23 de jun de 2008

CBFS afirma que comitê agiu dentro da lei

O presidente da Confederação Brasileira de Futsal, Aécio de Borba Vasconcelos, garantiu que a entidade, que integra o comitê organizador da FIFA para a realização da Copa do Mundo de Futsal no Brasil, agiu de acordo com a lei e que cumprirá o que for determinado pela Justiça. Aécio de Borba afirmou que, conforme a legislação, nomeou um pregoeiro para realizar o pregão que escolheria as empresas responsáveis pela realização da Copa do Mundo de Futsal. "O teto máximo estabelecido pelo Ministério dos Esportes para o evento foi de R$ 20.460.000,00 e a proposta vencedora, da Poly, foi de R$ 16.918.000,00. Os R$ 3.530.000,00 restantes seria devolvido aos cofres do Governo Federal "- revelou Aécio, que soube das cifras de forma extra-oficial, através de empresas participantes. O dirigente reforça que a entidade não tem qualquer ingerência no pregão e que, assim como outras entidades, integra o comitê organizador da FIFA, com sede em Goiás. "Seguimos todas as determinações legais, a partir da formação do comitê,que conta também com representantes de diversos governos estaduais" - disse Aécio que assegurou que todas as denúncias documentais feitas pelos advogados de outras empresas participantes do pregão contra a Poly Promoções e Eventos foram encaminhadas aos órgãos públicos, como Receita Federal, Ministério Público, Ministério dos Esportes, Polícia Federal etc. Sobre o cancelamento ou adiamento do Mundial por conta desse problema, Aécio frisou que só a FIFA pode responder. Ele teme que a repercussão negativa possa afetar a realização da Copa do Mundo de futebol de 2014 no Brasil.

Redação Sport Marketing