalhista; Depois do ouro, Cielo pensa em McDonald´s e em devorar títulos; Samsung lança celular ecológico em Beijing; Samsung aguarda estréia de Scheidt; Panasonic lança campanha HDTV nos Jogos Olímpicos; BBB - Big Brother Beijing Panasonic; GE esbanja tecnologia e números nos Jogos de Beijing; Lenovo realiza ações filantrópicas olímpicas; Lenovo lança lap top olímpico; Atos Origin faz último teste em Beijing; Atos Origin fecha contrato com IPC; Johnson & Johnson lança campanha “Momentos que valem ouro”; Pavilhão Johnson & Johnson encanta visitantes de Beijing; O centésimo de glória da Omega em Beijing; Omega lança edição limitada de relógios olímpicos; Omega inaugura pavilhão em Beijing; Omega reúne em Beijing a nata da história da natação; Omega lança edição limitada de relógios olímpicos; Omega inaugura pavilhão em Beijing; Patrocinadores pressionam COI contra policiamento excessivo; Visa patrocina festa nas ruas de Londres com Michael Phelps; VISA inova para os Jogos de Londres 2012). Entre as doze empresas ligadas ao COI, GE, Johnson&Johnson e Lenovo debutaram em Beijing. Já Coca-Cola, Omega e Kodak seguiram figurando como as mais antigas empresas ligadas aos Jogos Olímpicos da Era Moderna. Algumas empresas já renovaram contrato e já garantiram a marca na geração TOP VII. A Coca-Cola patrocina os Jogos desde 1928, por exemplo, já renovou contrato até 2020 (ler matérias arquivo Sport Marketing - Coca-Cola fecha com ouro campanha olímpica; Cerimônias olímpicas aumentam custos em publicidade;Especial: Ninho de Pássaro tem projeto de marketing definido). Além da Coca-Cola, mais seis empresas renovaram contrato até os Jogos de Londres 2012: McDonald´s, Atos Origin, Omega, Samsung, Panasonic e Visa. A Manulife, empresa na categoria de seguros, entretanto, até o momento ainda não se manifestou. A Johnson&Johnson está em negociação. Já Lenovo e Kodak já anunciaram que não seguem com o Movimento Olímpico. A saída da Lenovo era esperada. A empresa, única e primeira representante de uma marca chinesa da história do marketing olímpico a fazer parte do roll dos patrocinadores TOPs tinha estratégia bem definida e focada, especificamente, nos Jogos da China. Para a empresa, o retorno alcançado com o patrocínio mundial do último quadriênio, no qual a empresa também patrocinou o Revezamento da Chama e foi responsável pela criação tecnológica da Tocha Olímpica, supriu os objetivos (ler matérias arquivo Sport Marketing - Coluna Olímpica 4 - Revezamento da Tocha Olímpica; Revezamento da Tocha com 1 minuto de silêncio; Tocha passa ilesa por Macau; Réplica da Tocha à venda em Beijing; Nuzman carregará a Tocha de Beijing; Revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos de Beijing tem data de retorno; Tocha Olímpica passa sábado por Lhasa capital do Tibet; Chama em Tóquio; Coluna Olímpica 6: Chama da discórdia; Chama Olímpica dorme na Acrópole e tira o sono de jornalistas; Jade Barbosa não conduzirá mais a Tocha Olímpica; Lenovo segue leilão mundial; Templo budista fecha as portas à Tocha de Beijing; Pesquisa mostra nível de interesse nos Jogos). A grande 'surpresa' entre as empresas que decidiram não renovar o patrocínio olímpico ficou por conta da Kodak que encerra uma parceria que já perdura desde 1896, quando foi realizada em Atenas, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. O livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros (selo COB Cultural), escrito em parceria com o chefe da delegação brasileira e diretor do COB, Marcus Vinicius Freire, relata que a Kodak contribuiu para a renda dos Jogos de Atenas 1896, ao colocar um anúncio no programa oficial dos Jogos e no livro oficial dos resultados olímpicos comprando uma página de publicidade. Entre os motivos alegados pela Kodak para deixar o patrocínio olímpico está uma mudança nos planos de marketing da empresa fundada por George Eastman, a qual em 1900 lançou a primeira máquina fotográfica portátil e de baixo custo do mundo: a Brownie. A Kodak tem sofrido um profundo processo de reestruturação nos últimos anos. O avanço de novas tecnologias conduziu a uma transição do antigo modelo de negócio baseado em máquinas, filmes e revelações fotográficas para uma nova configuração centrada em tecnologia digital e equipamentos gráficos. A nova configuração do mercado forçou a empresa a se reposicionar, mudar o foco dos negócios. Para cumprir a meta de fazer com que os novos lançamentos fossem bem-sucedidos e tornar a empresa líder global na área de câmeras digitais e impressoras, a Kodak promoveu uma drástica redução de custos, mudou o sistema de distribuição de produtos, vendeu divisões inteiras, como a área de produtos e equipamentos para diagnósticos médicos, fechou fábricas, demitiu mais de 20 mil funcionários e, recentemente, realizou novas mudanças, uma vez que a liderança no ramo de máquinas fotográficas digitais não trouxe o retorno esperado. A Kodak passou a focar o modelo de negócios em máquinas mais caras e em um novo segmento de impressoras. Investiu cerca de US$2 bilhões na compra de uma dezena de empresas ligadas às áreas de imagem digital e impressão gráfica. A péssima fase que acumulou um prejuízo anual da ordem de US$1 bilhão e uma dívida de US$3,5 bilhões nos últimos anos