31 de mar. de 2008

COI estuda mais um aro no logo olímpico

A idéia de adicionar um sexto anel no mais famoso e reconhecido logotipo do mundo será discutida em detalhe na próxima reunião executiva do COI - Comitê Olímpico Internacional e, se aceita, poderá ser implementada a tempo para o Jogos Olímpicos de Londres em 2012. A mudança podia ser facilmente integrada aos Jogos de Londres, cujo logotipo é motivo de muita controvérsia. O logotipo dos cinco aros olímpicos foi criado pelo Barão Pierre De Coubertin, idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna e aprovado no Congresso Olímpico de 1914. Os aros foram primeiramente usados na bandeira Olímpica, transportada na cerimônia de abertura dos Jogos da Antuérpia, Bélgica em 1920. As cinco cores dos aros e o fundo branco foram escolhidos porque representavam pelo menos uma cor de todas as bandeiras das nações, que na época, participavam dos Jogos Olímpicos. De acordo com a Carta Olímpica, o símbolo dos cinco aros "representa a união dos cinco continentes e a reunião de atletas de todo o mundo nos Jogos Olímpicos." Os cinco continentes reconhecidos pelo COI são: África, Ásia, Europa, Oceania e "as Américas" – uma amalgamação do Norte e a América do Sul. Pois bem, alguns membros da PASO - Pan American Sport Organization - Organização Pan Americana de Esporte – um corpo representante dos Comitês Olímpicos Nacionais das Américas do Norte e do Sul – solicitou ao COI a possibilidade de distinção e reconhecimento dos dois continentes separadamente. A América do Sul nunca hospedou uma edição dos Jogos Olímpicos, mas a cidade brasileira do Rio de Janeiro é postulante aos Jogos de 2016. A importância dos aros para a imagem e marketing do Movimento Olímpico é amplamente explicada no livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros.

Redação Sport Marketing

Sai Gottlieb-Daimler Stadion e entra Mercedes-Benz

Pelos próximos 30 anos, o Estádio do VfB Stuttgart, atual campeão alemão, será conhecido como ‘Arena Mercedes-Benz'. A fabricante de carros alemã comprou os direitos de naming rights no valor de 20 milhões de euros e irá batizar o Estádio. De acordo com o contrato, empresa ganhou a concessão publicitária e a liberdade para administrá-lo. Entre os projetos, está o aumento da capadidade do Estádio de 58 mil para 60 mil assentos. O início das obras, inicialmente orçadas em 93 milhões de euros (cerca de R$ 255 milhões, está previsto para meados de 2009 e deve durar até o final de 2011. O projeto de reformas do atual estádio Gottlieb-Daimler será uma parceria entre a prefeitura local e a fabricante de automóveis Daimler AG. Os custos serão divididos entre o clube - que permanece como dono da área -, a Daimler AG e o governo da cidade. O estádio que passou por reformas para a Copa do Mundo de 2006, perderá a pista de atletismo, se transformando em um espaço dedicado exclusivamente ao futebol. A reforma do estádio, no entanto, será oficializada apenas no dia 24 de abril, quando o Conselho Municipal de Stuttgart dará parecer sobre a realização das obras. Se o projeto for aprovado, o estádio passará a se chamar Mercedes-Benz Arena já no início da próxima temporada. A inauguração do novo nome deverá acontecer em 30 de julho, no amistoso entre Stuttgart e Arsenal.

Redação Sport Marketing

Alemãs boas de bola

A Federação Alemã de Futebol (DFB) superou, pela primeira vez na história, a marca de um milhão de mulheres com licença para praticar o esporte. A DFB divulgou que somente em 2007, mais 47 mil mulheres foram registradas.Favorita ao ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção feminina da Alemanha é bicampeã mundial (ficou em primeiro em 2003 e 2007). O próximo mundial da categoria será realizado no país, em 2011. No total, a DFB possui 6,5 milhões de licenças entre homens e mulheres, alcançou o maior número de inscritos e supera todos os outros esportes na Alemanha.

Redação Sport Marketing

Atlético-PR e Kyocera não renovam

Após três anos de parceria, Atlético-PR e Kyocera não renovam contrato, apesar de uma das cláusulas prever a opção por mais três anos. A empresa foi nos últimos tempos, a maior patrocinadora da camisa do clube e que também batizou o estádio da Arena da Baixada. O departamento de marketing do clube ainda não deu maiores detalhes do porque a renovação não ocorreu, apenas salientou que com a Copa do Mundo de 2014, os valores de negociação serão muito superiores aos fechados em abril de 2005. O montante desejada pelo clube nao foi revelada. De acordo com Mário Celso Petraglia já existem outras negociações em andamento. Nos bastidores comenta-se que a Emirates, famosa empresa de aviação, é uma das possíveis candidatas. A favor dela pesa o fato de ser patrocinadora dos eventos da FIFA até 2014 e também por ter um bom histórico com clubes de futebol. Atualmente a Emirates patrocina o Arsenal, Milan, Paris Saint German e Hamburger SV, além de ter o nome vinculado ao estádio do Arsenal (Emirates Stadium). A Emirates também patrocina jogos de rugby, corridas de yacht e barcos a motor, golfe, críquete, corridas de cavalo e tênis. Na busca do novo parceiro, o Atlético conta com a colaboração da empresa norte-americana Premiere, que está ajudando o clube a conseguir parceiros comerciais para o estádio Joaquim Américo e para o Centro de treinamentos Alfredo Gottardi – na parceria com a Kyocera, o Furacão contou com a Clear Channel. "Em função de todo esse movimento com a vinda da Copa do Mundo, achamos que a parceria tem de ser mais longa. E achamos que não necessariamente tem de ser a mesma empresa na camisa e no estádio. Estamos negociando com a Premiere, que é a empresa que está nos assessorando", disse o diretor de marketing do clube, Mauro Holzmann. O clube tem expectativa que a Arena do Furacão seja confirmada como uma das sedes para a Copa de 2014. Há três anos, o ex-patrocinador do Furacão fechou o acordo por US$ 1 milhão por ano (valor extra-oficial, não confirmado pela diretoria rubro-negra). Para aumentar a cifra, a diretoria atleticana pretende utilizar o mesmo projeto de marketing implantado pelo Dallas, dos Estados Unidos e parceiro do time. "Não temos pressa para apresentar um novo patrocinador. Ficamos negociando durante seis meses antes de acertar o nosso último contrato" – lembrou Holzmann.

Redação Sport Marketing

2010 transmissão garantida

Os torcedores da África do Sul poderão assistir a Copa do Mundo de Futebol de 2010 pelo canal SABC ou em espaços públicos que serão criados especialmente para visualizar os jogos. Jerome Valcke, secretário geral da FIFA disse que o canal SABC, parceiro de transmissão oficial FIFA, não precisa de licença para transmitir a Copa das Confederações FIFA em 2009 ou Copa do Mundo FIFA de 2010. "Os direitos de trasmissão dão permissão estritamente para propósitos não-comerciais" - disse Valcke. Bares, clubes, restaurantes não precisarão solicitar licença de radiodifusão se estes estabelecimentos não tiverem fechado relações ou participações em atividades de patrocínio. "É extremamente importante para nós que a primeira Copa do Mundo FIFA na África seja assistida pelo maior número de pessoas" - finalizou Jerome Valcke.

Redação Sport Marketing

Patrocinadores olímpicos recebem carta

Os doze patrocinadores TOPs do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internaconal - COI (Lenovo, Coca-Cola, Mcdonald´s, GE, Johnson&Johnson, Kodak, Atos Origin, Samsung, Panasonic, Manulife, Visa, Omega) receberam uma carta da Associação Mundial de Jornais (WAN) para que estes expressem oposição à violação dos direitos humanos na China e, em particular, ao problema da liberdade de expressão no país asiático. A WAN fez uma reclamação formal ao presidente do COI, Jacques Rogge, na qual pede ajuda para que as autoridades chinesas cumpram os compromissos olímpicos de respeitar a liberdade de imprensa. "A repressão do governo chinês contra os jornalistas e aqueles que tentaram exercer o direito de expressão se intensificou nos últimos meses" - lamenta a carta. O texto dirigido a Rogge, que se reúne em Beijing na semana que vem com membros do Comitê Olímpico Chinês, pede que o país sede dos Jogos Olímpicos dê "completa liberdade aos meios estrangeiros de informar quando estiverem na China".

Redação Sport Marketing

Mizuno faz promoção com atletas para consumidores

A Mizuno lançou mais uma nova campanha. Vem aí os treinões promovidos pela marca de materias esportivos e que contam com a participação dos atletas patrocinados. Márcia Narloch, Sirlene Pinho, Lucélia Peres, ao lado dos triatletas Fábio Carvalho, Santiago Ascenço e Ana Boccanera, comandarão os treinos de 2 horas e meia de duração. Os participantes serão divididos em turmas de até 50 pessoas, de acordo com os níveis iniciante, intermediário e avançado. Além do acompanhamento técnico, haverá alongamento, corrida de 10 km, café da manhã e sorteio de brindes. As cidades que se beneficarão até o final do ano com a promoção são: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre e Curitiba. Mais informações no site da Mizuno, onde devem ser feitas as inscrições.

Redação Sport Marketing

Apple em alta

Uma pesquisa efetuada pela publicação online inglesa BrandChannel dá à Apple o título de empresa com maior impacto entre os consumidores. A empresa norte-americana ficou no topo do ranking superando os resultados das conhecidas Nike, Coca-Cola, Google e Starbucks. "Cerca de dois mil profissionais e estudantes de 107 países participaram da pesquisa e votaram na Apple na maioria das categorias da pesquisa" - afirmou o diretor da publicação, Jim Thompson, à Reuters. Por outro lado, a mesma sondagem indica que tanto a Microsoft como a marca "Estados Unidos" necessitam de uma mudança de imagem e a empresa de Bill Gates é ainda uma das que despertam maior vontade de iniciar uma discussão. Por fim, o estudo indica ainda que a Apple é a empresa de maior capacidade para se reinventar e com a qual "é impossível" os consumidores aborrecerem-se.

Redação Sport Marketing

Azerbaijão com novo técnico

A federação de futebol do Azerbaijão anunciou a contratação do técnico alemão Berti Vogts, que comandou a seleção do país no título europeu de 1996 e nas Copas do Mundo de 1994 e 1998. O contrato inicial de Vogts é de dois anos,. Mas um porta-voz afirmou que a intenção é assinar um acordo mais longo, de seis anos, para que o treinador tente a classificação para os Mundiais de 2010 e 2014. O último trabalho de Vogts foi à frente da seleção da Nigéria. Mas, após uma campanha ruim na Copa Africana de Nações, marcada por desentendimentos com jogadores, ele deixou o comando da equipe africana. No Azerbaijão, ele assume o lugar do macedônio Gjoko Hadzievski, demitido no fim de 2007. O Azerbaijão está no Grupo 4 das Eliminatórias européias, ao lado de Alemanha, Rússia, Finlandês, País de Gales e Liechtenstein. O primeiro jogo será contra os gauleses, fora de casa, no dia 6 de setembro.

