10 de abr. de 2008

Lei Agnelo-Piva ajuda judô nacional

Um exemplo de gestão. Depois de passar por momentos difíceis históricos, finalmente, a administração e gestão da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) parece ter encontrado o equilíbrio. Exemplo disso é que a CBJ irá pagar salários aos titulares da seleção a partir deste mês (abril) e até setembro. Cada atleta receberá o valor de R$ 3.500,00. "Os recursos são oriundos da Lei Agnelo-Piva" - explicou o presidente da Confederação, Paulo Wanderley. O judô recebe 3,5% de repasse do recurso federal. Em 2006, a porcentagem equivaleu a R$ 1.572.059,55. "Esta é uma idéia antiga da Confederação. Já fazemos o pagamento de premiação por resultados, bônus e estamos retomando o pagamento mensal. Fizemos isto há 5 anos, em 2003" - esclareceu o presidente. O insentivo financeiro veio em boa hora. Em Jogos Olímpicos, o judô já conquistou para o Brasil 12 medalhas olímpicas: dois ouros, três pratas e sete bronzes. A primeira foi o bronze conquistado por Chiaki Ishii em Munique-72. O primeiro ouro veio com Aurélio Miguel em Seul-88. Nos Jogos de Atenas, Leandro Guilheiro e Flávio Canto ficaram com o bronze. A atual administração assumiu no início dos anos 2000. 'Se você avalia de 2001 (quando assumiu) até hoje não tem termos de comparação', ressalta Paulo Wanderley. Desde setembro de 2005, a CBJ conta com o patrocínio da Infraero, além de parcerias com a Scania e a Mizuno, fornecedora de materiais esportivos.

Redação Sport Marketing