forçou. Apesar dos prejuízos terem sido reduzidos à metade em 2006, no ano passado, ainda estavam na alarmante marca de 600 milhões de dólares. Esses fatores influenciaram na decisão da Kodak em repensar a continuidade com o patrocínio olímpico que nas primeiras edições dos Jogos Olímpicos, foi fundamental, principalmente para a mídia. Atualmente, os Jogos serviram para a empresa desenvolver e apresentar novos produtos, como tecnologias inovadoras de processamento de imagens digitais voltadas para a saúde. Mas, a Kodak como patrocinadora da categoria processamento de imagens nos Jogos Olímpicos, sempre teve funções vitais no evento. O trabalho da Kodak começa no credeciamento de todas as pessoas envolvidas nos Jogos: atletas, dirigentes, convidados, chefes de países, voluntários, patrocinadores, membros do comitê organizador, membros do COI, autoridades, técnicos, empresas de manutenção...Nos Jogos Olímpicos de Beijing, por exemplo, a Kodak produziu mais de 1.2 milhões de distintivos de segurança e credenciais, além de prover equipamentos, materiais e suporte técnico. No processo de credenciamento, a Kodak utilizou câmeras EasyShare Z812 digital, scanner Kodak i620 e impressoras Kodak ML500 ou Kodak 9810. No IBC - International Broadcast Center - Centro Internacional de Transmissão, onde ficaram os estúdios de tvs e a central de transmissão de imagens dos Jogos e no MPC - Main Press Center - Centro Principal de Mídia, onde a imprensa escrita mundial se reuniu para cobrir os Jogos, a presença da Kodak sempre foi importante na missão de ajudar diretamente a mídia. A Kodak foi a idealizadora da montagem de um centro especializado em imagens nos MPCs durante os Jogos - o Kodak Image Center. Em Beijing, o centro prestou serviços para mais de 1.500 fotógrafos profissionais e agências de notícias, oferecendo produtos fotográficos tradicionais, digitais, serviços. Estima-se que mais de seis milhões de imagens foram digitalizadas no Kodak Image Center durante o evento, isso sem contar os Jogos Paraolímpicos. Várias tecnologias de impressão digital foram empregadas no Kodak Image Center, como a Kodak NEXPRESS. Graças a todo esse know how adquirido com a experiência olímpica ao longo de aproximadamente um século de parceria, em Beijing, a Kodak produziu cartões postais, cartazes, impressões, fotografias das cerimônias de abertura, encerramento e outros artigos de imagem para o COI, CONs - Comitês Olímpicos Nacionais e patrocinadores dos Jogos. Na área de saúde, o papel da Kodak também tem sido excepcional durante os Jogos. Por meio da Carestream Health, Inc., um braço da Kodak Health Imaging Group, a empresa forneceu serviços de processamento de imagens e tecnologia de radiologia médica, a fim de ajudar nos diagnóticos dos atletas. Graças à tecnologia desenvolvida, radiologistas capturaram imagens digitais em segundos, além de serem capazes de distribuir as imagens e informações, eletronicamente, para alguns dos 20 hospitais de Beijing, responsáveis em prover serviços de suporte médico aos Jogos Olímpicos. O equipamento Kodak nas Policlínicas montadas nas Vilas Olímpicas agilizaram processos, habilitando um tratamento mais rápido aos atletas. Após os Jogos Olímpicos, os equipamentos Kodak foram doados e permanecerão em Beijing. No Parque Olímpico de Beijing, local reservado para os patrocinadores TOPs realizarem as ações de marketing e montarem pavilhões de exposição de produtos e serviços, a companhia instalou o Kodak Experience, um pavilhão de demonstração de produtos e serviços digitais inovadores e ajudou o público a compartilhar as lembranças dos Jogos com amigos e familiares no mundo inteiro. Além do Kodak Experience, a empresa também instalou quiosques de serviços no Parque Olímpico e nas Vilas Olímpicas. A Kodak despede-se do Movimento Olímpico, mas não do esporte. A empresa recentemente fechou acordo com o golfe (ler matéria arquivo Sport Marketing - Kodak fecha com PGA). Nos Jogos Olímpicos nenhuma empresa até o momento demonstrou interesse em ocupar o lugar da Kodak, porém, na história dos Jogos de Tóquio, a Nikon, fundada em 1917, teve a primeira grande participação no cenário Olímpico quando empresa instalou uma loja que também oferecia serviços de consertos e reparos, próxima ao Estádio Olímpico para ajudar os representantes da mídia internacional de todo o mundo. Nos Jogos de Moscou 1980, a empresa japonesa voltou a operar junto ao Movimento como fornecedora oficial dos Jogos na categoria câmeras e serviços. Fixou no Centro de Imprensa um stand de consertos de todos os tipos de máquinas fotográficas e de aluguel de máquinas e equipamentos Nikon para os profissionais de imprensa credenciados. Na categoria filmes e equipamentos de processamento de revelação, a empresa oficial foi a Kodak. Entre os novos interessados está a empresa russa Gazprom, um grupo no ramo de energia. Especula-se nos bastidores de Lausanne que o COI esteve em reunião na Rússia, com representantes da estatal russa que estaria interessada em se tornar TOP. A preocupação por parte do COI é com relação ao fato que a Rússia ganhou o direito de hospedar os Jogos de 2014 que serão realizados em Sochi. A inclusão de uma estatal russa na próxima geração TOP possa levantar questões éticas.