Redação Sport Marketing

Arena do Grêmio conta com TBZ e construtora OAS

R$ 1 bilhão. Este será o investimento necessário para a construção do complexo que abrigará o novo estádio do Grêmio. A arena gremista, que adotará o conceito multiuso, com lojas, bares, shopping center e outros empreendimentos, será erguida no bairro Humaitá, na zona norte de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Duas empresas estão na ponta desse empreendimento em forma de consórcio: a empresa portuguesa TBZ e pela construtora OAS. A empresa de Portugal é especializada em administração de estádios e opera, entre outros, o Santiago Bernabéu, do espanhol Real Madrid. A escolha pela proposta apresentada pela TBZ e OAS foi embasada nas vantagens financeiras oferecidas. A Odebrecht, que também pleiteava a construção do projeto, queria dividir as receitas do estádio em 50% para cada parte, com a Grêmio Empreendimentos - companhia criada especificamente para o projeto - participando da captação de financiamento. Pelo acordo firmado com o consórcio vencedor, durante 20 anos o clube do Rio Grande do Sul ficará com 65% da receita do estádio - incluindo bilheteria, bares, venda de camarotes e publicidade. Os 35% restantes serão repassados ao consórcio. O clube não terá participação, no entanto, na verba obtida com os demais empreendimentos do complexo, com exceção do estacionamento. O projeto prevê ainda shopping center, hotel, prédios de escritórios, centro de convenções e estacionamento com 5 mil vagas. Com os 65% que o clube terá direito, o faturamento da agremiação será 160% superior. A arena gremista terá capacidade para 50 mil pessoas. "O projeto agrega receitas ao clube", afirma o vice-presidente de Planejamento do Grêmio, Eduardo Antonini. Segundo Antonini, o Olímpico, atual estádio do Grêmio, gera hoje receita anual de R$ 14 milhões e será implodido assim que a construção do complexo com novo estádio estiver concluída. Outra vantagem para o Grêmio é que o clube não vai precisar desembolsar nenhum centavo para a construção do novo estádio. O financiamento será buscado pelo consórcio, que além da TBZ e da OAS conta com o banco também português Efisa, a Cia Província de Crédito Imobiliário e a Plarq Estudos de Arquitetura e Urbanismo Ltda. "O banco Efisa é quem dará as garantias (bancárias), e os sócios irão captar os recursos no mercado", diz Antonini em matéria publicada pela Gazeta Mercantil. O consórcio terá 90 dias para detalhar a proposta e apresentar um pré-contrato. A previsão é que as obras iniciem ano que vem e o estádio fique pronto em 2012. Com isso, ainda poderá sediar jogos da Copa do Mundo de 2014, embora este não seja o objetivo principal do Grêmio.

Redação Sport Marketing

HSBC patrocina o Hipismo internacional

O grupo bancário HSBC fechou patrocínio mudial com a Federação Equestre International. De acordo com o contrato, cujas bases financeiras não foram divulgadas, o HSBC será, com exclusividade, o parceiro dos serviços financeiros da FEI. O banco também assumirá o patrocínio da Copa do Mundo FEI que passará a ter o nome da instituição nos próximos três anos."O HSBC tem muito prazer em se tornar um parceiro da FEI e um patrocinador importante" - disse Giles Morgan, responsável pelo departamento de patrocínio do Grupo HSBC. "O hipismo é um esporte que provê oportunidades iguais para homens e mulheres e é reconhecido mundialmente. Nós esperamos que a sociedade dê certo e que particularmente ajude no desenvolvimento da Copa do Mundo HSBC".

Redação Sport Marketing

China imita Barcelona e proíbe o fumo

A primeira vez que na história dos Jogos Olímpicos o fumo foi abolido dos locais de competição foi em Barcelona 1992. A China, o país que contém o maior índice de fumantes do mundo (calcula-se 350 milhões de fumantes, 26% da população chinesa), também seguirá o exemplo catalão em grande escala. A maior parte dos locais públicos de Beijing terá que se adaptar para não fumantes a partir de 1º de maio, em uma decisão tomada como medida prévia aos Jogos Olímpicos, que acontecerão em agosto, informou o jornal 'China Daily'. As autoridades de Beijing, que adotaram sem grande sucesso as primeiras medidas antitabaco em 1996, anunciaram no início do ano que proibiriam o fumo em locais públicos, como restaurantes, escolas, hospitais, escritórios, bibliotecas ou museus. Segundo a nova legislação, os hotéis serão obrigados a ter pelo menos 70% dos quartos para não fumantes e os bares terão que delimitar de forma estrita as áreas liberadas ao fumo. As multas para os estabelecimentos caso a lei não seja respeitada podem chegar a 5.000 yuans (452 euros). Os Jogos Olímpicos foram declarados 'espaços sem tabaco' e, consequentemente, será proibido fumar nos locais com atletas e dirigentes.

Redação Sport Marketing

Site estatal chinês aponta culpados dos protestos de Lhasa

As revoltas de meados de março em Lhasa foram coordenada pelo presidente do Congresso da Juventude Tibetana no exílio, Tsewang Rinzin, encarregado de buscar financiamento para a "ofensiva" planejada este ano, aproveitando os Jogos Olímpicos de Beijing, afirmou o site oficial do Governo chinês. Um comunicado colocado no site, assinado pela agência oficial chinesa "Xinhua", afirmou que os distúrbios ocorridos em 14 de março em Lhasa foram preparados meses antes por um escritório provisório criado por cinco organizações tibetanas, que teria nomeado Tsewang como principal responsável. A Associação Mulheres Tibetanas, os Estudantes por um Tibet Livre, o Partido Democrático Nacional do Tibet e o Movimento Gu Chu Sum foram, junto com o Congresso da Juventude Tibetana, as organizações envolvidas na preparação dos distúrbios, segundo o comunicado. "No dia 13 de março, o Congresso da Juventude Tibetana, uma organização que defende abertamente a violência, decidiu criar guerrilhas para se infiltrar no Tibet e começar lutas armadas" em reunião em Dharamsala, residência no exílio do Dalai Lama, indicou o documento. O artigo não culpa diretamente o Dalai Lama, líder espiritual e político dos tibetanos, pelos distúrbios, só afirma que este "mudou sua estratégia". Segundo o comunicado, dois dias depois dos distúrbios de Lhasa, o Dalai Lama qualificou estes de "manifestações pacíficas", mas, dois dias depois, pediu os manifestantes para parar a violência. O documento é uma contra-ofensiva do Governo chinês ao que considera uma "distorção" dos fatos ocorridos em 14 de março em Lhasa por parte da imprensa ocidental, que a nota acusa de não ter sido exata em suas informações. Vale apenas lembrar que estas informações partiram de um site controlado pelo regime comunista chinês que manipula a imprensa e os veículos de comunicação. O presidente do Congresso da Juventude Tibetana no exílio, Tsewang Rinzin, qualificou de "completamente infundadas e falsas" as acusações das autoridades chinesas que o apontam como um dos responsáveis pelos distúrbios de 14 de março em Lhasa. Em declarações por telefone à Agência Efe, Rinzin disse que os protestos foram uma "iniciativa dos tibetanos do Tibete", e negou que tenham sido coordenados pelas organizações de tibetanos no exílio. Rinzin acrescentou que as manifestações contam com a "solidariedade" do movimento que lidera, mas negou qualquer envolvimento na coordenação ou no financiamento desses protestos. Trata-se, disse, de uma "tentativa" do Governo de Beijing de "culpar os outros" pelo que está acontecendo no Tibet. "Não é novo que tentem responsabilizar os outros"- disse Rinzin, que acrescentou que a China "não quer aceitar a realidade do sentimento tibetano". O líder do Congresso da Juventude Tibetana também disse que os protestos de tibetanos que estão acontecendo em outros pontos da China e em países como Nepal e Índia continuarão, "para expressar a oposição à ocupação do Tibet". Além disso, expressou desejo de que as potências ocidentais se envolvam na questão. "Esperamos que haja reações. A comunidade internacional tem responsabilidade moral com relação ao Tibet", disse. Fato comprovado é que a China investe de forma selvagem na colônia do Tibet. País independente, conquistado e sob o domínio maoista. Ao longo dos anos de ocupação, a China tem destruído impavidamente a identidade, a cultura, a religião do povo tibetano. As centenas de mosteiros existentes antes da ocupação, estão reduzidas a algumas dezenas. Entretanto, o povo tibetano levanta-se, pacificamente, contra o domínio chinês; como resposta a repressão e a violência armada. O chefe do Tibet, no exílio, o Dalai-Lama, é um dos acusados de provocar a revolta como tentativa de boicote dos Jogos Olímpicos! O pacifista, aquele que prega a independência do povo em favor de uma simples autonomia, que deseja ardentemente uma paz honrosa, torna-se o mau da fita. Curiosamente, os ataques da China ao Dalai-Lama coincidiram com a ameaça da Al-Qaeda de atacar o coração da Cristandade – Roma. Será só coincidência?

