28 de mar. de 2008

Especial: Responsabilidade social corporativa, o outro lado da medalha

Apesar de não se envolverem com os conflitos no Tibet e em questões políticas, os patrocinadores dos Jogos Olímpicos de Beijing estão aproveitando o momento de visibilidade para melhorar os perfis de responsabilidade social corporativa. A Samsung, por exemplo, patrocinadora mundial TOP do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) é uma das empresas que está em profunda ascenção no mercado chinês. Desde 2005, a companhia da Coréia do Sul contribuiu com 9 milhões de yuan (US$1.23 milhões) para a construção de 45 escolas primárias na China rural. Em 2002, a empresa também estabeleceu bolsas de estudos como prêmio para mais de 2.300 alunos chineses. Já a maior fabricante de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, parceira do Movimento Olímpico desde os Jogos de Amsterdã, lançou um projeto em 2004, de treinamento e produção de brinquedos para 1.470 fazendeiros jovens em áreas pobres da China. Em 2003, a General Electric mostrou seu lado caridoso ao doar 240.000 yuans para ajudar a China combater a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Eles também doaram equipamento de iluminação para Sichuan em 2004 e enviaram arroz para a província durante a seca de 2006. Já a BHP Billiton, empresa de minerais e metais financiou projetos de proteção para a Grande Muralha, pandas gigantes e o meio ambiente de Lijiang, província de Yunnan. Em 2006, o Grupo Lenovo, a primeira companhia chinesa entre os patrocinadors principais do COI, começou uma campanha em 854 municípios para promover o movimento Olímpico para mais de 8 milhões de pessoas.

Redação Sport Marketing