Deborah Ribeiro - Diretora Sport Marketing

Ticketmaster fecha com a CBF

Depois dos escândalos envolvendo a empresa BWA, responsável pela confeccção de ingressos, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) resolveu mudar. Saiu a BWA e entrou a Ticketmaster, do grupo Accioly, empresa que foi responsável pela venda dos ingressos dos Jogos Pan-americanos Rio 2007."É um processo que temos feito de conhecer as empresas. Já trabalhamos com a BWA e agora vamos trabalhar com a Ticketmaster" - afirmou o diretor Virgílio Elísio. O valores da negociação e os detalhes do novo contrato não foram revelados.

Redação Sport Marketing

Estrelas agendadas no David Letterman

O apresentador de tv David Letterman já está com a agenda de atletas olímpicos medalhistas marcada. A ginasta Shawn Johnson foi ao programa nesta segunda-feira. O vencedor do decatlo
Bryan Clay é o astro desta terça-feira. A dupla de vôleibol de praia Misty May-Treanor e Kerri Walsh serão as convidadas da quarta-feira. Até agora, a produção do programa ainda não conseguiu agendar uma entrevista com a grande vedete dos Jogos Michael Phelps. Ao contrário do que acontece no Brasil, os Estados Unidos costuma reverenciar os ídolos e heróis olímpicos. David Letterman é um apaixonado por esportes e, inclusive tem uma equipe na Nascar.

Redação Sport Marketing

Jogos de Beijing batem recordes de audiência olímpica na NBC

A NBC Universal, rede de tv americana, detentora dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos com exclusividade para os Estados Unidos, recebeu a esperada medalha de ouro! A transmissão do mega evento da vigésima nona edição olímpica atraiu mais de 211 milhões de espectadores nos 16 dias, eclipsando os Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, que até Beijing, foram os eventos mais assistidos da história da televisão dos Estados Unidos. De acordo com a agência de pesquisa Nielsen, os Jogos de Atlanta somaram 209 milhões de espectadores e, agora, são o segundo a maior evento de TV visualizado na história, seguido pelos Jogos de Inverno de 1994, em Lillehammer com 204 milhões de espectadores e, em quarto lugar, os Jogos de Atenas 2004 que atraíram 203 milhões de espectadores.

Redação Sport Marketing

25 de ago. de 2008

Adidas promove corrida infantil

A Adidas promove a primeira corrida infantil, o Mundo Kids Adidas, no Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, um evento que terá programação com atividades esportivas, culturais e sociais para crianças e pais. A prova é destinada a crianças de 4 a 12 anos e as distâncias são calculadas de acordo com a idade, variando de 50 a 400m. As inscrições são limitadas e podem ser feitas no site www.diamundokids.com.br até o dia 27 de agosto ou até completar dois mil e quinhentos participantes. O valor é R$ 60,00 e cada criança que se inscrever receberá um divertido kit, com camiseta adidas, número de identificação, lancheira e toalhinha.