Redação Sport Marketing

UE não diz nem sim e nem não ao boicote

A União Européia produziu durante uma reunião na Eslovênia entre os chanceleres europeus, uma declaração na qual reiteram a "profunda preocupação sobre os acontecimentos" no Tibete e condenam "todo o tipo de violência, pedindo para que os detidos sejam tratados conforme as leis internacionais e que se respeite a liberdade de informação". A declaração conjunta, em matéria diplomática, entretanto não traz uma decisão a clara e objetiva a respeito de um boicote à cerimônia de abertura e aos Jogos Olímpicos de Beijing. Segundo Bernard Kouchener, "ninguém quis falar sobre o assunto". O chefe da diplomacia francesa, afirmou que as posições sobre o Tibet e sobre os problemas com a China não são as mesmas para todos e que "é preciso que a Europa tenha a coragem de assumir uma posição comum, porque isso será importante também para o Tibet". Na declaração conjunta, os chefes da diplomacia dos 27 países presentes apelaram ao fim da repressão no Tibet e pediram à China e ao Dalai Lama um diálogo substantivo e construtivo sobre a preservação da cultura, da língua e da religião tibetanas. Ou seja, falou-se muito, mas pouco, ou quase nada será feito. Os ativistas dos direitos humanos preferem atos às declarações. Têm-se registado alguns incidentes e teme-se o pior para a cerimônia da passagem da Chama quando a mesma chegar ao Tibet. Claro que ninguém gostaria de um boicote aos Jogos Olímpicos, o que prejudicaria os atletas de todo o mundo e,consequentemente, a história do Movimento Olímpico. Porém, a presença de chefes de nações à cerimônia de abertura seria um tapa com luva de pelica no país que se considera o símbolo máximo do despotismo no séc. XXI, uma forma da UE não "deixa passar" os fatos. Porém, sabe-se que atrás do mega eventoe existem grandes interesses econômicos e um medo latente da China enquanto uma nova potência capaz de desencadear uma guerra global e destruidora. Como os Jogos também são símbolo de esperança, tomara que os Jogos Olímpicos ícone clássico da harmonia e das tréguas entre os povos, chamem a China à razão e, por isso, é bom que não sejam boicotados. Segundo a imprensa estatal chinesa, o governo chinês está "absolutamente insatisfeito" com a discussão da questão tibetana pelos ministros da UE. Em posição divulgada por toda a imprensa chinesa, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China afirma a "profunda insatisfação" de Beijing com o fato dos ministros europeus terem debatido o assunto. "A questão do Tibet é um assunto interno da China. Nenhum país estrangeiro nem organização internacional têm o direito de interferir nela" - disse a porta-voz, Jiang Yu. "Esperamos firmemente que a UE e seus Estados-membros façam uma distinção clara entre o certo e o errado, condenem explicitamente os crimes violentos de agressões, motins, saques e incêndios e todos os desordeiros e evitem adotar dois pesos e duas medidas "- acrescentou a porta-voz. A imprensa chinesa, toda ela propriedade do Estado, não adianta, no entanto, detalhes sobre as razões de queixa dos tibetanos, cujas manifestações que começaram em 10 de março, em Lhasa, se tornaram violentas e se espalharam para outras províncias ocidentais chinesas de forte influência tibetana. A China diz ter provas - que nunca apresentou - de que o Dalai Lama foi o instigador dos protestos violentos, que se concentraram principalmente no dia 14. O líder espiritual tibetano no exílio nega a acusação e já condenou a violência. "A UE não deve avivar as feridas das vítimas inocentes dos distúrbios de 14 de março, nem enviar uma mensagem errada à comunidade internacional nem ao grupo do Dalai Lama, nem estimular os crimes violentos dos separatistas tibetanos", prosseguiu Jiang Yu. O Dalai Lama vem defendendo que não busca a independência do Tibete, mas sim uma "autonomia significativa" para a região. Segundo a China, as manifestações dos tibetanos causaram a morte de 18 civis e de dois policiais. O governo tibetano no exílio nega estes números e afirma que, para acabar com os protestos, a China matou cerca de 140 pessoas e feriu outras mil.

Redação Sport Marketing

Liu Xiang disse que não ia, mas foi

O atleta chinês Liu Xiang, recordista mundial de 110 metros com barreiras e campeão olímpico medalha de ouro em Atenas 2004, que havia se recusado a conduzir a Tocha no dia da cerimônia de abertura dos Jogos, declarando que tinha muito mais com o que se preocupar, voltou atrás na decisão. O BOCOG alterou a data do Revezamento de Liu e o atleta não teve como negar. Liu tomou a Tocha Olímpica das mãos do presidente da China, Hu Jintao, que deu início oficial ao percurso da Tocha dos Jogos Olímpicos de Beijing. As celebrações ocorreram na praça da Paz Celestial, frente ao mausoléu de Mao-Tsé Tung, fundador da China comunista e de mais de 1500 convidados, em meio a balés, acrobacias e uma forte segurança."A Chama sagrada é o símbolo do espírito olímpico. Representa esperanças, sonhos, luzes, alegria, amizade e paz" - disse Liu Qi, presidente do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos, às autoridades, bailarinos, estudantes e trabalhadores reunidos na praça com bandeiras vermelhas. A primeira parada do percurso internacional de 130 dias, 137 mil quilômetros em 19 países será no Cazaquistão.

Redação Sport Marketing

Tiger Woods em novo comercial da Nike

O ícone do gofe mundial Tiger Woods será estrela do novo comercial da Nike. Tiger, que recentemente lançou um isotônico da Gatorade com a marca dele (foto), terá como parceiros no novo filme da fabricnate americana de materiais esportivos, o fenômeno do boxe filipino Manny Pacquiao e o astro da NBA Kobe Bryant. A linha de golfe da Nike está lançando no mecado americano uma nova coleção com a marca Tiger Woods. A nova Coleção de Platina de Tiger Woods (TW) estará disponíveis nas lojas do Reino Unido em abril. A coleção TW é tecnicamente avançada. "O Tiger disse que queria algo que representasse um novo nível de sofisticação" -disse Doug Reed, diretor global da linha de golfe Nike. "Então nós trabalhamos junto com Tiger na criação de uma linha competitiva e progressiva de roupa que representasse o que Tiger é hoje. Nós estamos evoluindo como Tiger evolui. É realmente um processo surpreendente e inspirador." A nova coleção Platina TW não tem costura e foi projetada com uma tecnologia que reduz peso da roupa, a NikeFIT, sem comprometer o estilo luxuoso das peças. A Nike acompanha os passos de Tiger Woods desde 1996.

Redação Sport Marketing

30 de mar. de 2008

Chama chega na China

A Chama Olímpica chegou na China em meio a grandes medidas de segurança. O avião fretado da Air China, patrocinadora dos Jogos, que conduzirá a Chama por todo o mundo aterrizou no aeroporto de Beijing, especialmente construído pelo BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Beijing - e foi recebida por Zhou Yong Kan, membro do Partido Comunista chinês encarregado dos assuntos legislativos. Liu Qi, presidente do BOCOG, que tinha recebido o fogo olímpico em Atenas, desceu as escadas do avião transportando lamparina com a chama, que foi transportada para a Praça de Praça da Paz Celestial, onde às 11h (local) realizou-se a grande cerimônia de boas-vindas. As medidas de segurança na Praça da Paz foram tão rígidas que não permitiram que a população se aproximasse do fogo sagrado. Depois da cerimônia do acendimento da pira na Praça, o fogo olímpico foi dividido em duas partes. Uma parte partiu para Lhasa, capital do Tibet, onde esperará que as condições meteorológicas permitam levar a Tocha ao Everest, e a outra viajará de avião para Almaty (Cazaquistão) onde começará o trajeto mundial da Tocha de 137 mil quilômetros por 19 países antes de retornar de novo a Beijing para a inauguração dos Jogos. A CCTV (China Central Television) transmitiu a chegada do avião fretado da Air China que trouxe a chama olímpica da Grécia para Beijing com um ícone no canto superior direito do ecrã indicando aos telespectadores que a emissão era ao vivo. Mas, na verdade havia um delay, um atraso de aproximadamente um minuto na transmissão. No dia 24, a CCTV cortou as imagens da cerimônia do acendimento da Chama em Olympia, na Grécia, para não exibir na China o momento em que manifestantes passaram pela segurança do local interrompendo o discurso do presidente do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos - Liu Qi. A CCTV utilizou imagens de arquivo do local da cerimônia em Olympia para substituir o momento em que três ativistas da organização "Repórteres sem Fronteiras" desenrolaram uma faixa negra de protesto contra a realização dos Jogos Olímpicos na China. Os tumultos tibetanos, a questão dos Direitos Humanos na China e a censura à liberdade de imprensa são alguns dos assuntos que ameaçam perturbar o percurso da Chama Olímpica.

Redação Sport Marketing

Homenagem mais que perfeita

Armando Nogueira, foi homenageado com um Espaço, na Tribuna de Imprensa do Maracanã, que recebeu o nome dele. O local presta uma homenagem ao jornalista esportivo e a diversos outros profissionais que marcaram as transmissões de jogos no estádio. Na entrada do Espaço Armando Nogueira está grafado um poema do jornalista, com o sugestivo título de “Maracanã”. Há também fotos de diversos locutores e repórteres que fazem e fizeram história. Armando Nogueira esteve presente na homenagem não escondeu a emoção e contou histórias do início na profissão.

Redação Sport Marketing

Coluna Olímpica 5: Chama Olímpica uma histórica trajetória de marketing

O Revezamento de Tocha dos Jogos Olímpicos possui uma imagem poderosa e é um do mais emocionantes programas olímpicos. Tanto, que foi desenvolvido pelo COI - Comitê Olímpico Internacional - um programa de marketing específico para o Revezamento da Tocha do qual, nesta edição dos Jogos fazem parte, Coca-Cola, Samsung e Lenovo. A primeira vez que a Chama olímpica fez parte dos Jogos Olímpicos foi nos Jogos de 1928, quando o fogo sagrado ficou aceso na torre projetada por Jan Wils no Estádio Olímpico de Amsterdam. Nestes Jogos, porém, o Revezamento da Tocha ainda não era praticado. Oito anos depois, em Berlim, pela primeira vez, o fogo olímpico iniciado pelos raios do sol de Olympia na Grécia foi levado até a cidade sede dos Jogos. A sugestão foi do presidente do Comitê Organizador alemão, Carl Diem. Foi instituído então o Revezamento de Tocha. Três mil e setenta e cinco condutores levaram a “chama sagrada” de Olympia até a capital alemã, atravessando a Grécia, Bulgária, Iugoslávia, Hungria, Áustria, Checoslováquia e a própria Alemanha. O livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros destaca que na primeira edição do Revezamento, o fogo sagrado contou com apoio de algumas empresas. A empresa grega de produtos ópticos – Zeiss - foi convidada pelo Comitê Olímpico grego a fornecer um espelho reflexivo dos raios solares responsáveis para o acendimento da chama. A Daimler Benz foi responsável pelo transporte dos condutores da Tocha aos pontos de partida e a Krupp Steel criou a Tocha e o sistema de manutenção da chama. A empresa fabricou 3.840 tochas para o Revezamento. Depois de Berlim, não se têm notícia da participação de empresas no Revezamento até os Jogos de 1984. O Comitê Organizador dos Jogos de Los Angeles tentou inovar. Criaou um Revezamento no qual o trajeto da Tocha Olímpica, 19 mil quilômetros através de cinqüenta estados americanos, foi dividido em 10 mil trechos que foram vendidos a por US$3.000 dólares. O comprador levava para casa uma réplica da Tocha com o nome gravado na base. A idéia não contou com a aprovação do Comitê Olímpico Grego, que ameaçou não entregar a Chama Olímpica. Nenhum Revezamento aconteceu em território grego em virtude disso. O fogo olímpico foi aceso em Olympia, a chama foi conduzida até Atenas onde embarcou em um avião para Nova Iorque. O lucro foi revertido para a Associação Cristã de Moços e entidades juvenis esportivas americanas. Foi a maior contribuição até então na história dos esportes juvenis. No dia 8 de maio teve início a segunda parte terrestre da viagem atravessando 50 Estados norte-americanos. Pela primeira vez, foi estipulado um projeto de marketing especial para o Revezamento da Tocha. Nos trajetos mais difíceis, a AT&T, que organizou e patrocinou parte do evento, deslocou uma equipe de 150 experientes corredores entre empregados. A empressa foi responsável também pela assistência médica e segurança dos condutores da Tocha. Depois de 84 dias, 10 mil cidadãos americanos provaram a experiência de conduzir a Chama Olímpica chegou em Los Angeles para o início dos Jogos. Os americanos ganharam US$ 11 milhões de dólares como resultado deste patrocínio. A presença de dois personagens especiais conduzindo a tocha olímpica: Gina Hemphill, neta de Jesse Owens e Bil Thorpe Jr neto de Jim Thorpe também foi uma ótima jogada de marketing. Quando Gina entrou no Ginásio foi rodeada por atletas. Sumiu na multidão, mas, de repente, ela surgiu, entregou a tocha para Rafer Johnson, ouro no decatlo em 1960. Enquanto a chama olímpica ardia na pira do Coliseum, uma orquestra tocava “Ode to Joy” de Beethoven, levando os atletas ao delírio. Os Jogos Olímpicos de Barcelona marcaram o primeiro envolvimento da Coca-Cola com o programa de Revezamento da Tocha, por meio de um programa internacional de condutores patrocinado pela empresa. Em dias determinados do Revezamento de 92, os condutores internacionais da Tocha convidados pela Coca-Cola uniram-se aos condutores da Tocha na Espanha carregando cada um cerca de 400 metros. Esta distância passou a ser padrão para cada participante do Revezamento. Na Espanha, a Coca-Cola selecionou cerca de 155 condutores em mais de 50 países e mais 100 condutores espanhóis que participaram do programa internacional da empresa de bebidas. A escolha é feita por meio de vários programas nacionais de seleção como eventos atléticos comunitários, indicações de pessoas merecedoras de honra e promoção local. Em Atlanta 1996, com o apoio da Coca-Cola, o Revezamento da Tocha Olímpica iniciou a jornada de quase 15 mil milhas, com mais de 12.467 condutores carregando a chama por 42 estados norte-americanos durante 84 dias. A Coca-Cola criou o programa “herói da comunidade”, desenvolvido em conjunto com o Comitê Organizador dos Jogos Centenários humanizando ainda mais a condução da Tocha na proporção em que as histórias produzidas foram emocionantes e inesquecíveis. A cerimônia da Tocha Olímpica dos Jogos de 1996 foi presenciada pela primeira dama dos Estados Unidos, Hillary Clinton e pelo presidente dos Estados Unidos Bill Clinton. O Revezamento da Tocha durou 170 dias. O último condutor foi a lenda do boxe, Muhammad Ali. O Revezamento da Tocha Olímpica de Sidney foi organizado pelo SOCOG - Sydney Organising Committee for the Olympic Games - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Sidney 2000 e patrocinado pela AMPERE Companhia de Seguros - um dos principais patrocinadores locais dos Jogos. O Revezamento começou na Grécia em 12 de maio 2000 e viajou por 12 países da Oceania antes de chegar na Austrália em Uluru no dia 8 de junho 2000. A Tocha passou pelas mãos de 85% da população australiana, viajou mais de 27.000 kms e foi carregada por 10.000 condutores inclusive sob a Grande Barreiras de Corais, na primeira expedição aquática da Tocha. A Chama Olímpica viajou por várias cidades gregas durante dez dias. A coberta uma distância de 27.000 kms, a Chama alcançou o distrito sagrado dos aborígines de Uluru na Austrália. O percurso durou um total de 127 dias. O último condutor que acendeu a pira foi Cathy Freeman, a aborígine Cathy, que ganharia a medalha de ouro nos 400 metros dias depois. A Tocha dos Jogos de 2004 em Atenas teve o desenho inspirado em uma folha de oliva, pesava 700 gramas e tinha 68 centímetros de altura. Caracterizada por curvas sutis em madeira e metal, traduzia “a imagem do livre movimento da chama a que dá origem”, assim explicou o criador da peça, o designer industrial grego Andréas Vorotsos. Em 2004, pela primeira vez na história dos Jogos, a Tocha olímpica percorreria todos os continentes, inclusive a América do Sul. A cidade do Rio de Janeiro, palco dos Jogos Pan-Americanos de 2007, foi escolhida pelo ATHOC - Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Atenas para representar o continente sul-americano no maior evento que antecede a disputa dos Jogos Olímpicos. A Tocha, pela primeira vez, visitou todas as cidades que já foram sede dos Jogos Olímpicos, passou pela primeira vez na África (Cairo, Egito, Cidade do Cabo, África do Sul), na América do Sul (Brasil – Rio de Janeiro) e em Beijing, então, futura sede dos Jogos de 2008. Viajou mais de 1.500 quilômetros conduzida por 12.000 condutores e mais de 78 mil quilômetros de avião. Foi em média cerca de 48 quilômetros por dia de trem, navio, bicicleta, camelo, cadeira de rodas e outros meios de transporte. Esta foi a maior operação de logística mundial em ações de paz. Samsung e Coca-Cola foram os patrocinadores exclusivos do Revezamento. Um anos depois, a China começou a se preparar para o Revezamento, quando o BOCOG começou a solicitar propostas de projetos para a Tocha - uma de várias campanhas com intenção de excitar a participação pública no evento. Uma rota ambiciosa para o Revezamento foi esboçada pelo BOCOG, passando pela região do Himalaia, no Tibet e Taiwan. O prêmio ao melhor desing foi de US$6.000 e as sugestões de projetos foram aceitas até 2 de fevereiro de 2006. Começando em Olympia, 605 condutores gregos percorreram a distância de 1528km na Grécia por sete dias. O Revezamento passou por 16 regiões e 43 cidades, além de quatro comunidades, com 29 eventos de celebração ao longo a rota. Em 30 de março, a Tocha Olímpica foi finalmente entregue a Liu Qi, membro do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos de Beijing, durante cerimônia realizada no Estádio Panatinakos de Atenas. Um forte esquema de segurança da polícia grega evitou que ativistas pró-independência do Tibete impedissem a entrega da Tocha. Os ativistas mantinham frases como "Liberdade para o Tibet" escritas no corpo e em cartazes. Todos foram arrastados por policiais até um ônibus, onde permaneceram até o fim da cerimônia. A intenção foi impedir que a Tocha, levada pela grega Hrysopiyi Devetzi, medalha de prata no salto triplo nos Jogos de Atenas, em 2004, chegasse ao Estádio. Depois de entregue ao representante do BOCOG, a Chama foi para Beijing de onde a Tocha Olímpica partirá para uma visita em 20 países ao redor do mundo, incluindo Reino Unido, França, Estados Unidos, Austrália, Índia e Japão antes de voltar definitivamente para a China. A Tocha Olímpica visitará 113 cidades e regiões da China, incluindo o Tocha do Monte Everest. A chegada em Beijing será em 8 de agosto de 2008, para a cerimônia inaugural dos Jogos Olímpicos. O logo do Revezamento da Tocha Olímpica de 2008 é basicamente inspirado no tradicional conceito da “fênix” e apresenta a imagem de dois corredores segurando e mantendo a Chama Olímpica. Segundo uma antiga lenda chinesa, a fênix é a rainha de todos os pássaros e simboliza a fortuna, a eternidade, a nobreza e a felicidade. O uso da imagem da fênix no logo do Revezamento da Tocha expressa a idéia de que o Revezamento da Tocha envia os melhores desejos dos Jogos Olímpicos de Beijing para todas as pessoas na China e no mundo inteiro. A Tocha foi idealizada pela Lenovo patrocinadora TOP do programa de marketing do COI. Em 26 de abril de 2007, o Comitê Organizador dos XXIX Jogos Olímpicos na presença do Comitê Olímpico Internacional, revelou a Tocha Olímpica projetada pela Lenovo e anunciou a participação da empresa chinesa como Parceira Mundial do Revezamento da Tocha Olímpica. Os demais Parceiros Mundiais do Revezamento da Tocha Olímpica de 2008 são a Coca-Cola e Samsung. Como patrocinadores master estas três empresas possuem uma série de direitos e benefícios de marketing relacionados ao Revezamento da Tocha. A Tocha de Beijing tem 72 centímetros de altura, pesa 985 gramas, é feita de alumínio e tem uma superfície curva, com gravuras chinesas que remetem aos antigos papiros chineses. Uma Tocha pode normalmente continuar queimando por aproximadamente 15 minutos em condições onde a chama é 25 a 30 centímetros de altura em um ambiente sem vento. A Tocha foi produzida para resistir a ventos de até 65 quilômetros por hora e ficar sob chuva de até 50mm por uma hora. A Chama pode ser identificada e fotografada sob os raios de sol e áreas de brilho de extremo. O combustível é propano, conforme diretrizes ambientais. É composto de carbono e hidrogênio. Nenhum material, exceto gás carbônico e água permanecem depois das chamas, eliminando qualquer risco de poluição. Sua técnica e adaptabilidade em chamas estável para o ambiente alcançaram um nível técnico novo. Pode ficar desce em condições de tempo severo como vento forte, chova, neve, granizo, etc. O material da Tocha é reciclável. A Tocha também carrega as mensagens de Jogos Verdes e Jogos de alta tecnologia. A forma do rolo de papiro e o gráfico de nuvens expressam a idéia de harmonia. Sob o conceito de Jogos Verdes, a proteção ambiental era um elemento chave. " Estar associada com os Jogos de Beijing tem realçado a condição da Lenovo ao redor mundo, especialmente em países e regiões fora da China" - disse Yang Yuanqing, presidente do Grupo Lenovo, a quarta maior fabricante de computadores do mundo e a primeira empresa patrocinadora olímpica chinesa do programa TOP de marketing do COI – Comitê Olímpico Internacional. "Ao participar do Revezamento da Tocha Olímpica alavancamos a nossa estratégia de marketing mundialmente e melhoramos a imagem da marca" – afirmou Lan Li, o vice-presidente Lenovo. "Nós também estamos muito orgulhosos pelo fato de sermos o único patrocinador chinês do Revezamento" - acrescentou. Como patrocinadora do Revezamento, a Lenovo adquiriu o direito de indicar mais de 1.500 condutores da Tocha no mundo, entre os quais mais de 200 foram pessoas escolhidas em promoção realizadas pela empresa. "Nós escolhemos os condutores que fossem exemplos do sucesso do espírito Olímpico, pessoas que também fizeram contribuições valiosas na construção de uma sociedade harmoniosa" - explicou Li. A Lenovo assinou com o Comitê Olímpico Internacional em março de 2004 para se tornar patrocinadora olímpica mundial. Foi a primeira companhia chinesa a juntar-se ao programa de marketing olímpico, porém, já anunciou que não irá renovar contrato para o próximo quadriênio. "Nós ganhamos muito ao patrocinar os Jogos Olímpicos, expandindo a imagem da nossa marca globalmente" – finalizou Li, que também será um dos condutores da Tocha. Nos Jogos de Beijing, a Lenovo, em colaboração com a Atos Origin, patrocinadora TOP na categoria tecnologia de informação, proverá computadores e engenheiros para ajudar a distribuir em tempo real dados e resultados dos mais de 300 eventos para a mídia e para o público em todo o planeta. Com a China emergindo como um poder econômico global, muitas empresas internacionais se interessaram em associar as marcas aos Jogos Olímpicos de Beijing. Uma delas foi a UPS - empresa americana de logística. Patrocinadora de duas edições dos Jogos de Verão, Atlanta 1996 e de Sidney 2000, e de uma edição dos Jogos de Inverno, Nagano 1998, a UPS voltou ao Movimento Olímpico depois de um hiato de oito anos. "A China é um mercado muito importante para UPS. Nós estamos esperando ansiosamente em desenvolvimento ele por nosso patrocínio dos Jogos de Beijing" - disse Perry Chao, vice-presidente da UPS na China. "As companhias percebem o valor de aliar a marca aos Jogos Olímpicos e o poder do evento como plataforma de marketing. Tudo isso somado ao enorme mercado da China, a marca olímpica fica ainda muito mais rica"- ressaltou Yuan Bin, diretor de marketing do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos de Beijing. A energia do mercado chinês atraiu mais patrocinadores e proporcionou ao marketing olímpico um novo olhar e dados nunca antes visto em um país comunista anfitrião dos Jogos. Em decorrência dos altos números de usuários de Internet e de telefone celular, a Sohu.com, por exemplo, foi escolhida como primeiro patrocinador de conteúdo de Internet oficial da história Olímpica. "Muitos patrocinadores olímpicos estão recebendo as recompensas do seu envolvimento até mesmo antes dos Jogos começarem. Os Jogos Olímpicos de Beijing têm mais de 60 patrocinadores, dos quais, 12 são TOPs (Lenovo, Coca-Cola, Mcdonald´s, GE, Johnson&Johnson, Kodak, Atos Origin, Samsung, Panasonic, Manulife, Visa, Omega), 11 são parceiros (Bank of China, CNC, Sinopec, CNPC, China Mobile, WV, Adidas, Air China, Picc, State Grid, Johnson&Johnson), 10 são patrocinadores (UPS, Haier, Budweiser, Sohu.com, Tsingtao, Yanjing Beer, BHP Billiton, Yili, Heng Yuan Xiang, Uni-President), 15 são fornecedores exclusivos ( Greatwall, Kerry Oils &Grains, Gehua Ticketmaster, Mengna, Beifa, Vantage, Yadu, Snickers, Qinxihe, Synear, technoGym, Royal, Staples, Aggreco, Schenker) e 16 são fornecedores (Mondo, Newauto, Kokuyo, Microsoft (China), Unipack, Capinfo, Dayun, PreicewaterhouseCoopers, Liby, Aokang, Yuanpei Translation, Crystal CG, Aifly, EF, Sunglo, Taishan). A GE, outra empresa patrocinadora TOP, disse ter revisado as noções de marketing como resultado do patrocínio dos Jogos de Beijing. "A experiência que tiramos do nosso envolvimento com os Jogos de Beijing acrescentou nossa habilidade de prover soluções almejadas pelos clientes" - disse Jim Fisher, responsável operações Olímpicas do GE na China. No livro Ouro Olímpico - a história do marketing dos aros, o leitor pode constatar em detalhes a importância do Revezamento da Tocha para os parceiros olímpicos que têm oportunidade de associar as marcas à forte imagem da Tocha e mostrar o compromisso das empresas junto às comunidades locais ao longo a rota de Revezamento, além das chances de mostrar produtos, serviços e tecnologia no mundo todo.