Redação Sport Marketing

Tiger Woods dá grandes tacadas em Dubai

Tiger Woods, o jogador de golfe número um do mundo, descerrou oficialmente o novo plano mestre do The Tiger Woods Dubai, o desenvolvimento comunitário de golfe residencial exclusivo e membro da Tatweer. Local de categoria internacional projetado para atender as necessidades de quem busca excelência e exclusividade em todas as dimensões, o empreendimento tem finalização programada para 2009. "O Tiger Woods Dubai se tornou um dos desenvolvimentos mais antecipados da região. O projeto será um testemunho do nosso trabalho duro e do nosso padrão de qualidade superior. O nome Tiger Woods acrescenta um enorme valor ao projeto e é com orgulho que compartilhamos com ele alguns dos principais desenvolvimentos realizados desde a avaliação do projeto durante a última visita dele" - disse Abdulla Al Gurg, Diretor do Projeto The Tiger Woods Dubai. O The Tiger Woods Dubai será o primeiro campo de golfe de 13 milhões de pés quadrados projetado por Tiger Woods, o Al Ruwaya, disponível para somente 200 sócios com prioridade para a comunidade. Além disso, Al Ruwaya também terá uma academia de golfe composta de profissionais, um clubhouse de luxo e um spa. Tiger Woods acompanhou todas as etapas do design e do desenvolvimento do campo de golfe, contribuindo para as características do campo. "Tenho orgulho desta minha parceria com a Tatweer, que se superou no desenvolvimento do projeto The Tiger Woods Dubai levando-o para este estágio avançado. Com incrível dedicação, a Tatweer demonstrou capacidade de implementar o projeto de acordo com o cronograma. O design do Al Ruwaya mostrará o que realmente amo no golfe e espero que se torne um campo desafiador e estratégico para os jogadores de todos os níveis" - disse Tiger Woods. O projeto The Tiger Woods Dubai terá residências de luxo, incluindo 22 palácios, 75 mansões e 100 vilas. Todas as residências estarão situadas em grandes terrenos, além da tecnologia avançada para residências e jardins requintados. O hotel boutique de luxo terá 90 suítes e 14 bangalôs com tamanhos que variam de 1.600 a 9.500 pés quadrados. O hotel se dedicará a uma clientela do mais alto nível e se gaba de ter uma piscina com 10.000 pés quadrados, além de um dos spas mais refinados de Dubai. O interior do hotel será projetado pelo famoso designer libanês Elie Saab. Além disso, o The Tiger Woods Dubai também terá um restaurante Guy Savoy e uma área de lojas de luxo para residentes, membros e hóspedes.

Redação Sport Marketing

Usain Bolt vira garoto propaganda na Inglaterra

Da Jamaica para a Inglaterra. Esse é o plano principal de Usain Bolt, fenômeno do atletismo nos Jogos Olímpicos de Beijing, porém, o que ele não contava é que acontecesse tão rápido e antes dos Jogos Olímpicos de 2012! O fato é que o homem que fez história no 'Ninho de Pássaro' (ler matérias arquivo Sport Sport Marketing - Bolt e Puma levam crianças chinesas à Copa de 2010; Usain Bolt, o puma mais rápido do mundo; 2 - o número da sorte de Usain Bolt)foi convidado para ser garoto propaganda de banda larga no país sede da próxima edição dos Jogos Olímpicos de verão. O convite partiu da empresa Virgin Media, que tem planos, inclusive, de endossar o produto com o nome do atleta mais rápido do mundo. O novo produto que se chamaria "Boltband", é um serviço de banda larga de 50 Mbps. "Nosso novo serviço de 50 Mbps vai propiciar velocidades de conexão ainda maiores, por isso nós achamos que Usain será o embaixador perfeito para nossa campanha", afirmou Ashley Stockwell, do marketing da Virgin Media, ao jornal "The Guardian". Bolt, 22 anos, se tornou o primeiro na história a vencer os 100 m rasos e os 200 m rasos com recordes mundiais nas duas provas. Bolt venceu também final do revezamento 4 x 100 m, mais uma vez com recorde mundial. Em se tratando de velocidade, a imagem de Bolt realmente será imbatível até 2012.

Redação Sport Marketing

Coca-Cola fecha com ouro campanha olímpica

A Coca-Cola, patrocinadora dos Jogos Olímpicos desde 1928, única empresa com contrato estendido com o IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) até 2020, está entre as empresas que conseguiram melhor resultado nos Jogos Olímpicos. De acordo com uma pesquisa realizada pela agência de medição Nielsen Media Research, a Coca-Cola, entre todos os patrocinadores dos Jogos, teve a consciência do consumidor. A maior fabricante de bebidas do mundo, se classificou em terceiro lugar em custos com anúncios e propaganda. Dados da pesquisa da empresa R3 também mostraram que quase 50% dos entrevistados reconheceram a Coca-Cola como patrocinadora dos Jogos Olímpicos (ler matéria arquivo Sport Marketing -
Cerimônias olímpicas aumentam custos em publicidade; Especial: Ninho de Pássaro tem projeto de marketing definido). Coca-Cola desenvolveu para os Jogos Olímpicos de Beijing uma plataforma de marketing focada primeiramente no país anfitrião e sem segundo momento, ativou uma estratégia mundial em 160 países e, pela primeira vez; lançou simultaneamente um plano de marketing olímpico enorme em 60 países e regiões. De acordo com estatísticas, a Coca-Cola forneceu 25 milhões de garrafas de Coca-Cola diariamente para furgões olímpicos de Beijing, excedendo os 20 milhões dos Jogos de Atenas.

Redação Sport Marketing

China de olho grande na Copa do Mundo

Depois do sucesso com a organização dos Jogos Olímpicos de Beijing, a China agora pretende organizar uma edição da Copa do Mundo de Futebol FIFA. A notícia foi revelada pelo presidente da FIFA Joseph Blatter, numa entrevista à revista alemã Kicker. "Já em abril, no decorrer do sorteio para o torneio olímpico, os chineses já tinham manifestado esse desejo" - destacou o dirigente suíço. "É preciso tempo. A China está habituada a trabalhar para um objetivo. Mas no futebol não se trabalha assim. Têm de começar do princípio, dos sub-17 para os sub-23" - destacou o dirigente. De qualquer forma, as pretensões da China não vão poder realizar-se antes de 2022, uma vez que os Mundiais de 2010 (África do Sul) e 2014 (Brasil) já estão atribuídos e o de 2018, ao que parece, marcará o regresso da competição à Europa.

Redação Sport Marketing

Yelena Isinbayeva em frascos

A belíssima russa Yelena Isinbayeva, medalha de ouro no salto com vara nos Jogos Olímpicos de Beijing pretende lançar um perfume com a marca Isinbayeva. A saltadora, 26 anos, que está entre os mais ricos atletas do mundo (ler matéria arquivo Sport Marketing - Isinbayeva milionária exterminadora de recordes) segue os passos de marketing de outras belas e feras do esporte como Gabriela Sabatini, que também lançou um perfume no auge da carreira. Isinbayeva agora está à procura de uma empresa que possa realizar o desejo dela de colocar no mercado uma fragância para mulheres fortes e determinadas e também está em negociação para lançar uma linha de roupas com grife própria. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing, quebrando o recorde mundial ao saltar 5,05 metros, a russa, que tem mais cinco competições neste ano, já mandou avisar que estará em Londres 2012.

Redação Sport Marketing

Procura-se patrocinador para dupla medalhista olímpica

A dupla de vôlei de praia Márcio e Fábio, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Beijing, está à procura de novo patrocinador. Os jogadores foram a Beijing sem patrocinador e esperam que o feito abra portas para novos negócios, a fim de que possam continuar entre os melhores do mundo. "No Brasil, você precisa de resultados para conseguir patrocínio, mas estamos acostumados com isso"– disse Márcio.

Redação Sport Marketing

Excentricidades de quem não tem onde gastar

O jogador Cristiano Ronaldo, do Manchester United, está investindo alto na marca CR7. O jornal britânico The Sun, noticiou que o português tem uma nova mania: identificar tudo o que lhe pertence com a sigla CR7, junção das iniciais do nome dele e o número da camisa que usa no clube inglês e na seleção. A última excentricidade do atleta foi colocar a sigla em todas as placas dos carros. Desembolsou 188 mil euros apenas nessa façanha. O jornal inglês também destaca que, no último mês, Cristiano Ronaldo gastou 614 mil euros só em automóveis. Ronaldo encomendou: um Rolls Royce Phantom preto, pela "módica" quantia de 426 mil euros, comprou um Bentley, de cor prateada, no valor de 175 mil euros. Ronaldo segue os passos de outros jogadores como Ronaldinho Gaúcho (R10) e Ronaldo Fenômeno (R9), David Beckham que tem uma tatuagem com o número romano VII e uma linha de roupa para a Marks&Spencer com o nome de DB7, além de outros atletas como os da NBA - Liga Profissional de Basquete Norte Americano. O madeirense tem o logotipo estampados nos armários, almofadas dos sofás, cama, mesa e até jóias em forma de 7 . Na piscina da sua mansão em Cheshire o fundo está decorado com mosaicos em forma de... 7. Outro atleta que parece não saber onde gastar o dinheiro é o jovem nadador Michael Phelps, que apenas da Speedo, ganhou US$1 milhão pela conquista das oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Beijing. O nadador, antes de ir a Londres participar da festa da passagem do legado olímpico de Beijing para a cidade londrina que realiza os Jogos de 2012, esteve em Portugal e gastou na discoteca Nikki Lake, de onde saiu por volta das 04.00 da madrugada, cerca de cinco mil euros em bebidas (principalmente champanhe Dom Pérignon).