Deborah Ribeiro - diretora Sport Marketing

Lothar Matthaus pensa em Israel

O alemão Lothar Matthaus anunciou que está em negociações para assumir o comando técnico do Maccabi Netanya, clube da I Divisão israelita. “Estamos em negociações, mas ainda nada ficou decidido. Vamou encontrar co os representantes do time em abril e não vou deixar as coisas pela metade. Posso muito bem me imaginar em Israel”- disse Matthaus, 47 anos, citado na edição de hoje do jornal alemão “Bild”. O Bola de Ouro de 1990, que se encontra em formação na Alemanha para obter o diploma de treinador, considerou ainda que o “Netanya é um clube muito ambicioso”. O Maccabi Netanya, cujo proprietário é o alemão Daniel Jammer, encontra-se atualmente no segundo lugar do campeonato israelita. O grande momento do time foi nos anos 70, quando conquistou cinco títulos. Matthaus se aposentou da carreira de jogador em 2001 e passou a assumir as funções de treinador, no Rapid Viena, em 2002/03 no Partizan Belgrado e durante algumas semanas no Atlético Paranaense. O antigo jogador treinou ainda a seleção da Hungria (2004/05 - foto), antes de ser adjunto de Giovanni Trapattoni no Salsburgo, depois do técnico italiano deixar o Benfica, onde se sagrou campeão nacional. Recentemente, Matthaus disse estar em contato com o Bayern Munique para suceder a Ottmar Hitzfeld no final da temporada, uma informação desmentida pelos responsáveis do clube bávaro, que optaram por Juergen Klinsmann.

Redação Sport Marketing

Chama Olímpica em mãos chinesas

A Tocha Olímpica foi finalmente entregue a Liu Qi, membro do BOCOG - Comitê Organizador dos Jogos de Beijing, durante cerimônia realizada no Estádio Panatinakos de Atenas. Pouco antes, cerca de dez pessoas tentaram exibir uma bandeira na entrada do Estádio, sem sucesso. O grupo de manifestantes foi imediatamente detido pela polícia enquanto gritavam "Libertem o Tibet". Mais de dois mil policiais participaram da operação na capital grega, em um esquema de segurança comparável ao utilizado durante os Jogos de Atenas, em 2004. Milhares de pessoas assistiram ao ato de entrega da Tocha no local no Estádio Panathinaiko (Panatenáico), também chamado Kallimarmaron (em grego: beleza em mármore). É um estádio de atletismo situado em Atenas, construído inteiramente em mármore branco do Monte Pentélico. Foi construído em 1885 para a realização dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna em Atenas 1896, sobre os planos dos arquitetos Anastasios Metaxas e Ernst Ziller e financiado por George Averoff. Na época da construção, as medidas dos estádios de atletismo ainda não eram definidas e, por isso, o Panathinaiko teve um modelo diferente dos estádios atuais, com a pista em forma de U, aos moldes do estádio olímpico de Olympia e com capacidade para 80.000 espectadores. O Estádio está localizado no centro de Atenas, a leste dos Jardins Nacionais e da Mansão Zappeion, a oeste do distrito residencial Pankrati e junto à colina de Ardettos. Situa-se no local exato onde se encontrava o estádio da Atenas antiga, onde celebraram-se as competições atléticas dos antigos Jogos Panatenáicos. Em 2004, os Jogos Olímpicos voltaram a ser sediados na cidade de Atenas e o Estádio Panathinaiko hospedou as competições de tiro com arco e a chegada da maratona masculina e feminina.

Redação Sport Marketing

Samaranch não está nem aí para políticos

"Se alguns políticos não querem ir à cerimônia não fazem nenhuma falta. Os que fazem falta são os atletas", declarou Samaranch em entrevista ao jornal espanhol ABC. Juan Antônio Samaranch, 87 anos, que presidiu ao COI - Comitê Olímpico Internacional entre 1980 e 2001, afirmou que, pessoalmente tem "uma relação muito intensa com a China", país que conhece há 30 anos e que "conheceu uma mudança impressionante" nesses anos. O antigo presidente do COI assinala que os que pedem o boicote aos Jogos de Beijing devido à situação no Tibet deveriam lembrar-se que a China se demarcou do boicote aos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Samaranch afirma que "vale a pena recordar agora" que a entrada da equipe da China no estádio Olímpico de Los Angeles foi recebida com "uma das maiores ovações" que ouviu na vida. Alguns responsáveis políticos têm admitido um boicote aos Jogos Olímpicos de Beijing, nomeadamente através da recusa de participação na cerimônia de abertura, em protesto contra os incidentes que se registaram no Tibet e a repressão das autoridades chinesas. A União Européia decidiu apelar simplesmente para um "diálogo construtivo" entre as autoridades chinesas e o Dalai-Lama, Tenzin Gyatso, líder espiritual tibetano, não se pronunciando em relação a um eventual boicote, que tem sido rejeitado pela maioria dos responsáveis políticos mundiais e recusado pela maioria dos dirigentes esportivos olímpicos.

Redação Sport Marketing

29 de mar. de 2008

Chama Olímpica dorme na Acrópole e tira o sono de jornalistas

A Tocha dos Jogos Olímpicos de 2008 chegou à Acrópole, em Atenas após percorrer 1.528 quilômetros desde a Antiga Olympia (sudoeste da Grécia). O Comitê Olímpico Helênico (COH) proibiu que meios de comunicação acompanhassem a chegada do fogo olímpico à Acrópole. A medida foi uma espécie de segurança antiprotesto pois, acreditavam os gregos, sem imagens ao vivo da cerimônia, a invasão de manifestantes acaba inócua. Aproximadamente, 2.000 policiais foram destacados para blindar o entorno do sítio histórico de Atenas. O COH disse que imagens "oficiais" da festa seriam distribuídas posteriormente. A decisão provocou protestos da Associação de Imprensa Estrangeira na Grécia e também da União Grega de Fotógrafos, que prometeram uma manifestação conjunta contra o que consideraram "censura prévia" do governo grego. Na sexta-feira, durante o Revezamento da Tocha em Larissa, 300 km de Atenas, outra ONG denunciou que dez integrantes foram interceptados e mantidos a 70 km de distância. O desrespeito aos direitos humanos na China e a violenta repressão a protestos de monges no Tibet são a principal motivação das manifestações de organizações independentes contra a realização dos Jogos em Beijing. A Chama Olímpica passou a noite na Acrópole vigiada pela polícia. Domingo, ela foi entregue à delegação chinesa em uma cerimônia no estádio Panathinaiko, local da primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna em 1896. A Chama Olímpica chegou no dia 31 de março em Beijing para depois passar por 19 cidades do mundo, retornando em 8 de agosto ao Estádio Nacional para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. Na capital grega, o Revezamento teve o reforço de 2.000 policiais para a garantir a segurança, enquanto manifestantes de um grupo dinamarquês protestavam em frente ao Comitê Olímpico Grego. Os policiais apenas fizeram a vigilância e o protesto foi pacífico. Depois de Beijing a Tocha segue de avião para Almaty (Cazaquistão), no dia 2 de abril, dando sequência ao Revezamento pelo mundo.

Redação Sport Marketing

Segurança redobrada no Revezamento da Tocha na Grécia

A segurança do Revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos de Beijing foi reforçada na Grécia, com a polícia local alterando repetidas vezes o itinerário até a Acrópole, em Atenas, por temer protestos durante a passagem. "A rota do revezamento até Acrópole já foi mudado três vezes hoje", afirmou à Reuters, sob a condição de anonimato, um oficial próximo à organização do Revezamento. "Nós mesmos não sabemos qual horário exato que a Tocha chegará à Acrópole." Tibetanos exilados e ativistas dos direitos humanos afirmaram que vão protestar em Atenas até a Tocha ser entregue oficialmente aos organizadores dos Jogos de Beijing. A Tocha, então, chegará à China no dia 31 de março para dar início ao revezamento local e internacional. Mais de mil policiais estarão de guarda durante a cerimônia de entrega da tocha, que será realizada no Estádio Panathenian, local dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896.

Redação Sport Marketing

Marta Suplicy arregaça as mangas e cuida da Copa

A ministra do turismo Marta Suplicy arregaça as mangas e começa a cuidar da Copa. Os prefeitos das 18 capitais brasileiras que desejam sediar a Copa do Mundo de 2014 vão receber um diagnóstico que mostra em quais requisitos as cidades estão aptas para o evento e no que precisam melhorar para que possam receber turistas. Os governadores também vão receber o estudo, segundo informou a ministra do Turismo, Marta Suplicy, em entrevista, por telefone, de Xangai, na China, à Agência Brasil. Segundo a ministra, a cidade poderá, então, começar seu planejamento, tanto hoteleiro quanto de qualificação das pessoas. "Não é função do ministério construir hotel, mas é função dele dizer que tal cidade, se for escolhida como sede, comporta seis hotéis cinco estrelas, mas dois deles não terão sustentabilidade após o término da Copa. Então, dois terão que ser construídos já como apartamentos”, explicou. Apenas dez das 18 cidades candidatas a sediar jogos da Copa serão escolhidas. Situações como essa permitirão que o ministério do Turismo se organize quando procurar investidores estrangeiros, disse Marta. “Quando a gente for vender lá fora, e isso o ministério tem que organizar, for procurar os investidores para esses hotéis, já tem que levar o diagnóstico do que cada cidade precisa e comporta.” De acordo com a ministra, o modelo de estruturação do setor hoteleiro no Brasil pode ser inspirado no que a China construiu para equipar as cidades para as Olimpíadas de Pequim, neste ano. “Podemos fazer como os chineses fizeram aqui: a captação foi com investidores estrangeiros, em parceria com empresários chineses. Isso tudo temos que ver com outros ministérios como vai ser feito. Planejar é a palavra-chave”, afirmou. A ministra disse que os chineses fazem a licitação da arquitetura, os recursos são privados e estrangeiros – em algumas partes o governo entra também, mas varia de construção para construção. "Os grandes prédios de competição ficam em seis universidades e vão ser absorvidos por elas", acrescentou.

Redação Sport Marketing

Urussanga ganha mais dois locais para a prática de esportes

Em Urussanga, 631 alunos serão beneficiados com os dois locais para prática de esportes. A construção do ginásio na escola Lydio de Brida significa a realização de um sonho. "Antes tínhamos que realizar as aulas debaixo de sol forte e, em dias de chuva, não tínhamos como ir para a rua. Os alunos viviam me perguntando quando seria construído o ginásio e hoje isso é realidade", diz a diretora adjunta Adriana Tibes da Silva. Na escola Rosalino Damiani, o complexo esportivo começou a se tornar realidade no ano passado, quando dois terrenos foram adquiridos pela administração municipal. "A nossa escola está construída em um terreno urbano, então não tínhamos um espaço adequado", explica a diretora Raquel Romagna Quarezemin. O local contará com um campo de futebol de areia todo cercado com rede e alambrado. "Essa área esportiva é muito importante, já que a comunidade do Bel Recanto não possuía um local para a prática de esportes", comenta Raquel.

Redação Sport Marketing

Boavista, Benfica e Porto na lista negra do fisco

A lista negra do fisco português tem 1.200 novos nomes, alguns deles ligados ao futebol. A maior parte dos clubes de futebol da I Liga devem para o fisco. Muitos estão pagando, outros travaram os processos de execução fiscal prestando garantias e alguns ainda não escaparam de ver o nome na lista dos maiores devedores. Dos três grandes times portugueses, apenas o Sporting está tranquilo com as finanças. Depois de ter resolvido 22 processos de execução fiscal, o clube pagou voluntariamente as dívidas e não tem qualquer débito ativo. Essa não é a mesma situação de clubes do Boavista (5 milhões de euros), Salgueiro (5 milhões de euros), União de Leria (850 mil euros), Belenenses (4 milhões de euros), Farense, Futebol Clube de Famalicão, Vilanovense, Clube Atlético de Queluz, União de Coimbra, Seixal, Abrantes, Beja, Pombal, Lisboa, Benfica e Porto. Quanto ao Benfica, há três processos de execução fiscal ativos que totalizam cerca de 1,5 milhões de euros. Os processos encontram-se suspensos e o Clube da Luz prestou garantia. Entre os novos nomes que foram divulgados no portal do fisco português, há um que se destaca, por ser conhecido do público: Vítor Manuel Soares dos Santos, mais conhecido como "Bibi", um empresário da construção ligado ao Benfica. Este foi o empresário que, há alguns anos, afirmou publicamente declarar apenas o salário mínimo, apesar dos sinais de riqueza que ostentava. A dívida, embora sem valor exato especificado, é superior a um milhão de euros. O Futebol Clube do Porto tem três execuções fiscais ativas num valor superior a 4,1 milhões de euros. Também neste caso, as execuções encontram-se suspensas.

Redação Sport Marketing

28 de mar. de 2008

Vem aí a Quarta Divisão do Campeonato Brasileiro

O presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Francisco Noveletto, confirmou a novidade do Brasileirão em 2009. Em entrevista, Francisco revelou ter antecipado a notícia da Série D por ter pensado se tratar de uma notícia velha, e que inclusive já teria pedido desculpas a Virgílio Elísio, diretor de competições da CBF. Segundo Francisco Noveletto, a Quarta Divisão terá os moldes da atual Terceirona: 64 times, classificados de acordo com os Estaduais. Para ele, será uma boa medida para valorizar a Série C, que passará a ter 20 clubes em 2009. Sem subsídios não há como disputar uma competição com muitos clubes e viagens longas. "Foi uma atitude inteligente da CBF" – disse o presidente da FGF. A Série C 2009 será composta pelos quatro rebaixados da Segundona e pelos 16 melhores classificados da própria Terceirona deste ano, fora os quatro que sobem para a Segundona.

Redação Sport Marketing

Ferrari nega interesse em Alonso para 2009

Luca Colajanni, assessor da Ferrari, declarou em entrevista à revista suíça "Motorsport Aktuell" que a escuderia não terá o espanhol Fernando Alonso, da Renault, para a temporada 2009 da F-1. "Não existe contrato entre Alonso e a Ferrari", disse Colajanni. "Gostaria de lembrar que já temos dois pilotos para 2009", falou o italiano, fazendo referência a Felipe Massa e Kimi Raikkonen. Os comentários sobre uma suposta saída de Massa para dar lugar a Alonso ou ao alemão Sebastian Vettel, da Toro Rosso, começaram depois do primeiro GP da temporada, na Austrália. Após o GP, a revista "Autosprint" apontou que a escuderia teria fechado um contrato com Vettel, no lugar de Massa, já para 2009. A negociação teria sido mediada pelo alemão Michael Schumacher. Depois do segundo abandono do brasileiro em duas corridas, quando saiu da pista no GP da Malásia, as especulações na imprensa européia sobre sua saída da Ferrari aumentaram. Em entrevista ao jornal espanhol "As" no início da semana, Alonso disse considerar "normal" os rumores envolvendo seu nome e o de Vettel para a Ferrari. Mesmo assim, o bicampeão não confirmou se foi realmente procurado pela equipe italiana e afirmou que "sempre deseja estar com o melhor carro". Ele aproveitou também para "cutucar" o brasileiro. "É muito cedo para falarem em transferências, mas Massa teve duas corridas ruins, cometendo erros, e faz sentido que as pessoas falem em mim e no Vettel", disse.

Redação Sport Marketing

BBC e Wimbledon uma longa parceria

A BBC irá transmitir o tradicional campeonato de tênis de Wimbledon até 2014. Os valores do novo acordo não foram divulgados. O contrato também agrega, por cinco anos, as mídias de tv, rádio, banda larga e, pela primeira vez iBBC. "Estamos orgulhosos com o novo acordo que fizemos, ainda mais pela adição de elementos de serviço digital" - declarou Roger Mosey, diretor de esportes da BBC. O contrato também disponibiliza a cobertura de programas do canal em alta definição.

Redação Sport Marketing

ITV e Liga dos Campeões da EUFA

A ITV - canal de televisão inglês - adquiriu o pacote de transmissão da Liga dos Campeões da EUFA e da final da Super Copa da UEFA. O contrato cobre as edições no período de 2009 até 2012. No pacote, a ITV também transmitirá um programa com os melhores momentos da rodadada competição, com análises e resumos sobre as partidas ocorridas nas terças e quartas-feiras.Além disso, os direitos serão explorados além dos meios televisivos, com a utilização de outrasplataformas de transmissão, como a internet (www.itv.com) e telefonia celular. Recentemente, a A ITV também adquiriu os direitos de transmissão de todas as corridas da temporada 2008 de Fórmula 1 para os usuários on-line do Reino Unido. O contrato com a ITV.com foi de exclusidade e proporcionará aos fãs da F1, além do evento ao vivo, conteúdo alternativo para complementar a transmissão da ITV1. O portalITV.com/F1 também exibirá os treinos livres de sexta-feira, clipes e as entrevistas com os campeões que normalmente fazem parte do feed da transmissora oficial da F1. Confira mais detalhes da ITV/F1 no arquivo de notícias Sport Marketing.

Redação Sport Marketing

Vitória Brasil Sailing Cup nos bons ventos de patrocínio

Com patrocínio do Governo Federal, Ministério do Turismo, Governo do Estado do Espírito Santo, Secretaria de Turismo (Setur), Prefeitura da Cidade de Vitória, Companhia de Desenvolvimento de Vitória, Sebrae, Sportv, Rádio CBN, Rádio Litoral FM, Gazeta On Line, Grupo Sá Machado e com a parceria de X-Yachts, International Sailing Federation (ISAF) e Capitania dos Portos do Espírito Santo acontece a Vitória Brasil Sailing Cup. Atual campeão do World Match Racing Tour, o inglês Ian Williams confirmou participação na etapa brasileira que abrirá a temporada 2008 de uma das principais competições de vela do mundo a World Match Racing Tour. A competição acontece entre os dias 16 e 26 de abril, na raia montada em frente à Praça do Papa, na Enseada do Suá, na capital capixaba. Williams foi o primeiro britânico a levantar o título do Tour desde sua criação, no ano 2000. A Vitória Brasil Sailing Cup terá 12 tripulações e distribuirá US$ 150 mil (R$ 279 mil) em prêmios, sendo US$ 50 mil (R$ 93 mil) para o campeão. Já a Vitória Brasil Women’s Cup, que terá oito tripulações, distribuirá US$ 50 mil (R$ 93 mil) em prêmios, sendo US$ 20 mil (R$ 37,2 mil) para a campeã. Além das estrelas internacionais, uma seletiva nacional – Campeonato Estadual de Match Race do Rio de Janeiro -, entre os dias 11 a 13, no Iate Clube do Rio, apontará outras duas tripulações para a etapa brasileira do World Match Racing Tour.World Match Racing Tour - Foi criado em 2000, com o nome de Swedish Match Tour, com o objetivo de unificar os melhores eventos de match race do mundo dentro de uma só competição. A partir do acordo com a Isaf, no início de 2006, passou a se chamar World Match Racing Tour, com suas etapas valendo pontos para o ranking da entidade e sendo classificado como Evento Especial da Federação. Nessa categoria, estão enquadradas competições como a America’s Cup e a Regata Volta ao Mundo.