Redação Sport Marketing

24 de ago. de 2008

Beijing, marca a história do marketing olímpico

O Sport Marketing se despede dos Jogos Olímpicos de Beijing, mas já está em Londres, onde nossos colaboradores e correspondentes acompanham os preparativos para a trigésima edição o maior evento esportivo do planeta. Tudo isso, para trazer, sempre, em primeira mão, as notícias do marketing do maior evento esportivo do planeta. Com muito orgulho, o Sport Marketing fez história ao ser o único sítio especializado em marketing esportivo do país, a ter uma equipe de correspondentes e colaboradores internacionais que, desde a nossa estréia na rede, em fevereiro, sempre trouxe informações fresquinhas dos Jogos Olímpicos de Beijing. Do outro lado do mundo, a missão ficou ainda mais intensa com o início dos Jogos e durante os 16 dias de competições, o Sport Marketing mostrou o outro lado da medalha, destacou como funciona o marketing olímpico, as empresas, as plataformas e ações dos principais patrocinadores do Movimento Olímpico. No Sport Marketing você viveu as emoções da vigésima nona edição dos Jogos Olímpicos por um ângulo diferente e nos ajudou a bater recordes de audiência.Desde a cerimônia de abertura dos Jogos, no dia 08.08.2008, até hoje, dia do encerramento, o Sport Marketing teve a satisfação de somar mais de 25 mil visitações, mais de 25 mil acessos em 16 dias! De malas prontas para o próximo grande evento esportivo do calendário mundial, a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o Sport Marketing encerra os trabalhos em Beijing ciente de que, apesar da pouca liberdade de imprensa, que muitas vezes, atrapalhou o trabalho da mídia e dos problemas políticos que assolam a China, o país irá fazer parte das lembranças que marcaram nossa memória, a história do esporte e do marketing esportivo e olímpico. Beijing recebeu medalha de ouro em vários quesitos importantes como: instalações esportivas excepcionais, pontualidade, responsabilidade na entrega dos locais de competições, competência e organização transformadoras, precisão, seriedade, avanços tecnológicos nas transmissões dos Jogos e, principalmente, um programa de marketing local perfeito, que servirá de exemplo para as futuras cidades que receberem o mega evento daqui em diante. Bater a organização exemplar da China será um desafio para Londres. A China do mestre Confúcio ensinou ao mundo que: 'se quiser fazer uma montanha, é preciso carregar o primeiro grão de areia', ou seja, que planejamento é a grande chave para alcançar o sucesso e, principalmente, para mantê-lo. Prova disso é que antes do início dos Jogos, o BOCOG - Beijing Organizing Committee Olympic Games - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Beijing já tinha um programa de marketing e gestão desenhado para o 'Ninho de Pássaro' e para o 'Cubo D'água' (ler matéria arquivo Sport Marketing - Especial: Ninho de Pássaro tem projeto de marketing definido), duas megas construções que não podem deixar a chama do esporte se apagar, mantendo vivo o espírito olímpico e o desenvolvimento dos atletas chineses. Não é à toa que os números que rodeiam os Jogos de Beijing são megas, como as construções olímpicas e os recordes batidos do outro lado do mundo. Mais de 60 patrocinadores investiram cerca de US$ 3 bilhões nos Jogos Olímpicos de Beijing. Estima-se que o total de investimentos de empresas interessadas em aproveitar os Jogos Olímpicos irão superar os US$ 5 bilhões (valor correspondente a agosto de 2006 a agosto de 2008), tornando esta edição olímpica a maior aposta de marketing já realizada, com investimentos que ultrapassam US$ 8 bilhões. Os Jogos de Beijing entraram para a história como a primeira edição olímpica em um país comunista que deu lucro, apagando da memória do mundo, as péssimas lembranças da última vez que um país socialista hospedou os Jogos. Apesar de todos os esforços, nos Jogos de Moscou 1980, o marketing olímpico chegou ao fracasso. Se por um lado havia produtos e serviços, por outro lado, não havia dinheiro para pagar os custos operacionais do evento, as construções, enfim... A organização dos Jogos não conseguiu fazer o evento lucrativo e os custos reais dos Jogos nunca foram revelados. O livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros (selo COB - Cultural), escrito em parceria com o chefe da delegação e diretor do COB, Marcus Vinicius Freire, relata que dinheiro, direitos humanos e a soberania do Afeganistão à parte, a Coca-Cola e a Kodak foram os principais patrocinadores dos Jogos de Moscou. A Adidas, foi o terceiro patrocinador oficial dos Jogos, mesmo tendo dado o maior apoio ao boicote do governo da Alemanha, país onde a multinacional tem a matriz. Vinte e oito anos depois de Moscou, na China, Coca-Cola, Kodak e Adidas também estavam entre as empresas que movimentaram os Jogos, mas não foram os pilares do evento. Os Jogos da Beijing comunista tiveram uma história diferente (ler matéria arquivo Sport Marketing - O que os Jogos Olímpicos de Beijing têm de diferente para o público consumidor? ) e na