Redação Sport Marketing

Ativistas prometem novos protestos em Atenas

Quando a Tocha Olímpica chegar em Atenas e a chama for entregue aos organizadores do evento serão realizados novos protestos. Essa é a promessa dos tibetanos exilados contra a ocupação chinesa. Nnos sítios arqueológicos de Olympia, minutos antes da atriz grega Maria Nafpliotou acender a simbólica chama que percorrerá o mundo até Beijing, dois ativistas pró-Tibet interromperam brevemente o discurso do representante chinês Liu Qi, presidente do Comitê Organizador dos Jogos de Beijing. O ativista conseguiu romper as medidas de segurança de Olympia e conseguiu levantar brevemente uma bandeira que convocava o boicote dos Jogos devido à repressão policial chinesa no Tibet. A bandeira trazia desenhados os aros olímpicos interligados como algemas. Os manifestantes foram retirados do sítio arqueológico de Olympia por policiais gregos sem maiores incidentes. O grupo "Repórteres sem Fronteiras" assumiu a autoria do protesto. Outros protestos já marcaram o Revezamento da Tocha, quando ativistas deitaram-se na frente do comboio que acompanhava os condutores da chama, também em Olympia, impedindo por diversas vezes o prosseguimento do evento. "Estamos planejando realizar várias ações no domingo e na segunda-feira, em Atenas, a fim de protestar contra a China, certamente", disse à Reuters Tashi Sering, representante do grupo Estudantes por um Tibet Livre. "Na segunda-feira, também realizaremos uma passeata pacífica na região central de Atenas." A Tocha Olímpica deve partir rumo à China na segunda-feira, quando terá início a fase internacional do Revezamento. Depois, ocorrerá a fase chinesa, que termina no dia 8 de agosto, com a cerimônia de abertura dos Jogos. A polícia grega ainda está desconcertada com a falha em Olympia e intensificou as medidas de segurança para a cerimônia no estádio Panathinaiko, em Atenas, local onde ocorreu a primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna em 1896. "Cerca de 500 policiais ficarão dentro e nas cercanias do estádio e outros 500 serão estacionados próximos dali, prontos para intervir caso haja problemas na cerimônia", afirmou uma autoridade da polícia. Os policiais devem também isolar a área ao redor do estádio de mármore e submeter todos os visitantes a revistas antes de permitir que entrem no local. O governo disse que tomaria "todas as medidas necessárias" para salvaguardar o Revezamento da Tocha e a entrega dela aos chineses. O Comitê Olímpico Internacional (COI) também enfrenta críticas cada vez mais frequentes por não pressionar a China a respeito da violação dos direitos humanos. O COI rebateu essas críticas afirmando não ser um órgão político.

Redação Sport Marketing

Caixa Econômica investe mais em 2008

O investimento da Caixa Econômica Federal com o esporte cresceu cerca de 15% em relação a 2007. Em 2008, a Caixa pretende aumentar ainda mais o envolvimento em marketing esportivo esporte. A grande vedete da empresa será o atletismo. A Caixa pretende aplicar R$ 27 milhões em diversas ações e eventos. Por conseqüência, o Circuito de Corridas da Caixa aumetou o número de etapas, de sete para 11 provas - sendo uma infantil - em oito estados neste ano. A abertura da quinta edição do circuito será no dia 27 de abril em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Todas as etapas serão válidas para o Ranking Caixa /CBAt de Corredores de Rua. “O aumento de provas no Ranking Caixa /CBAt de Corredores de Rua de 2008 define o compromisso da Caixa, patrocinadora oficial do atletismo brasileiro, com o esporte e em especial com as corridas de rua no Brasil. Esse aumento permitirá que os atletas tenham um número maior de provas como opção para pontuarem, pois muitas vezes não têm como realizar grandes deslocamentos de suas cidades de origem para os locais das provas”, disse André Luiz Lopes, gerente de marketing esportivo da Caixa. Outra novidade é a criação da distância de 5 quilômetros em cada etapa do Circuito, incentivando assim a participação dos atletas iniciantes. A inovação já entrará em vigor a partir de Campo Grande. Com as 11 etapas deste ano, os atletas das regiões Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul poderão competir no Circuito da Caixa. A Caixa Econômica Federal é a patrocinadora do Circuito, com organização e promoção da HT Sports, apoio da Montevérgine, Marathon - o isotônico oficial do evento, Centauro, Federações Estaduais de Atletismo e Supervisão técnica da CBAt. Veja no arquivo de notícias Sport Marketing mais informações sobre as ações da Caixa em parceria com CBAt para 2008.

Redação Sport Marketing

FIFA implacável

O Comitê de Urgência da FIFA decidiu suspender a Associação de Futebol do Chade (FTFA), por causa das ingerências do Ministério da Juventude e do Esporte no organismo. Mediante diversos decretos, com datas de 13, 14 e 17 de março último, o ministro da Juventude e do Esporte do Chade dissolveu o Comitê Executivo da FTFA, criou um comitê encarregado de preparar a assembléia geral do organismo e nomeou os membros do dito comitê. Estas decisões transgridem os princípios e os estatutos da FIFA, e em particular o artigo 17, que garante a independência das associações de futebol que a integram - diz comunicado da FIFA.

Redação Sport Marketing

Morre Jean-Marie Balestre

Jean-Marie Balestre, antigo jornalista e depois presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), morreu aos 86 anos, noticiou hoje a agência de notícias francesa France Press. A família de Balestre não comunicou nem revelou detalhes sobre a causa morte. "É uma grande perda para o esporte a motor. Ele sempre defendeu as instituições que dirigiu" - declarou o presidente da Federação Francesa, Nicolas Deschaux. Balestre, que faria 87 anos a 09 de abril, foi presidente da FFSA, antes de tomar os comandos da Federação Internacional (FISA - 1979 a 1991) e da gerir a Federação Internacional do Automóvel (FIA - 1986 a 1993). Um dos episódios que marcam a carreira de Balestre (na foto ao lado de Neson Piquet) foi a punição imposta a Ayrton Senna, no Grande Prêmio do Japão em 1989, quando o brasileiro se envolveu numa colisão com Alain Prost, então companheiro de equipa na McLaren, e perdeu o título mundial para o francês. O brasileiro tricampeão do mundo, que morreu em 01 de maio de 1994 ao sofrer um acidente no circuito italiano de Imola, no Grande Prêmio de São Marino, foi pressionado pela FIA para retirar as críticas ao organismo e Balestre terá exigido uma carta de desculpas para que Senna pudesse disputar a temporada seguinte. Em 1996, já depois de ser substituído pelo britânico Max Mosley no cargo de presidente da FIA, Balestre admitiu, numa entrevista ao jornal francês L`Équipe, que prejudicou Ayrton Senna naquela situação, muito contestada pelo brasileiro, que acusou o dirigente de ter favorecido o compatriota.

Redação Sport Marketing

Jogos Pan-americanos impusionam números Olympikus e Vulcabras

A Vulcabras é a maior empresa calçadista do país. Segundo relatório de administração, em 2007 a empresa alcançou o maior faturamento bruto do setor, chegando a mais de US$ 1 bilhão (somando Vulcabras S.A e Calçados Azaléia). A empresa calçadista credita este número às aquisições estratégicas da Calçados Azaléia S.A, no Brasil, e da Indular Manufacturas S.A, na Argentina. Com a compra da Azaléia, as receitas de marcas próprias representaram 68% do faturamento de 2007. Na Argentina, a aquisição da Indular permitiu o abastecimento ao mercado local diretamente a partir da fábrica naquele país, o que melhorou a rentabilidade das operações. A produção na Argentina deverá ser responsável, em 2008, por 54% de Olympikus e 29% de Reebok nas vendas neste país. "A Vulcabras está no melhor momento da sua história. Temos marcas próprias líderes de mercado, como são Olympikus, Azaléia, Dijean e Funny, e renovamos nossa parceria com a Reebok até 2015. Para este ano, queremos manter as altas taxas de crescimento que sempre foram uma marca registrada da Vulcabras. No segundo semestre do ano passado, o crescimento das vendas foi de 19%. Também queremos consolidar a integração das duas empresas", afirma o presidente da Vulcabras Milton Cardoso. A receita bruta consolidada passou de R$ 1,546 bilhão em 2006 para R$ 1,865 bilhão, com aumento de 21% (sendo 14% de crescimento de Vulcabras e 24% nas operações da Azaléia), a maior taxa de crescimento entre as empresas calçadistas nacionais de capital aberto em 2007. O Ebtida em 2007 foi de R$ 357 milhões, um aumento de 43% em relação a 2006. A margem bruta sobre a receita líquida cresceu de 43% em 2006 para 48% em 2007. No desempenho das marcas, os destaques vão para Olympikus e Reebok. Para a Olympikus, a visibilidade dos Jogos Pan-americanos permitiu o aumento do faturamento em 86% e dos preços médios em 30% no mercado interno, refletindo a tecnologia na linha de produtos. Para este ano, a expectativa é que a Olympikus torne-se uma das líderes no mercado argentino, como acontece hoje no Brasil. Na marca Reebok, uma linha com grandes inovações tecnológicas foi lançada na Francal, em junho, e ações diferenciadas com os clubes de futebol patrocinados permitiu o crescimento no segmento de confecções. "Nossa estratégia de diversificar linhas de produtos, trazendo inovação e estilo a este segmento de mercado trouxe 19% de aumento em vendas em valor e 10% em peças", afirma Milton Cardoso. A Vulcabras é a maior companhia brasileira de calçados e uma das maiores do mundo, com faturamento de 1,1 bilhões de dólares em 2007, e emprega mais de 30 mil colaboradores. Em julho de 2007, a Vulcabras assumiu o controle acionário da Calçados Azaléia e comprou a empresa de calçados Indular, na Argentina, fortalecendo sua posição de destaque na indústria de calçados no Brasil e no exterior.Com sede em Jundiaí, em São Paulo, a companhia aberta, através de suas subsidiárias, desenvolve, produz e distribui calçados esportivos e femininos, além de confecções esportivas. Hoje, possui 10 marcas próprias (Olympikus, Reebok, OLK, Signia, Vulcabras, Azaléia, AZ, Dijean, Funny e Opanka). Desde 1992, a Vulcabras é o fabricante licenciado e distribuidor exclusivo dos produtos esportivos com a marca Reebok no Brasil e Paraguai, e desde 2003 na Argentina. A parceria foi estendida até 2015. A companhia produz quase todos os seus produtos em suas fábricas localizadas no Ceará, Sergipe, Bahia e Rio Grande do Sul, todas no Brasil, e em Coronel Suárez, na Argentina.