segunda vez que os Jogos foram realizados em um país comunista, o evento contou com 64 patrocinadores: 12 empresas pertencem ao programa de marketing TOP mundial do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (Coca-Cola, McDonald´s, Kodak, Samsung, Panasonic, Manulife, GE, Lenovo, Atos Origin, Johnson&Johnson, Omega e Visa) e as demais pertencem ao programa de marketing do BOCOG - Beijing Organizing Committee Olympic Games - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Beijing que criou quatro níveis de patrocínio: parceiros oficiais - 11 empresas (Bank of China; China Network Communications Group Corporation; China Petrochemical Corporation; China National Petroleum Corporation; China Mobile Communications Corporation; Volkswagen Group China; Adidas; Johnson & Johnson (China) Investment Ltd; Air China Limited; PICC P&C; State Grid Corporation of China. ), 10 patrocinadores oficiais - (Tsingtao; Yanjing; UPS; Haier; SOHU; Yili; BHP Billiton; Heng Yuan Xiang; Budweiser; Uni-president), 15 fornecedores exclusivos e 15 fornecedores oficiais. Como ensinou a história olímpica que quantidade não é qualidade, apesar dos números oficiais ainda não terem sido divulgados pelo IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI), Beijing foi um sucesso de marketing e, além de se pagar, o evento certamente gerou lucros (ler matéria arquivo Sport Marketing - Coluna Olímpica 1: Beijing bate business records). Seis meses antes de começar os Jogos, as marcas de sport business já eram recordes! A Adidas, patrocinadora local oficial do BOCOG, por exemplo, registrou apenas no primeiro semestre um aumento de mais de 60% na renda na China, tornando-se no segundo maior mercado do Grupo Adidas, depois dos Estados Unidos. A meta do Grupo é alcançar vendas de mais que 1 bilhão de euros na China até 2010. A Adidas forneceu mais de 3 milhões de produtos para federações, voluntários, oficiais e outros. A marca alemã equipou 16 CONs - Comitês Olímpicos Nacionais, inclusive a nação mais bem sucedida na conquista de ouros 51 no total 21 pratas e 28 bronzes, a China e de mais três nações que entre as seis melhores dos Jogos: Grã-Bretanha, Alemanha e Austrália. Em total, mais de 3 mil atletas competiram vestindo a marca e produtos Adidas que proveu produtos para 27 dos 28 esportes olímpicos. Entre os atletas patrocinados pela Adidas melhor sucedidos e que subiram no degrau mais alto do pódio olímpico está a recordista mundial de salto com vara, a russa Yelena Isinbayeva, o alemão bicampeão olímpico da natação Britta Steffen, o ciclista inglês Chris Hoy, a ginasta norte- americana Shawn Johnson, o atleta cubano dos 110m com barreiras Dayron Rouba, a esgrimista italiana Maria Valentina Vezzali, o norueguês do lançamento de dardo Andreas Thorkildson, o jogador de futebol Lionel Messi da Argentina e o campeão chinês de judô Xian Dongmei. Depois da EURO 2008, os Jogos Olímpicos de Beijing foram a plataforma que a Adidas desejava para alavancar a marca mundialmente e estabelecer território no mercado chinês (ler matéria arquivo Sport Marketing - Adidas abre maior loja do mundo na China),EUFA EURO 2008 impulciona números da Adidas; Adidas vence EURO 2008; Adidas muda estratégia e sai da China; Nike x Adidas - histórica disputa olímpica). A empresa agora se prepara para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, onde terá pela frente a Puma e, já desenha a estratégia de marketing para os Jogos Olímpicos de Londres em 2012, quando a Adidas será novamente patrocinadora oficial do Comitê Organizador dos Jogos, o LOCOG - London Organizing Committee Olympic Games. Além da Adidas, empresas locais também se beneficiaram com os Jogos como a marca de materiais esportivos Li Ning que teve na disputa do ouro no basquete diante da Nike, quando Estados Unidos e Espanha se encontraram em quadra, um dos grandes momentos olímpicos da marca chinesa (ler matérias arquivo Sport Marketing -Li Ning - príncipe dos ginastas e rei do marketing olímpico chinês; Li Ning pega carona em escândalo espanhol; Nike aposta no basquete americano na China ). A Lenovo também recebeu os louros de se aliar aos Jogos Olímpicos, (ler matérias arquivo Sport Marketing - Lenovo realiza ações filantrópicas olímpicas; Lenovo lança lap top olímpico; Lenovo segue leilão mundial; Coluna Olímpica 4 - Revezamento da Tocha Olímpica; Coluna Olímpica 5: Chama Olímpica uma histórica trajetória de marketing; Coluna Olímpica 6: Chama da discórdia), porém, a única e primeira marca chinesa a pertencer ao programa de marketing TOP do COI não renovou contrato para o próximo quadriênio, deixando lugar para a estreante Acer na categoria. Entre as TOPs internacionais, a Coca-Cola, que completou 80 anos de envolvimento olímpico, de acordo com uma pesquisa realizada pela empresa chinesa CSM, joint venture entre a CTR Pesquisa de Mercado e a TNS, recebeu medalha de ouro das conquistas nas ações de marketing na China. A pesquisa apontou a gigante mundial de bebidas como a detentora da melhor avaliação no Olympic Performance Index (OP Index), indicador que mede a performance total de marketing das marcas patrocinadoras, antes, durante e após os Jogos Olímpicos. O índice OP foi criado em 2006 e é o primeiro que indica os benefícios revertidos aos patrocinadores dos Jogos em relação às edições anteriores do evento. A Coca-Cola lidera a pesquisa, seguida pela Yili, uma marca de produtos lácteos de destaque na China, endossada pelo atleta dos 110 metros com barreiras Li Xiang (ler matérias arquivo Sport Marketing - Coca-Cola sai na frente mais uma vez; Coca-Cola faz mega exposição olímpica; Coca-Cola lança uma ação institucional olímpica; Nova propaganda olímpica da Coca-Cola ; O futuro de Liu Xiang; Nike e Coca-Cola seguem com Liu Xiang; Liu Xiang e Fabiana Murer choram no 'Ninho de Pássaro'; Nike fica na pista com Liu Xiang; Nike apresenta uniforme de astro chinês do atletismo; Nike lança uniformes olímpicos do atletismo). O terceiro lugar foi conquistado pela Lenovo, a quarta do ranking é a China Mobile e em quinto lugar aparece a Adidas. Mal a chama olímpica se apagou e a maior fabricante de bebidas do mundo, já desenhou, inclusive, a estratégia para os Jogos de 2012 e já lançou uma edição limitada de garrafas de vidro comemorativa à próxima edição dos Jogos. As garrafas, incluam um rótulo criado pelo fotógrafo Rankin e um pacote promocional que convida os consumidores a visitar o site Coca-Cola Zone e concorrer a prêmios como uma viagem ao Pólo Sul, participar do treinamento de um astronauta ou usar pontos acumulados para ganhar souvenirs olímpicos. Outra empresa que também já saiu na frente e se planeja para os Jogos Olímpicos de Londres é a VISA que pretende distribuir centenas de milhares de cartões no mercado e criar cartões com a nova tecnologia contactless (pagamento sem contato), chamado Visa payWave, capaz de efetuar pagamentos por meio de leitores magnéticos (ler matérias arquivo Sport Marketing - VISA inova para os Jogos de Londres 2012; Visa patrocina festa olímpica em Londres). A Nike também já se prepara para outra olimpíada e mais quatro anos apostando no maior evento epsortivo do mundo (ler matéria arquivo Sport Marketing - Nike faz campanha de olho em Londres 2012). Ao lado de grandes empresas, grandes atletas que entraram para a lista dos deuses do Olimpo também pretendem estar em Londres como Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo (ler matérias arquivo Sport Marketing - Bolt e Puma levam crianças chinesas à Copa de 2010; Usain Bolt, o puma mais rápido do mundo; 2 - o número da sorte de Usain Bolt), o lendário Michael Phelps que pretende vencer a si mesmo (ler matérias arquivo Sport Marketing - Michael Phelps lança novo livro ; Michael Phelps nas caixas de sucrilhos; Michael Phelps e oito medalhas de ouro, capa da Sports Illustrated; Quanto vale Michael Phelps - o rei das piscinas?; Michael Phelps chega antes em Londres para festa olímpica), a lendária e belíssima Yelena Isinbayeva (ler matéria arquivo Sport Marketing - Isinbayeva milionária exterminadora de recordes; COI lança campanha mundial), a guerreira seleção feminina brasileira de vôlei (ler matéria arquivo Sport Marketing - Seleção feminina de vôlei é ouro em Beijing) e as notáveis meninas de prata da seleção brasileira de futebol (ler matéria arquivo Sport Marketing - ); a lutadora lutadora (ler matéria arquivo Sport Marketing - Natália Falavigna traz medalha de bronze para o Brasil), a dourada Maureen Maggi (ler matéria arquivo Sport Marketing - Maurren Maggi é ouro em Beijing; Maurren Higa Maggi vira estátua), o nadador Cesar Cielo (ler matéria arquivo Sport Marketing - Depois do ouro, Cielo pensa em McDonald´s e em devorar títulos); a maravilhosa Ketleyn Quadros (Brasil desencanta nos Jogos Olímpicos com atleta da BeloDente; o incansável Leandro Guilheiro (ler matéria arquivo Sport Marketing - Judoca da Gol fatura segunda medalha brasileira em Beijing), Juliana e Larissa do vôlei de praia ...enfim...nomes que o mundo e o país esperam ver novamente, vencendo, superando os próprios limites com garra e profunda determinação. Que os Jogos Olímpicos de Londres sejam campeões e honrem o histórico fato de ser a única cidade e receber três edições dos Jogos Olímpicos (1908, 1948, 2012). Os correspondentes e colaboradores do Sport Marketing já estão trabalhando a todo vapor na capital da Inglaterra, a postos na incansável missão de contar a história da evolução do marketing olímpico e esportivo, porque a chama e a paixão que movem o esporte não se apagam em nossos corações, não se apagam aqui no Sport Marketing. Em nome de toda a equipe Sport Marketing, colaboradores e correspondentes internacionais, agradeço a sua maravilhosa audiência e estendo o convite para que você siga conosco, desfrutando, da melhor e mais completa cobertura do marketing olímpico e esportivo do país - aqui e sempre no Sport Marketing! Adeus Beijing, a pira olímpica se apaga, encerramos nossos trabalhos ao som dos Beatles e já em ritmo de Londres 2012!

非常感謝 (Muito obrigado)!

Deborah Ribeiro - Diretora Sport Marketing - Beijing 2008