Redação Sport Marketing

Novela Ronaldiana

Estão cada vez mais fortes os rumores de que Ronaldinho pode ir para outra equipe e deixar o Barcelona. O Sport Marketing anunciou a intenção da Inter de Milão que pretende fazer uma proposta a Ronaldinho Gaúcho (ver aquivo de notícias), porém, para realizar o acordo, o clube italiano contará com a ajuda da Nike, empresa fornecedora do seu material esportivo e que também patrocina o craque e do próprio atleta, que entraria com uma quantia para ajudar no pagamento da multa rescisória. O irmão e empresário de Ronaldinho Gaúcho, Roberto de Assis, em entrevista à rádio "RAC 1", negou que vai utilizar o artigo 17 do regulamento de transferências da Fifa para romper o contrato com o Barça. A regra permite ao jogador rescindir unilateralmente com o clube e ir para um time estrangeiro, desde que tenham se passado três anos da assinatura de contrato, ou só dois anos, no caso de o atleta ter mais de 28 anos."Não passou pela nossa cabeça. Não tivemos nenhuma intenção de usar isso para deixar o clube", afirmou Assis. Se Ronaldinho usasse o artigo 17, também conhecido como "caso Webster", o valor da multa pela rescisão contratual cairia de 125 milhões para 16 milhões de euros. Assis também desmentiu a notícia veiculada pelo jornal espanhol "Marca", sobre a compra dos direitos federativos do irmão ao final da temporada 2007-2008, já que é dono de um clube no Rio Grande do Sul, o Porto Alegre Futebol Clube. De acordo com a imprensa espanhola, a direção do clube catalão esteve reunida para analisar o que fazer com o brasileiro e a saída dele no final da época é um dado praticamente certo. As constantes baladas e aparições em festas na noite de Barcelona reforçaram a idéia dos dirigentes catalães de que o médio não tem condições de continuar. Até entre os fãs, com quem tinha uma relação especial, Ronaldinho já não é o mais acarinhado. Estão longe os dias em que Ronaldinho Gaúcho era tratado como o menino dourado do Barça. Numa pesquisa realizada entre ‘aficcionados’ do Barça, 73 % defende a saída do brasileiro. De acordo com o jornal ‘Sport’, de Barcelona, existem duas alternativas: vender Ronaldinho ou negociar a rescisão amigável com o jogador. O ‘Sport’ assegura que Laporta não acredita que seja possível realizar um encaixe financeiro no substancial devido à fraca produção do jogador, mas o jornal a ‘Marca’ garante que o Fenerbahçe estaria disposto a pagar 90 milhões pelo craque.

Redação Sport Marketing

À moda alemã

A chanceler alemã, Angela Merkel e o ministro dos Negócios Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, não vão assistir à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Beijing em Agosto. Em declarações a emissoras alemãs, o próprio Steinmeier disse que nenhum dos dois tinha previsto viajar para a China e que esta decisão não está relacionada com o conflito no Tibet. "Por esse motivo, não se pode falar de suspensão (de uma viagem). Não posso julgar os planos outros chefes de Estado" - disse o diplomata alemão, que está em Brdo para participar de uma reunião de ministros da União Europeia (UE). O porta-voz governamental alemão, Thomas Steg, disse em Berlim que a chanceler "em nenhum momento teve planos de assistir à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos". Segundo Steg, não é costume na Alemanha que o chefe de Governo assista aos Jogos, "excepto se forem organizados no país" e que, caso tivesse a presença de um alto líder germânico, este seria o presidente. Steinmeier afirmou também que o ministro do Interior e do esporto alemão, Wolfgang Schäuble, também não deve assistir à inauguração dos Jogos. A Espanha está no mesmo barco não irá boicotar os Jogos, mas exige que o "espírito Olímpico seja recuperado", segundo Miguel Angel Moratinos, ministro das Relações Exteriores espanhol. "Os Jogos Olímpicos são a melhor plataforma para polêmicas, crises e favorecer o diálogo, por isso não deve ser boicotado, mas precisamente devemos recuperar o que tem de mais forte, o espírito olímpico", disse Moratinos aos jornalistas espanhóis. O ministro disse que tentar "recuperar o espírito olímpico" não significa deixar de exigir um diálogo entre as autoridades chinesas e as tibetanas. Condoleezza Rice, secretário de Estado norte-americana, acredita que o boicote aos Jogos Olímpicos de Moscou, em 1980, foi "ineficaz" e não vê benefícios em ofuscar os Jogos de Beijing devido à instabilidade no Tibet. Em entrevista ao jornal The Washington Post, Rice disse que seria um "insulto" ao povo chinês se os Estados Unidos boicotassem tanto a cerimônia de abertura como os Jogos Olímpicos propriamente ditos. "Não vejo benefício em boicotar", disse Rice na entrevista, segundo transcrição divulgada pelo Departamento de Estado. Rice, fanática torcedora de esportes, disse que um eventual boicote também seria desleal com os atletas. "Vejo isso como manter a confiança em atletas que treinaram durante suas vidas inteiras por essa oportunidade e não devem ser negados." Os Estados Unidos lideraram um boicote aos Jogos de 1980 em Moscou para protestar contra a invasão da União Soviética no Afeganistão e recebeu o apoio de 60 países, incluindo a China. Rice criticou a decisão de 1980, que resultou numa resposta da União Soviética e da maior parte dos países do bloco oriental nos Jogos de 1984, em Los Angeles. "Não acho que o boicote à Olimpíada de 80 foi muito efetivo. Na verdade, acho que foi ineficaz", disse ela. Rice também disse que quando os Jogos Olímpicos foram entregues à China, o mundo sabia uma série de questões que deveriam ser encaradas e que os países deveriam alertar o governo chinês sobre suas "políticas problemáticas", em vez de boicotar os Jogos.

Redação Sport Marketing

Prefeitura de São Paulo incentiva o esporte

O prefeito de São Paulo reuniu-se no Esporte Clube Pinheiros (Zona Oeste) com representantes de clubes desportivos para uma apresentação sobre a lei municipal que permite o abatimento no Imposto Territorial Urbano, junto à Prefeitura, mediante doações ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad). Os recursos arrecadados com as doações serão destinados a projetos prioritários do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), como o Clube-Escola, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação (Seme). O programa de incentivo foi instituído em 20 de setembro de 2007. Para participar, a pessoa física ou jurídica faz a doação ao Fumcad, por meio de abatimento no total pago de Imposto de Renda à Receita Federal - e que varia de 1%, no caso das empresas, a 6%, para pessoas físicas. O doador indica qual agremiação esportiva ele quer ver beneficiada com os créditos relativos à sua doação. Como resultado, o clube poderá utilizar o correspondente a 100% do valor doado para abater do Imposto Territorial Urbano a ser pago. O prefeito ressaltou que esse incentivo fiscal teve a aprovação do Ministério Público. "Nós não podemos perder esta oportunidade. Encontramos uma maneira que o Ministério Público entende ser correta", frisou o prefeito. O secretário municipal de Esportes e Lazer defendeu investimentos no campo dos esportes e adiantou que sua pasta estuda a adoção de Organizações Sociais (OSs) para o gerenciamento de equipamentos esportivos. Esse tipo de gerenciamento, segundo Feldman poderia ser feito pelos clubes esportivos. "Queremos estender o esporte a todas as comunidades de São Paulo como instrumento de transformação. E queremos a parceria dos clubes na área do Esporte, por meio do instrumento das OSs, para que tenhamos o mesmo resultado que na área da saúde", comentou o secretário. "Ainda estamos estudando como poderá ser feita e vamos encaminhar, juntos, os mecanismos desta parceria", concluiu.

Redação Sport Marketing

Especial: Responsabilidade social corporativa, o outro lado da medalha

Apesar de não se envolverem com os conflitos no Tibet e em questões políticas, os patrocinadores dos Jogos Olímpicos de Beijing estão aproveitando o momento de visibilidade para melhorar os perfis de responsabilidade social corporativa. A Samsung, por exemplo, patrocinadora mundial TOP do IOC - International Olympic Committee - Comitê Olímpico Internacional (COI) é uma das empresas que está em profunda ascenção no mercado chinês. Desde 2005, a companhia da Coréia do Sul contribuiu com 9 milhões de yuan (US$1.23 milhões) para a construção de 45 escolas primárias na China rural. Em 2002, a empresa também estabeleceu bolsas de estudos como prêmio para mais de 2.300 alunos chineses. Já a maior fabricante de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, parceira do Movimento Olímpico desde os Jogos de Amsterdã, lançou um projeto em 2004, de treinamento e produção de brinquedos para 1.470 fazendeiros jovens em áreas pobres da China. Em 2003, a General Electric mostrou seu lado caridoso ao doar 240.000 yuans para ajudar a China combater a SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Eles também doaram equipamento de iluminação para Sichuan em 2004 e enviaram arroz para a província durante a seca de 2006. Já a BHP Billiton, empresa de minerais e metais financiou projetos de proteção para a Grande Muralha, pandas gigantes e o meio ambiente de Lijiang, província de Yunnan. Em 2006, o Grupo Lenovo, a primeira companhia chinesa entre os patrocinadors principais do COI, começou uma campanha em 854 municípios para promover o movimento Olímpico para mais de 8 milhões de pessoas.

Redação Sport Marketing

Oito patrocinadores tocam o tênis gaúcho

S.C.A. Mobiliário Contemporâneo, Fonte Ijuí, Inflável Park, Olympikus, Petrucci Fisioterapia, Gatorade, Tia Iara Turismo e Vivatenis são as empresas que estão por tráz do patrocínio do circuito S.C.A de Tênis. O evento acontece no Rio Grande do Sul e conta com mais de 100 jogadores de vários clubes do Estado. Serão 29 confrontos no primeiro dia de jogos, além de 95 partidas no sábado e outras 41 no domingo, dia em que acontecem as finais. As categorias em disputa vão dos 9 aos 16 anos, masculino e feminino. Uma das atrações paralelas nesta primeira etapa será um "bate-bola" com o tenista profissional Lucas Engel, que está participando da coordenação da escolinha e equipe de competição da Sociedade Aliança. Em 2007, o circuito reuniu cerca de mil jogadores de várias cidades e a tendência para este ano é de que este número seja superado, tanto pelas novidades oferecidas, como o sorteio de uma viagem à Disney oferecida pela Tia Iara Turismo, como pela ótima estrutura para os tenistas, que inclui facilidades como fisioterapia em todas as etapas, degustação de produtos Nutrella, hidratação da Gatorade e sorteio de brindes.

Redação Sport Marketing